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A verdadeira resistência, chama-se Jair Messias Bolsonaro

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Finalmente chegamos ao final de mais uma eleição para presidência da república, essa talvez, a mais importante da história do país, devido a tudo que estava envolvido, como militância extremista, os protestos de puro ódio seletivo, as enxurradas de Fake News e até mesmo o atentado contra a vida do nosso presidente.

É triste ver a atitude de muitas pessoas que votaram no candidato Fernando Haddad, fiquem praguejando o futuro do país, desejando que o nosso presidente seja um fracasso, que o país empobreça etc. Aí eu pergunto, cadê a liberdade democrática, cadê o amor pela pátria que tanto pregavam?

Enfim, a diferença entre o nosso presidente, e o candidato derrotado é simples…enquanto o professor, intelectual e escritor Haddad passou toda sua campanha visitando um presidiário semi analfabeto na cadeia, o nosso presidente estava nas ruas, viajando por todo país para saber e conhecer de perto quais as necessidades de cada Estado, enquanto o professor estava planejando acabar com feriados cristãos e livrar o Lula da cadeia em seu primeiro ato, o nosso presidente estava sendo esfaqueado covardemente por um militante do partido dos trabalhadores que não trabalham!

Enquanto o professor entrava em contradição sem saber se ele era Haddad ou Lula, ou se o Lula era Haddad ou não! O nosso presidente vencia duas cirurgias e voltava pronto para a batalha, enquanto o professor estava gastando milhões com seus militantes, o nosso presidente estava fazendo lives ao lado de uma tradutora de libras, pois pensava em todos, sem exclusão ou divisão!

Jair Messias Bolsonaro mereceu ser o nosso presidente, a vontade popular venceu a vontade esquerdista, o amor à cores da nossa bandeira venceu as cores vermelhas…para finamente podermos dizer “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos! ”

Não existe resistência, a resistência somos nós que tiramos uma quadrilha que nos governava há mais de 13 anos.

Deusa abençoe e dê sabedoria ao novo presidente da república!

1° Tenente PM Carpegiane Andrade

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A morte é o começo de tudo e não o fim

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Hoje, dia 02 de novembro é celebrado o dia dos mortos.

 

Segundo os dicionários, tanatologia é o estudo científico da morte. Investiga os mecanismos e aspectos forenses da morte, tais como mudanças corporais que acompanham o período após a morte, bem como os aspectos sociais e legais mais amplos. É, principalmente, um estudo interdisciplinar.

Hoje todos estamos de luto porque lembramos os nossos entes queridos: família, amigos etc.  Vou postar aqui uma parte do trabalho científico da psicóloga amazonense Márcia Carvalho, CRP 20/09861, especialista em tanatologia, minha convidada especial.

Segundo o dicionário de Psicologia DORSCH, a palavra luto, significa uma forma de agir a uma pessoa (ou coisa), o luto tende a superação (DORSCH;HÄCKER; STAPF, p.542, 2009). Entretanto, o luto não se caracteriza somente pela morte em si, mas pelas perdas que todo o ser humano tem ao longo de toda a sua existência.

Segundo Freud, o luto é apenas a ausência de um objeto para receber a energia libidinal que antes era direcionada a um indivíduo ou mesmo há algo que trazia esse prazer e o luto é elabora do ou mesmo concluída quando essa energia se torna redistribuída. Assim como Silva (2011) menciona:

[…] Conforme isso acontece, a libido investida no objeto que morreu vai sendo dirigida a outros fins, que podem ser novos interesses, novas atividades e novas relações. Freud considera que o trabalho do luto está concluído quando a libido antes dirigida ao objeto perdido foi devidamente redistribuída. (p. 50). 

Ao falarmos de luto, observa-se que apesar de muita evolução, podemos perceber que não se pode retardar a morte ou mesmo o que podemos fazer para nos prepararmos para o luto, pois é um processo que está presente na vida do ser humano desde os primórdios.

Para Pereira (2014) “o luto é usado para indicar os processos psicológicos, provocado pela perda da pessoa amada”. (p. 4), significa que uma mudança no processo psicológico ao perder alguém com grande vínculo afetivo.

Luto é o processo da perda sofrido pelo indivíduo, essa perda pode estar relacionada a vários aspectos que envolvem a pessoa, por exemplo o emprego, um animal de estimação, o rompimento de um relacionamento ou a morte de um amigo ou mesmo um parente.  Essa perda ocasiona uma dor profunda e intensa que pode levar um tempo para ressignificar. Assim como é mencionado por Freud (1915) apud Cavalcanti, Sam czuc e Bonfim (2013) que” ‘Freud’ revela que o luto é um processo doloroso, porém, a justificativa para que isso seria encontrada quando tivessem condições de apresentar uma caracterização da dor” (p.90) e também mencionado por Worden (1998), diz que 

Que a perda de uma pessoa amada é psicologicamente traumática na mesma medida em que sofrer um corte ou queimadura grave é fisiologicamente traumático. Ele argumenta que o luto representa a saída do estado de bem-estar, e assim como a cura é necessária no campo fisiológico para trazer o corpo de volta ao balanço homeostático, um período de tempo é da mesma forma necessário para que o enlutado retorne ao um estado similar de equilíbrio. (p.22)

 A morte é tratada como um assunto pouco discutido e se tem esse assunto como “agouro”. Pois, ao falar da morte, abordaremos todo o contexto que a envolve e não somente o que foi perdido, mas também a vida e todos aqueles que compartilharam essa dor e sofrimento, pois inserido nesse processo observaremos a ansiedade e o medo (KOVÁSC, 1992).

Segundo Freud e Klein (2013), o luto ocorre devido à grande quantidade de energia libidinal direcionada a algo ou a alguém, porém quando ocorre a quebra desse vínculo a dor sofrida pelo sujeito será de acordo com a energia depositada. Durante o processo de consciência do luto o sujeito transferirá a energia libidinal para outro foco.

O aparelho psíquico se utiliza de mecanismos de defesa para processar as perdas, para que haja a elaboração, como mencionado por Ramos (2016) que “as defesas ao mesmo tempo que nos protegem do medo da morte, podem nos restringir” (p.3). 

O luto é diferente para cada fase do desenvolvimento humano, e Kübler-Ross (1996) afirma que as crianças reagem à morte conforme a criação recebida antes do acontecimento, isto é, se a criança já teve a vivência de lutos anteriores. Já o adolescente e adultos tem a perspectiva de ser “imortal”, pois sua “atenção” e “energia” estarem voltados para outros objetivos. Assim como cita Kovács […] Muita energia é despendida na construção de todos os pilares. O espaço da morte na consciência ainda pode está muito distante (1992, p 7)

Já na velhice, o sujeito se sente mais próximo da finitude e com isso a necessidade de falar sobre a morte, sobre o que ele teme e isso serve até para auxiliá-lo a elaborar esse processo de aceitação. O idoso é encaixado no que é dito por Cocentino e Viana

As perdas vividas na velhice estão relacionadas às mortes real de amigos e companheiros, ao corpo, ao fim das relações de trabalho, ao relacionamento social e familiar, Tais perdas perpassam tanto a dimensão do físico, em sua concretude, como os universos profissional, social e familiar. […] (2011, p. 592)

 Pois ao chegar na velhice entende-se que o mesmo já passou por diversos lutos, por muito sofrimento e esses lutos trazem marcas na vida desse indivíduo, assim como mencionado por Almeida et. al (2015), diz que: 

[…]Sabe-se que o luto é uma reposta natural e que pode interferir em todas as áreas da vida de quem sofre este processo, sendo necessário à construção de uma nova forma de viver, com a reorganização das rotinas em meio ao completo estado de sofrimento. (p. 16)

 Existem aspectos que dar-se-á de forma especifica para cada fase do desenvolvimento do ser humano, pois contará com vários aspectos da vida adquiridos, inclusive as perdas que aconteceram ao longo de sua história de vida.

Márcia Carvalho é psicologa, CRP 20/09861

Atende na Menthal Saúde, sito à rua Djalma Batista,

1 andar, sala 102A, edifício Milhomem

Email: m2rciacarvalho@gmail.com

Whatsapp – 92 98419-4348

Desde já agradeço à psicóloga Márcia Carvalho por sua colaboração e participação nesta coluna de Saúde Mental.

Mas o que a religião diz sobre a morte?

Começo com um texto da Bíblia Eclesiastes: 3.3 tempo de matar, e tempo de curar; tempo de derribar, e tempo de edificar;

Bíblia JFA Offline

A morte chega para todos, uns tragicamente, outros morrem dormindo ou em agonia, mas chega para todos. Ela não pula para pegar o próximo da vez, nunca se engana. Mas pode haver a clemência de Deus na hora da morte? Sim.

Quando o rei Ezequias estava para morrer, Deus usa um profeta para anunciar a sua morte, mas ele pediu misericórdia e Ele acrescentou mais 15 anos Is 38.1-5

Deus tem seus mistérios. A Bíblia não fala de anjo da morte. A morte não é um anjo, um demônio, uma pessoa ou qualquer outro ser. Os anjos podem causar a morte e podem fazer parte do que nos acontece após a morte, mas não há tal coisa como o “anjo da morte”.  Mas eles estão presentes na hora dela. Lc 16.22

A morte é um fato inexorável, ninguém está preparado

Nunca deseje o mal, ou se alegre com o mal que acontece com outra pessoa ou que aconteceu. Vejo pessoas comentando sobre a morte do jornalista Ricardo Boechard, dizendo que ele está queimando no inferno por causa de uma infelicidade de ter chamado uns policiais de idiota. A vida é para todos, da mesma sorte a morte, e ela vai chegar. Nem sempre a morte é aquilo que você plantou. A vida foi lhe dado para que você cuidasse dela, será lhe tirada a qualquer momento, ou por cuidar mal ou por cuidar bem.

Então, uma criança que se vai, ela nem plantou, mas morreu. nada acontece por caso na vida de ninguém, tudo tem propósito. A morte só é punição para quem perde a salvação. Quando alguém morre, desencadeia-se uma dor e uma tristeza profunda. O processo de luto deve ser vivenciado para a superação da perda. Neste contexto, o significado da morte varia, dependendo das crenças sobre o luto em cada religião.

Mas uma certeza é comum a todas as religiões: Se apegar na fé é um santo remédio para superar o luto e ficar em paz, independentemente do significado da morte. Já que há os que acreditam que a morte é o fim de uma existência, enquanto outros defendem que se trata apenas de mais uma etapa.

E pode ter certeza que não é o fim, conforme em destaque na capa,

. Sempre digo que somos um espírito habitando em um corpo, e pode ter certeza que somos seres tricotômicos. (corpo, alma e espírito).

Nunca de esqueça que a vida começa do outro lado, e não o fim de tudo, se contente com a sua perda, seja consolada com essa pessoa que está bem do outro lado da vida. Claro que cada religião tem seu conceito e eu como psicanalista e teólogo te afirmo que biblicamente temos respaldo para as nossas respostas.

Elias Moura é psicanalista, logoterapeuta e teólogo

Atende à rua Pará, 161 Vieiralves, 2 andar, sala 204,

interfone 204, N.ssa Sra. das Graças

Email: psiclinica.trilogica@gmail.com

Whatsapp – 92 99167-2558

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Saúde e Bem Estar

Faça um Detox da sua alma

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O que está de ruim em você se chama lixo emocional

Como já escrevi aqui sobre a alma humana, e é preciso entender  o que é Psicossomático.

Todo ser humano precisa expurgar seu lixo emocional

Quero compartilhar com você um texto que achei muito interessante

Reflexão 🌾🕊

DETOX DA VIDA

“Porque a saúde não mora só no corpo”

Detox vem da ideia de desintoxicar, tirar do corpo tudo o que não lhe faz bem. Louvável, sem dúvida nenhuma. Mas o problema começa quando as pessoas resolvem achar que duas garrafas de suco verde são a milagrosa solução para melhorar suas vidas.

2021 vai chegar em breve e de nada vai adiantar desintoxicar o corpo, se a vida e a alma estão povoadas de hábitos, pessoas, dias e caminhos tóxicos. Parasitas, comodismos, vícios, medos.

Gente tóxica é o que mais tem. Gente cinza, amarga, invejosa, gente que gosta de problema, que gosta de doença, que gosta de discórdia, gente que vive de aparência, gente rasa. E não tem jeito, temos que fugir mesmo, cortar, evitar ao máximo. Bom dia, boa tarde e até logo. Não nos deixemos contaminar.

Não adianta comer chia toda manhã se a gente odeia o emprego e já sai de casa com vontade de voltar. Não dá para achar que o corpo vai estar puro se você não acredita no que faz e passa mais de 40 horas da semana ruminando tarefas infelizes.

Não adianta beber 3 litros de água por dia quando se está num relacionamento que afundou. É cômodo, todos sabemos. Mas a vida é uma só e não dá para ver os dias, meses e anos passarem com migalhas de amor e sem vestígios de paixão.

Não adianta colocar linhaça nas receitas quando só se reclama da vida, dos outros, do país, do calor, da chuva, do trânsito. É um círculo vicioso, quanto mais a gente fala das coisas ruins, menos atenção a gente dá às coisas boas e a vida vai ficando ruim, ruim, ruim.

É ilusão achar que a mudança vem de fora para dentro. Que a felicidade e a saúde cabem em embalagens plásticas com códigos de barra. Produtos podem ser ótimos coadjuvantes nessa busca, mas a verdadeira mudança é só o protagonista quem faz.

E eu quero um 2021 detox.

Detox de dias iguais.
Detox de gente ruim.
Detox de maus hábitos.
Detox de inveja.
Detox de relações doentes.
Detox de obsessões.
Detox de pessimistas.
Detox de medo de mudar.
Detox de dias desperdiçados.
Detox de sentimentos pobres.
Detox de superficialidade.
Detox de vícios.
Detox de viver por viver.

E pra fazer detox na vida é preciso coragem. Coragem para mudar, para arriscar, para romper, para fechar ciclos que há muito tempo deveriam ter terminado. O ano oficialmente começou e a pergunta é: vai ter só suco verde ou vai ter detox na vida?”

Autora: Ruth Mamus.

Pense nisso e Viva Melhor! 🤔

╔════ ೋღ🍇ღೋ════╗
Cláudio Lima
Terapeuta Naturalista
www.reformadesaude.org
╚════ ೋღ🍇ღೋ════╝

Elias Moura

Psicanalista, logo terapeuta e teólogo

Atende à rua Pará, 161, segundo andar, sala 204, interfone 204

Bairro Nssa. Sra. das Graças, Vieralves

Edição de texto: Narel Desiree

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Saúde Mental

Ainda hoje somos impactados por nossa criança interior

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Créditos na arte/ Elias Moura

Acreditemos ou não, a nossa criança interior não se foi para dar lugar ao adulto que é você hoje. Ela ainda vive em você, embora permaneça na maioria das vezes, oculta e reprimida, porque não podemos nos permitir dar saída ao que foi ao que representa. A criança interior demanda aspectos que nem sempre sabemos ocultar.

Chamamos de criança interior a imagem que temos de nós mesmos quanto a sentimentos, valorização, reconhecimento de habilidades e capacidades e, portanto, a satisfação pessoal de ser quem somos. Nossas crianças interiores surgiram na infância e continuam reaparecendo em situações de sofrimento, dor, ou problemas geralmente causados por conflitos ou bloqueios emocionais não resolvidos na infância. Mas nem tudo está perdido: podemos recuperar nosso eu interior restabelecendo a imagem que temos de nós mesmos.

A infância, etapa de reconhecimento

É na etapa da infância que é criado o nosso próprio autoconhecimento, ou seja, a imagem que temos de nós mesmos, e isso ocorre com base no que nossos progenitores projetam sobre nós, e nas vivências e circunstâncias que estamos vivenciando.

A criança que Freud descortina sente tristeza, solidão, raiva, desejos destrutivos, vive conflitos e contradições, é portadora de sexualidade, escapa ao controle da educação e “[…] é capaz da maior parte das manifestações psíquicas do amor, por exemplo, a ternura, a dedicação e o ciúme” (Freud, 1907/1976a, p.139).

Essa representação de criança, que surge com Freud, não existe desde sempre. Através dos séculos, a ideia e o conceito de criança e de infância têm se modificado de acordo com visões de mundo peculiares a um determinado tempo e lugar. A ideia que temos hoje de criança não é um dado atemporal. Pode-se dizer que é uma “invenção” da Modernidade. Segundo o historiador francês Philippe Áries (1981), no decorrer da História, a criança tem ocupado diferentes posições frente às expectativas dos pais e frente à sociedade.

Já dizia Freud e Jung, o que a gente vive na infância impacta o resto dos nossos dias. É tão importante olharmos pra isso! Não basta sabermos, racionalmente, que nossos pais deram o seu melhor, que estavam em desequilíbrio, que não sabiam o que estavam fazendo quando te trataram de uma determinada forma. Por alguma razão (que nem Freud explica!), essa criança que fomos, principalmente dos 0 aos 7 anos, continua com sua energia viva e atuante em nosso inconsciente.

Nossos pais são nossos máximos heróis quando somos pequenos – não importa o quão cheios de luz ou sombras. Eles eram considerados nossos reis e rainhas, o que eles falavam e sentiam era tomado por nós, crianças, como verdade absoluta e o que eles nos diziam impactou profundamente o nosso subconsciente.

Sendo assim, se você por alguma razão não se sentiu vista, se sentiu rejeitada, abandonada, criticada, cobrada, essas dores permanecem aí dentro, no seu inconsciente. E você, quando adulta, passa a atrair diversas situações pra continuar sendo…rejeitada, cobrada, abandonada, criticada.

SUA CRIANÇA INTERIOR PRECISA DE ATENÇÃO

Pode parecer loucura tudo isso, mas fato é que a gente atrai aquilo que emana. Então, se a ferida ainda não foi completamente curada, emanamos a energia dessa dor. E pela lei da atração que a física quântica explica passamos a atrair situações energeticamente  , de compatíveis com nossas dores. Aí existe uma oportunidade maravilhosa: a de enxergar o que o universo estampa bem na nossa cara. “Ei, tem essa dor aqui, olha pra ela”.

O que você sente hoje na pele é um reflexo do seu passado, de uma criança mal tradada, aliciada, desrespeitada, ignorada. Que nos curemos, nos fortaleçamos – e olhar com carinho pra criancinha que um dia fomos e que, de novo, continua viva e atuante em nosso subconsciente é a pedra fundamental de um longo, bonito e libertador processo de cura.

FELIZ DIAS DAS CRIANÇAS QUE AINDA HABITA EM VOCÊ!

Elias Moura

Psicanalista clínico, logoterapeuta e teólogo

Atendimento

Rua Pará, 161, Vieralves Nssa. das Graças

sala 204, segundo andar,  interfone 204

Edição de texto: Narel Desiree

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