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Ciência e Tecnologia

Americano planeja se lançar em foguete para provar que Terra é plana

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O motorista de limosine “Mad” Mike Hughes, de 61 anos, é um dos muitos americanos que duvidam de uma premissa científica básica desde o fim da Idade Média e defendem que a Terra é plana, não esférica. E para provar sua “teoria”, construiu um foguete usando sucata e pretende se lançar ao espaço, a uma altitude suficiente para, segundo ele, “provar de uma vez por todas que a Terra é plana”.

Em entrevista à Associated Press, Mike Hughes promete ”fechar a porta para essa terra redonda”.

A previsão do lançamento está marcada o próximo sábado (25). Mike pretende acelerar o foguete a 800 km/h em direção ao céu, até alcançar a altitude máxima, onde os paraquedas serão ativados. A expectativa é alcançar uma milha de altitude, ou 1,6 quilômetro. E num foguete construído por ele, num terreno alugado em Apple Valley, na Califórnia. O custo foi estimado em US$ 20 mil, que Mike conseguiu cobrir com apoio do grupo Research Flat Earth.

Apesar de possuir conhecimentos científicos capaz de construir o foguete, Mike afirma ”que não acredita na ciência

Como motorista, Mike recebe US$ 15 por hora, mais as gorjetas. Por isso, garimpou as peças necessárias em ferros-velhos. A torre de lançamento foi improvisada num trailer que ele comprou por US$ 1.500.

De acordo com o site criado para a empreitada, o lançamento será transmitido pela internet direto do Deserto de Mojave. Hughes afirma que já entrou em contato com a Administração Federal de Aviação, e a contagem regressiva já foi iniciada. Apesar da confiança, ele tem consciência das chances de que algo saia errado – ”se você não tiver medo da morte, é um idiota – comentou.

O local do lançamento será Amboy, uma cidade abandonada no Deserto de Mojave, nas margens da icônica Rota 66. Amboy serviu de inspiração para Radiator Springs, a cidade fictícia do filme “Carros”, da Disney. Mike conseguiu autorização com Albert Okura, que comprou toda a cidade em 2005, por US$ 435 mil.

Não é a primeira vez que Mike constrói e se lança num foguete. Em 2014, ele alcançou uma altitude de 418 metros. Sobreviveu, mas passou três dias se recuperando das pressões exercidas pela força g. Se correr como o planejado e sobreviver, Mike pretende se candidatar ao governo da Califórnia. Ele também planeja um serviço de turismo espacial, numa espaçonave já batizada como “Rockoon”: um foguete carregado até a alta atmosfera por balões, de onde será lançado.

Deserto de Mojave – Califórnia – Foto: Reprodução

 

*Com informações da fonte: O Globo

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Brasil

Brasileiro é um dos mais jovens advogados aprovados para atuar nos EUA

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No dia 15 de abril, a Corte Suprema de Nova York vai receber o juramento de um dos advogados mais jovens já credenciados no Estado. Ele é o brasiliense Mateus de Lima Costa Ribeiro, de 21 anos, aprovado em exame do New York State Bar Association — equivalente à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

“É o resultado de muita dedicação. O que você colhe está completamente ligado a coisas que você fez em 7, 8, 10 anos”, disse Mateus ao G1.

Em 2019, o brasiliense foi aprovado para um mestrado na Universidade Harvard, nos Estados Unidos, considerada uma das melhores do mundo. Segundo ele, a experiência o fez “rever todas as premissas”.

“Quando cheguei lá, percebi que havia muita demanda por pessoas que entendem tanto o universo jurídico brasileiro quanto o americano, e o mestrado em Harvard abre a porta para você fazer a prova do Bar”, conta.

Mateus reconhece que faz parte de uma exceção. “A realidade de estudar fora, de aprender e falar bem inglês, de ter acesso a um país diferente é um negócio que precisa crescer cada vez mais, que precisa, cada vez mais, deixar de ser a exceção”, disse.

Na família, Mateus não foi o único a seguir o direito e se formar cedo. Ele foi quem quebrou o recorde do irmão, João Costa Ribeiro Neto, que conquistou a carteira da OAB aos 20 anos. A irmã, Clarissa Costa Ribeiro, foi graduada em direito aos 20 anos.

A prova do “Bar”, em New York, ocorreu em outubro de 2020, quando ele tinha 20 anos. No mesmo mês, Mateus voltou ao Brasil e, atualmente, ele trabalha em um escritório de advocacia em São Paulo, que presta apoio jurídico a empresas brasileiras que fazem operações internacionais.

“Pretendo trabalhar e ajudar a economia do Brasil justamente como uma ponte entre as empresas daqui e o mercado financeiro de Nova York. Empresas que estão se financiando para crescer, contratar pessoas. Sinto esse chamado, de ser essa ponte [entre os dois países]”, conta.

Fonte: G1

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Amazonas

Butantan estudará efeito da Coronavac em pessoas com comorbidades em Manaus

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O Instituto Butantan aplicará a CoronaVac em pessoas com comorbidades em Manaus em um estudo clínico para medir os efeitos da vacina contra Covid-19 na população com problemas de saúde pré-existentes, informou o instituto paulista nesta quarta-feira.

Para o estudo com pessoas do chamado grupo de risco para o coronavírus serão enviadas a partir de quinta-feira 10.156 doses da CoronaVac à capital do Amazonas para serem aplicadas em profissionais de educação e da segurança pública da rede estadual, com idade entre 18 e 49 anos. Este grupo, que terá a vacinação antecipada, será acompanhado pela equipe de pesquisadores que participa do estudo.

Dez mil pessoas participarão do estudo, sendo que 5 mil receberão a vacina do laboratório chinês Sinovac e 5 mil farão parte do grupo controle. A capital do Amazonas foi escolhido pois lá predomina a variante P1 do coronavírus, originada na cidade e que é mais transmissível.

Também nesta quarta o Butantan iniciou a segunda fase do estudo clínico com a CoronaVac na cidade de Serrana, no interior de São Paulo. A ideia é vacinar toda a população adulta da cidade com a vacina para medir os efeitos do imunizante na pandemia na cidade.

Fonte: UOL

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Pesquisa e Inovação

“Super-Terra” pode ter pistas sobre atmosferas em planetas distantes

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Foto: Reuters

Cientistas encontraram um planeta que orbita uma estrela relativamente próxima ao nosso sistema solar e que pode oferecer uma grande oportunidade para estudar a atmosfera de um planeta rochoso e semelhante à Terra, o tipo de pesquisa que poderia auxiliar na busca por vida extraterrestre. 

Os pesquisadores afirmaram na quinta-feira que o planeta, chamado Gliese 486 b e classificado como uma “Super-Terra” não é em si um candidato promissor como um refúgio para a vida. Imagina-se que ele seja inóspito –quente e seco como Vênus, com possíveis rios de lava fluindo em sua superfície.

Mas a proximidade com a Terra e as características físicas o tornam um bom candidato para um estudo de atmosfera com os telescópios espaciais e terrestres de nova geração, começando com o Telescópio Espacial James Webb, que a Nasa deve lançar em outubro.  Esses devem fornecer aos cientistas dados para decifrar as atmosferas de outros exoplanetas –planetas que ficam além do nosso sistema solar– incluindo os que podem abrigar vida.

“Nós dizemos que o Gliese 486 b irá se tornar instantaneamente a Pedra de Rosetta da exoplanetologia –pelo menos para os planetas semelhantes à Terra”, disse o astrofísico e co-autor do estudo José Caballero, do Centro de Astrobiologia da Espanha, em referência à antiga placa de pedra que ajudou pesquisadores a decifrar os hieróglifos egípcios.

Cientistas descobriram mais de 4.300 exoplanetas. Alguns deles são gigantes de gás, similares a Júpiter. Outros são menores, rochosos, planetas mais parecidos com a Terra, o tipo que é considerado um potencial mantenedor da vida, mas os instrumentos científicos disponíveis atualmente nos dizem pouco sobre suas atmosferas.

“O exoplaneta precisa ter as configurações físicas e orbitais corretas para que seja elegível para investigação atmosférica”, disse o cientista planetário Trifon Trifonov, do Instituto Max Planck para Astronomia, na Alemanha, principal autor da pesquisa publicada na revista Science.

 

*Fonte: Reuters

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