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Cultura e Entretenimento

Banda Treme Terra lança nas plataformas digitais música instrumental tema do filme “A Selva”

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A banda Treme Terra lançou no último dia 6 deste mês, em todas as plataformas digitais, a música “Bate Coxa”, de autoria do músico Bopp. A música faz parte da trilha sonora do filme “A Selva”, um longa-metragem lusohispanobrasileiro lançado em 2002, dos gêneros aventura e drama românticobiográfico, realizado por Leonel Vieira e João Nunes baseado no romance “A Selvade Ferreira de Castro, que retrata suas experiências durante a sua permanência no Brasil.

O filme tem no elenco a atriz Maitê Proença e os atores Chico Diaz, Cláudio Marzo, Gracindo Júnior, Roberto Bonfim entre outros. O longa retrata a vida dos seringueiros da Amazônia no início do século 20 e tem a floresta Amazônica como cenário principal.

Bopp conta que na época foi procurado pelo radialista e escritor amazonense Joaquim Marinho.  “Joaquim me ligou e disse que uns produtores portugueses, que estavam rodando um filme na Amazônia, estavam querendo incluir forró na trilha sonora na produção deles, de preferência que fosse baião. Nós fomos para o estúdio marcado por eles e chegando lá tocamos Asa Branca, de Luiz Gonzaga, mas eles disseram que estavam à procura de músicas inéditas e pediram para que compuséssemos uma. Eles queriam uma música instrumental e na época não tínhamos nenhuma. Ficamos no canto do estúdio e resolvi chamar o sanfoneiro. Passei uma ideia para ele e gravamos 3 músicas que compus na hora, uma atrás da outra. Enquanto gravaávamos uma eu ia tirando as outras da cabeça. Gravamos a “Saga do Seringueiro”, “Bate Coxa” e uma outra que não lembro o nome. As músicas passaram 15 dias com eles para avaliação. Depois de 15 dias eles aprovaram duas: “Bate Coxa” e a “Saga do Seringueiro”. Eles pediram para que nós participássemos de uma cena do filme tocando nossas músicas. Vestiram a gente com indumentárias de seringueiros, envelheceram o violão e a zabumba porque seríamos no filme os músicos seringueiros que se apresentariam numa festa de inauguração de um arraial no seringal da Vila Paraíso, e nós aparecemos no filme tocando. A cena foi gravada no Tarumã, em Manaus. Hoje demos uma nova roupagem a música “Bate Coxa” e lançamos nas plataformas digitais e logo faremos o mesmo com a música “Saga do Seringueiro”, explica ele.

Sinope do Filme

1912. Alberto (Diogo Morgado) é um jovem português que está exilado em Belém, no Pará. Através de seu tio ele é contratado para trabalhar no seringal de Juca Tristão (Cláudio Marzo), em pleno coração da Amazônia. Já no seringal Alberto fica sob a proteção de Firmino (Chico Diaz), indo trabalhar no armazém local e enfrentando dificuldades para se adaptar. Logo ele se envolve com Dona Yayá (Maitê Proença), a esposa do gerente local.

A grandiosidade da floresta transparece, essencialmente, pelos olhos de Alberto. Primeiro, assustados, ao se deparar com enormes cachoeiras, animais e a penúria em que vivem os seringueiros, constantemente ameaçados por índios, onças e o trabalho pesado.

Assista o trailer do filme através do link

https://www.youtube.com/watch?v=LuE4HX1feeE

Com informações: Aváris Assessoria de Comunição

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Cultura e Entretenimento

UniNorte promove a Sensibilização da Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla

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O maior centro universitário do Norte (UniNorte) promoverá a Sensibilização da Semana Nacional da Pessoa com deficiência intelectual e múltipla no período de 22 a 26 de agosto na unidade Djalma Batista.

O evento tem como objetivo, falar sobre a deficiência, os direitos, a saúde, a inclusão social e as possibilidades nas esferas das artes plásticas, dança e esporte.

A exposição Fotográfica: “ O olhar de quem não é visto”, com a curadoria de Claudia Higuchi estará sendo exposta no evento.

A mostra é baseada em 20 imagens que demonstram o olhar de 10 alunos deficientes que participaram da Oficina de Fotografia exclusivamente para deficientes, um projeto contemplado pelo Prêmio Amazonas Criativo da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado do Amazonas.

Todas as atividades serão gratuitas e abertas a comunidade.

Local: UniNorte – Unidade Djalma Batista
Av Djalma Batista, 122

 

Cronograma

22/08 Palestra: Superando Barreiras. Conhecer para incluir Socorro Gil e Paulo Lamego
23/08 Palestra: Os desafios da Inclusão e os direitos das pessoas com deficiência Polyana Milena Barros Navegante
24/08 Palestra: Incluindo e ampliando os cuidados odontológicos nas pessoas com deficiência: a realidade da UEA.

Palestra: APADAM ( Associação de Pais e Amigos do Down do Amazonas)

Eliane Aranha

 

 

 

Omar Maia

 

25/08 Palestra: Inclusão e Acessibilidade – Uma reflexão: Temos e sabemos?

 

Palestra: Conhecer para Incluir: reflexão sobre a responsabilidade social universitária

 Ana Emília Guedes

 

 

Gilmara Araujo

26/08 Palestra e Apresentação: Balé inclusivo

Palestra e Apresentação: Parajiujitsu desportivo

Palestra e Apresentação: Dança Folclórica (Grupo AFULA)

Luana Lopes

Jonathas Machado

Dante Ferreira

 
22 a 26/08 Exposição Fotográfica: “O Olhar de quem não é visto” Curadoria de Claudia Higuchi
22 a 26/08 Exposição das obras de Henrique Figueira Artista Plástico Autista

 

  Exposição das obras de Wupi Dias Artista Plástico

 

 

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Cultura e Entretenimento

Steve Grimmett: vocalista do Grim Reaper morre aos 62 anos

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O vocalista Steve Grimmett, famoso pelo trabalho na banda Grim Reaper, morreu aos 62 anos de idade. A informação veio nas redes sociais por meio de seu irmão Mark. As causas ainda não foram reveladas.

“Eu realmente não sei por onde começar, então acho que vou direto ao ponto. É com grande tristeza e com o coração muito pesado que eu tenho que dizer a todos vocês que meu talentoso irmão Steve Grimmett faleceu tristemente hoje, meu coração está com Millie, sua esposa, minha mãe e meu pai, Russell, Sami e Ethan. Sentirei sua falta mais do que palavras jamais dirão, te amo mano”, disse.

O produtor Max Norman, que trabalhou no terceiro álbum clássico do Grim Reaper, “Rock You To Hell”, de 1987, também falou sobre a morte de Steve, escrevendo: “Muito angustiado ao ouvir que aquele velho amigo e cantor do Grim Reaper, Steve Grimmett, nos deixou. Um vocalista fantástico e um perfeito cavalheiro – você fará falta meu amigo. Condolências a Mark e Millie e amigos e família – uma perda muito, muito triste…”.

Em janeiro de 2017, Grimmett teve sua perna direita parcialmente amputada depois que uma ferida infectada em seu pé se espalhou para os ossos de sua perna durante uma turnê de cinco semanas do grupo pela América do Sul. A cirurgia que salvou sua vida foi realizada no Equador e o vocalista ficou no hospital por pouco mais de um mês, enquanto os fãs arrecadavam US$ 14 mil para trazê-lo para casa depois que sua companhia de seguros se recusou a pagar por causa do tipo de trabalho que ele estava fazendo.

Por: Gustavo Maiato

Com informações: Whiplash.net

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Amazonas

“Herdeiras da Amazônia” pelas lentes do fotógrafo indigenista Renato Soares

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A obra do indigenista Renato Soares é chamada pela Academia de “Antropologia Visual”, ou, como a “Antropologia da Beleza,” pelo seu compromisso de revelar o que há de belo e sábio nos costumes indígenas, através da confiança e paixão que ele adquiriu das mais de 90 etnias pesquisadas, ao longo de 30 anos de expedições Brasil afora.

O olhar do fotógrafo nos transporta à vida de índios integrados à natureza, ao modo sublime de pais que ensinam seus filhos a ler as estrelas, e como conseguiram sobreviver à barbárie da colonização, que, infelizmente, ainda permanece, 500 anos depois da chegada dos portugueses e dos espanhóis, aqui, no continente americano.

Discípulo de Orlando Villas Bôas, o documentarista é um defensor da demarcação dos territórios indígenas garantidos na Constituição de 1988, assim como trabalha, incessantemente, pela preservação da cultura do índio como patrimônio histórico brasileiro. “O índio precisa permanecer com seu conhecimento e sua maneira de conviver na tribo. Só assim permanecerá pleno e saudável. A eterna catequese de querer que eles deixem de ser índios e “integrá-los à sociedade branca” só aumenta o índice de pobreza, tristeza, e números de suicídio. Índio aculturado é índio degradado. E eu jamais irei registrá-los desse jeito. Seria uma irresponsabilidade,” comenta Soares.

Com este objetivo de enaltecer a cultura dos povos originários, Renato Soares desde 1991, desenvolve o ambicioso projeto “Ameríndios do Brasil” que tem a missão de documentar todas as populações indígenas do país, são mais de 305 etnias e 274 línguas, de norte a sul, do Oiapoque ao Chuí. E com o fruto desse Acervo, o pesquisador ministra palestras em escolas e universidades da América Latina e Europa, além de divulgar em exposições e livros, as histórias dos nossos índios, suas cores, e seus ritos que ultrapassam o tempo mantendo tradições milenares.

Ancestralidade indígena feminina – Nova exposição à vista

Em Manaus, dessa vez de volta da expedição em Maturaca, na Cabeça do Cachorro, na terra dos Yanomamis no Amazonas, Renato Soares inicia um novo ensaio fotográfico, com o tema “Ancestralidade Indígena Feminina”, do lado de cá da tribo.

Com informações: A Crítica

 

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