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Bolerão no Sítio inaugura sua programação também aos sábados

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Situado próximo a ponte sobre o Rio Negro, Escola Municipal Professor Alberto Makarem, Estaleiro Rio Negro e Estação de ônibus, o Bolerão do Sítio que tinha suas atividades todos os domingos, agora também estará funcionando aos sábados, na Vila Marinho.

Em clima de sítio, o ambiente oferece estacionamento amplo e gratuito, segurança e conforto, agora também funcionando aos sábados e domingos, servindo como atrativo para os moradores da Vila Marinho, Compensa e adjacências.

Segundo o proprietário da casa, o empresário Luandison Marinho, a ideia de abrir aos sábados partiu de uma grande parte dos próprios frequentadores da casa, que muitas vezes não podiam fica no domingo até mais tarde, devido o trabalho na segunda.

“Apesar do funcionamento ao sábados para atender ao pedido dos nossos clientes, continuaremos funcionando no domingo com apenas uma atração da casa, justamente para continuar o trabalho e fidelizar o público que prefere se divertir nesse dia”. Frisa o empresário.

A atração deste sábado de inauguração, serão as cantoras Lucélia Souza e a cantora Neide Santos que estarão se apresentando à partir das 21 horas, com entrada liberada até as 22 horas, após será cobrado o valor de R$ 5,oo preço único.

EVENTO

Inauguração do Bolerão no Sítio aos sábados.

ATRAÇÕES

Lucélia Souza e Cantora Neide Santos.

LOCAL

Bolerão No Sítio, Av. Nelson Rodrigues, 06 – Próximo a Escola Municipal Alberto Makarem – Vila Marinho.

HORÁRIO

À partir das 21 horas.

ENTRADA

Até às 22 horas entrada liberada, após, R$ 5,00 preço único.

SERVIÇO

Cerveja Gelada, Petiscos, Baldes, Rolha, Refrigerantes, Estacionamento liberado.

 

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PPD : Thor perde seu martelo, após festa na torre de Tony Stark

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Na noite desta última sexta-feira (31, 13 ao contrário), numa festa regada a muita bebida, rock e modelos famosas na casa do excêntrico Tony Stark, Thor acabou perdendo Mjolnir, o seu poderoso martelo, após sair acompanhado por uma morena, uma loira e uma negra, que até o presente momento não foram identificadas e que deixaram o Deus do Trovão desmaiado e quase sem vida em um quarto de Motel.

Mjolnir foi forjado quando Odin pediu aos anões do reino de Nidavellir para fazer uma arma com o minério de uru. Os anões precisaram utilizar o calor de uma estrela para conseguir trabalhar esse metal tão raro. Ao final de dezessete dias ininterruptos de forjadura, um martelo de cabo curto foi feito. A arma foi batizada de Mjolnir, que significa “aquilo que esmaga”. Seus poderes são dignos de um Deus por isso seu portador pode entre outras coisas manipular o clima, fazer com que o mesmo retorne para a mão de seu dono, poder de voo, projeção de energia e teletransporte.

Thor continua sua busca desesperada atrás de seu martelo, junto com Tony Stark que ainda aparenta bastante embriaguez, os dois não deram maiores detalhes se o martelo sumiu ainda na festa de luxo de Tony Stark,ou no quarto de Motel com as três desconhecidas, e segundo relatos da funcionária do motel que encontrou o Deus do trovão na cama despido e desmaiado, havia um bilhete no chão que ela só reparou depois de 30 minutos após sair de cima de Thor tentando reanimá-lo. No bilhete estava apenas escrito assim: ‘”Aquele que empunhar este martelo, se for digno, possuirá o poder de THOR”.

Será que o Deus do Trovão não é mais o único digno de empunhar o poderoso martelo?

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Acervo Penalux: Sete considerações sobre a obra poético-genealógica de Pedro Pérez

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Por Daniel Zanella

1.  Em Vida da razão, o filósofo espanhol George Santayana vaticina: “Os que são incapazes de recordar o passado são condenados a repeti-lo”. Em tempos onde é preciso provar que maçãs existem e que chamar Jesus de Genésio é apenas expressão popular, A memória é um cavalo selvagem, de Pedro Pérez, nos apresenta uma descida singular e poética a um passado que não apenas quer ser recordado, como também analisado, verificado, reconhecido e não idealizado: a literatura como única manifestação terapêutica possível, um divã de parágrafos onde o circum-navegador nos orienta a uma ilha de estranhas atrações. E o que é escrever, afinal, senão uma forma de nos despertar da ilha, de recuperar um passado continuamente vívido num mar caudaloso, o sono da razão de Goya produzindo monstros?

2.  “Os biógrafos, esses seres absurdos, são violadores de intimidades, reveladores de pequenas frestas ocultas dos dias de alguém normalmente já morto. Os biógrafos são essencialmente perigosos quando trabalham, suam diante de fatos empoeirados, alegram-se ao descobrir segredos que o biografado não gostaria jamais que se tornassem coisas públicas, ficam insones diante de pegadas imaginárias e lidam com a lógica assustadora da construção de um indivíduo” (PÉREZ, 2020, p. 204). Não interessa a Pedro Pérez a suposta matemática dos fatos, as veias abertas das grandes notícias objetivadas. É o pequeno, é o mínimo. Diante de um mundo que acelera o indivíduo em prol de estabilidades que não se sustentam nem até a página 2, defender minuciosamente o passado em quase 300 páginas é uma forma de protesto, de oferecer um outro tipo de velocímetro. Bartleby da memória, Perez defende a subjetividade como quem luta dentro de um castelo prestes a ser tomado pelas tropas inimigas — e as memórias ali, prontas para entrar em combate e nos recordar que ter vivido é a única morte que podemos presenciar.

3. A tessitura do passado nunca se encerra e, no território literário, exige um pacto entre autor e leitor. Ao buscar entender o campo do pacto autobiográfico, Phillipe Lejeune pretende evidenciar como a proposta pode ser uma via de mão dupla, com características internas próprias e recepções específicas. É justamente neste terreno do pacto autobiográfico e de elementos de semelhança e identificação que a memória se alimenta e a obra de Pedro Pérez mais se solidifica. Wolfgang Iser parte na direção do texto ficcional ser uma realidade que não somente deve ser identificável como realidade social, mas que também pode ser de ordem sentimental e emocional. “Estas realidades por certo diversas não são ficções, nem tampouco se transformam em tais pelo fato de entrarem na apresentação de textos ficcionais” (ISER, 2013, p. 32). E como isso se aproxima de A memória é um cavalo selvagem? Acompanhamos a jornada de Pérez pelas entranhas de seu passado como se aprendêssemos a vivê-lo juntamente, o Eu que é um Outro. Leitores convencidos a jogar o jogo, criamos uma ficção somente nossa e somos conduzidos a um tempo anterior que pode também ser o nosso, não o passado conveniente-clichê das memórias do que não foi vivido. Pérez quer ensinar o seu passado como um passado de todo mundo — característica comum entre as grandes obras literárias: “Amar é um tanto constrangedor” (PÉREZ, 2020, p. 130).

4. Convém observar aquilo que Paula Sibilia chama de acervo de significações: “A experiência de si como um eu se deve, portanto, à condição de narrador do sujeito: alguém que é capaz de organizar sua experiência na primeira pessoa do singular. Mas este não se expressa unívoca e linearmente através de suas palavras, traduzindo em texto alguma entidade que precederia o relato e seria mais real do que a mera narração. Em vez disso, a subjetividade se constitui na vertigem desse córrego discursivo, é nele que o eu de fato se realiza” (SIBILIA, 2008, p. 31). É bem isso: a vertigem de um córrego discursivo. Em cada página de A memória é um cavalo selvagem somos apresentados a um catálogo de belezas, de sustos, de ligações únicas e universais de palavras: “a infância já contém todas as maldades” (PÉREZ, 2020, p. 99), “Eu continuo sofrendo, nada mais do que isso” (PÉREZ, 2020, p. 65) e “sou um ser da chuva, um batráquio tranquilo em seu ambiente” (PÉREZ, 2020, p. 121). São pequenos retratos de um percurso interior repleto de mentiras plenas, de cores explodindo no olhar do leitor, o rio de Heráclito banhando-nos nessa vertigem também chamada mundo contemporâneo.

5. Em diversos momentos, Pedro Pérez reitera o caráter de verdade da mentira de sua narrativa. Se também jogarmos nesse tabuleiro de fingir, podemos encontrar uma estratégia de aproximação, um contrato de leitura mais afetivo do que reiterativo. Sem a fábula, sem o devaneio, sem editar o passado, como é possível conviver com nossas falhas? Como sobreviver a um passado de ausências, más escolhas, indigências emocionais? Neste passado de leão feito de cordeiros assimilados, Pérez nos propõe uma recoleção de amores, uma experencialidade por meio de uma palavra conectada na outra com precisão. Se do breu foi feito a luz, da linguagem se fará o fim.

6. Como em todo escritor, a vontade de escrever de Pérez denota a existência de uma pulsão pública de contar e de falhar. Lejeune assevera que um autor não exatamente uma pessoa: “É uma pessoa que escreve e publica. Inscrita, a um tempo, no texto e no extratexto, ele é a linha de contato entre eles (LEJEUNE, 2008. p. 17). Leitor de um livro em progressão, leitor de nós mesmos, somos impelidos a um interior de dores, de sofrimentos, de escuridões mediadas pela beleza de contar de um narrador localizado em um tempo somente dele. Possivelmente, não exista melhor forma de sofrer.

7. Ensaísta ou poeta ou filósofo ou geógrafo de apegos ou estrategista de corações. O narrador de A memória é um cavalo selvagem nos puxa pela mão e nos reconecta: “Todas as coisas flutuam sobre a Terra, e considero arrogante todo aquele que explica essa flutuação com argumentos científicos. Aprecio as informações dos artistas, que não explicam nada. Talvez sejam mais leves, hesitem, oscilem entre vontades igualmente potentes e que não levam a um mesmo lugar. Um cientista é pesado e tem pouco pudor, quer exterminar a ilusão como um policial que mata em nome da lei” (p. 16). E o que é um livro senão uma troca silenciosa de afetos entre autores e leitores?

 Bibliografia

ISER, Wolfgang. O fictício e o imaginário. Rio de Janeiro: EDUERJ, 2013.

LEJEUNE, Philippe. O pacto autobiográfico. Belo Horizonte: Editora UFMP, 2008.

PÉREZ, Pedro. A memória é um cavalo selvagem. Guaratinguetá: Editora Penalux, 2020.

SIBILIA, Paula. O show do eu: a intimidade como espetáculo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2008.

Daniel Zanella é jornalista, cronista e editor responsável pelo jornal literário RelevO.

Contato: [email protected]

A memória é um cavalo selvagem, romance (Editora Penalux). R$45 (294 p., 16×23).

Autor: Pedro Pérez.

Disponível em:

https://www.editorapenalux.com.br/loja/a-memoria-e-um-cavalo-selvagem

E-mail: [email protected]

 

 

 

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Bolerão do Sítio é a mais nova opção de lazer aos domingos, na Vila Marinho

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Em uma localização privilegiada,  próximo a ponte sobre o Rio Negro, Escola Municipal Professor Alberto Makarem, Estaleiro Rio Negro e Estação de ônibus, o Bolerão do Sítio surge como a mais  nova opção aos domingos para os moradores da Vila Marinho, Compensa, Santo Agostinho e Adjacências.

Em clima de sítio, o ambiente oferece estacionamento amplo e gratuito, segurança e conforto, onde os seus fraquentadores podem optar por entrarem de graça até às 17h, curtindo som ambiente com DJ, ou podem pagar ingresso depois das 17h e curtir as atrações musicais ao vivo.

Segundo o proprietário da casa, o empresário Luandison Marinho, cujo o sobrenome da família deu origem ao nome do conjunto, a ideia de transformar o sítio da família em um espaço para festas e eventos, se deu pela  falta de opções de entretenimento no bairro.

“A ideia veio justamente para tentar suprir a falta de opções dentro do nosso bairro, onde os casais possam se divertir e dançar sem preocupação, tentando atrair aquele público que muitas vezes só tem o domingo de folga e não tem para onde sair e se divertir, a não ser os balneários e casas de shows mais distantes, por isso, buscamos trabalhar um ambiente tranquilo, seguro com estacionamento liberado em clima de sítio”. Frisa o empresário.

A atração deste domingo no Bolerão do Sítio fica por conta dos cantores Maykon Rossy, O Príncipe do Brega e também da cantora Neide Santos.

O Bolerão do Sítio, apesar de funcionar todos os domingos, já está se programando também para funcionar ao sábados com o melhor do brega, Forró e outros ritmos.

EVENTO

Bolerão do Sítio

ATRAÇÕES

Maykon Rossy, O Príncipe do Breaga e Cantora Neide Santos.

LOCAL

Bolerão do Sítio, Av. Nelson Rodrigues, 06 – Próximo a Escola Municipal Alberto Makarem – Vila Marinho.

HORÁRIO

À partir das 15 horas.

ENTRADA

Até às 17 horas entrada liberada, após, R$ 5,00 preço único.

SERVIÇO

Cerveja Gelada, Petiscos, Baldes, Rolha, Refrigerantes, Estacionamento liberado.

 

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