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Fatos Interessantes: Cabrito nasce com orelhas de 46 centímetros

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No Paquistão, um cabrito chamou a atenção por nascer com orelhas de 46 centímetros. O animal virou uma celebridade na cidade paquistanesa de Karachi.

O cabrito nasceu há 12 dias e foi batizado com o nome de Simba. Muhammed Hassan Narejo, dono do animal, disse que está orgulhoso das orelhas do filhote e gosta de exibir o bicho em fotos.

Vale destacar que o Paquistão é o terceiro maior produtor de cabras do mundo, com aproximadamente 54 milhões de exemplares.

As orelhas de cabra têm uma função muito importante, elas ajudam o animal a manter o corpo fresco em climas quentes. No caso de Simba, relatos apontam que o tamanho da orelha pode ser causado por uma mutação genética.

Repercussão mundial

Além do sucesso na pequena cidade paquistanesa, o caso do cabrito com orelhas de 46 centímetros chamou a atenção de diversos jornais ao redor do mundo. Ao jornal britânico “Express”, Narejo disse que Simba é um cabrito núbio e que essa raça é conhecida por suas longas orelhas. No entanto, ele destacou que o tamanho das orelhas do filhote o surpreendeu.

Também do Reino Unido, ao “Telegraph”, via Extra, Narejo afirmou que acredita que o tamanho das orelhas do animal é fruto de uma possível mutação genética. O dono do cabrito declarou que tem muito orgulho do filhote e que tem muitas fotos e vídeos sobre a nova estrela da região.

Veja o vídeo

Fonte: Página Fatos Desconhecidos

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Fatos Curiosos: “James Bond” da filantropia, Charles Feeney, doou R$45 bilhões à caridade

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O empresário Charles “Chuck” Feeney é um dos pioneiros da filosofia chamada de “Giving While Living” (“Dê enquanto vive”, em tradução livre). Essa filosofia atrai cada vez mais filantropos multimilionários que desejam construir um legado para as próximas gerações.

Charles Feeney, de 91 anos, conseguiu completar o seu objetivo depois de quatro décadas. Reservando dois milhões de dólares para sua aposentadoria, Feeney doou aproximadamente 8 bilhões de dólares (cerca de R$45 bilhões).

O começo do império

Antes de se tornar um dos maiores filantropos do mundo, Charles Feeney teve uma vida difícil. Filho de uma enfermeira e um corretor de seguros, Chuck, como é apelidado, nasceu em pleno período da Grande Depressão dos Estados Unidos, em 1931, em Nova Jersey.

Mesmo com as dificuldades, Charles Feeney sempre mostrou ter talento para o empreendedorismo. De acordo com o repercutido pela BBC, aos 10 anos ele já vendia cartões de Natal de porta em porta. Já na adolescência, alistou-se no Exército e combateu na Guerra da Coreia.

Usando o programa do governo para veteranos, se formou na Universidade Cornell, em Nova York. Chuck foi o primeiro membro da sua família a ir para uma faculdade.

Logo depois, ele abriu o próprio negócio, onde vendia produtos para soldados americanos que estavam em missão na Europa.

Já nos anos de 1960, ao lado de Robert Miller, fundou a Duty Free Shoppers (DFS), uma empresa varejista que vende artigos de luxo para turistas. A marca conta com lojas em aeroportos e portos. Com a companhia, Charles Feeney faturou bilhões de dólares. Atualmente, a DFS emprega mais de 9 mil pessoas.

No entanto, ele aponta que “com a riqueza, vem a responsabilidade”. “As pessoas devem se definir ou sentir a responsabilidade de usar parte de seus recursos para melhorar a vida de seus pares, ou então criarão problemas insolúveis ​​para as gerações futuras.”

O “James Bond” da filantropia

De acordo com o biógrafo de Charles Feeney, Conor O’Clery, a inspiração para sua filantropia começou após o empresário ler a obra “O Evangelho da Riqueza”, de Andrew Carnegie. Assim, frases do livro como “morrer rico é morrer em desgraça” fizeram com que Chucky repensasse a sua vida.

“Tive uma ideia que nunca me saiu da minha cabeça: a de que você deve usar sua riqueza para ajudar as pessoas”, disse algumas vezes.

Em 1982, ele fundou a Atlantic Philanthropies, uma organização internacional que tinha o objetivo de distribuir sua fortuna para boas causas e projetos em todo o mundo. Vale destacar que nos primeiros 15 anos de doações, Charles fez de maneira anônima, o que lhe rendeu o apelido de ‘James Bond da filantropia’.

Em entrevista ao jornalista Gerardo Lissardy, da BBC News Mundo, em 2017, ele alegou que realizava as doações em segredo “para não ter que explicar às pessoas o motivo”.

O destino dos 8 bilhões de dólares doados

Os 8 bilhões de dólares doados por Feeney foram destinados para diversas iniciativas da área da saúde, ciência, educação e ação social. A maior parte da quantia (3,7 bi) foi destinada para a educação, sendo cerca de 1 bilhão para a Universidade Cornell.

Outra parte da fortuna, 870 milhões, foi enviada para projetos que cuidam dos Direitos Humanos e promovem a mudança social. Charles Feeney também apoiou a abolição da pena de morte nos EUA e a aprovação do Obamacare, uma lei que objetiva aumentar o acesso dos estadunidenses aos planos de saúde.

Já na América Latina, seu instituto enviou mais de 66 milhões para organizações com projetos de saúde em Cuba. “Alguns investimentos também financiaram trabalhos para ajudar a normalizar as relações entre Cuba e os Estados Unidos”, afirma o site da fundação.

Além disso, Chucky contribuiu com a modernização do sistema de saúde do Vietnã e com o fim dos conflitos na Irlanda do Norte.

Em 14 de setembro de 2020, depois de quatro décadas de missão, Charles Feeney assinou os documentos para encerrar as atividades da Atlantic Philanthropies.

“Nós aprendemos muito. Faríamos algumas coisas de maneira diferente hoje, mas estou muito satisfeito. Sinto-me muito bem por ter, sob o meu comando, concluído essa iniciativa”, declarou à época em entrevista à Forbes.

“Sou muito grato a todos que se juntaram a nós nesta jornada. E àqueles que estão se perguntando sobre o Giving While Living: experimente, você vai gostar.”

Fonte: Aventuras na História

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Amazônia

Ratanabá: arqueólogo explica por que lenda de ‘cidade perdida na Amazônia’ não faz sentido

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Nos últimos dias, a suposta descoberta de Ratanabá, uma civilização secreta no coração da Amazônia, se espalhou com grande velocidade pelas redes sociais.

De acordo com as postagens, que viralizaram no TikTok, no Twitter e no Instagram, a cidade seria “maior que a Grande São Paulo”, era “a capital do mundo” e “esconde muita riqueza, como esculturas de ouro e tecnologias avançadas de nossos ancestrais”.

Algumas teorias da conspiração foram além e disseram que a descoberta ajudaria a explicar “o verdadeiro interesse de dezenas de homens poderosos na Amazônia” e até o desaparecimento do jornalista inglês Dom Phillips e do indigenista brasileiro Bruno Pereira.

Essas informações, porém, não fazem o menor sentido. “Tudo isso é um delírio”, avalia o arqueólogo Eduardo Goés Neves, professor do Centro de Estudos Ameríndios da Universidade de São Paulo (USP) e coordenador do Laboratório de Arqueologia dos Trópicos do Museu de Arqueologia e Etnologia da mesma instituição.

Há mais de 30 anos, o especialista integra uma rede de pesquisadores que trabalham para revelar o passado da Amazônia e dos povos que viveram (e ainda vivem) por lá.

Na avaliação dele, o surgimento de histórias como a de Ratanabá, que não têm fundamento algum nas publicações científicas recentes, presta um “desserviço à arqueologia”.

“Há mais de 20 anos, os arqueólogos que atuam na região defendem que existiam cidades na Amazônia, mas isso era visto como coisa de maluco”, conta.

“Com o passar do tempo, a perspectiva foi mudando e a comunidade acadêmica começou a aceitar que, sim, existem evidências de sítios de grande dimensão, estradas e aterros construídos há muito tempo”, continua o especialista, que reforça que essas descobertas não têm nada a ver com civilizações antigas ou tesouros ocultos.

“Agora, todo o nosso esforço pode quase voltar à estaca zero com a história de Ratanabá e a propagação de informações das maneiras mais estapafúrdias possíveis”, completa.

A seguir, confira por que os principais argumentos utilizados para falar sobre a “cidade perdida na Amazônia” não fazem sentido — e o que as evidências científicas revelam sobre a ocupação humana na maior floresta tropical do mundo.

Uma conta que não fecha

O primeiro detalhe que chama a atenção nas postagens sobre Ratanabá são as datas utilizadas. Em alguns textos, está escrito que a civilização teria existido ali há 350, 450 ou até 600 milhões de anos.

“Isso não faz o menor sentido do ponto de vista da história geológica e biológica do nosso planeta”, responde Neves.

“Para ter ideia, nem os dinossauros existiam há 350 milhões de anos. Nossos ancestrais mais antigos viveram há mais ou menos 6 milhões de anos. Mas a nossa espécie mesmo, o Homo sapiens sapiens, surgiu há 350 mil anos na África”, estima.

“Se alguém falasse que existiram cidades na Amazônia há 3.500 anos eu até pensaria que essa era uma questão para tentar entender melhor e pesquisar. Agora, uma civilização há 350 milhões de anos? Não existe a menor possibilidade disso”, assinala o arqueólogo.

Metrópoles do passado, pequenas cidades de hoje

A segunda informação completamente errada sobre Ratanabá tem a ver com o suposto tamanho da cidade. Algumas postagens dizem que ela seria maior que a Grande São Paulo. Mais uma vez, isso está em desacordo com as evidências científicas. “Ainda não temos uma estimativa exata de quantas pessoas viviam nessas cidades da Amazônia, mas certamente elas não tinham o tamanho de São Paulo de jeito nenhum”, diz Neves.

“Para ter ideia, no século 16, as cidades mais populosas do mundo provavelmente eram Istambul, na Turquia, e Tenochtitlán, no México. E elas tinham 50 mil, no máximo 200 mil habitantes”, calcula o professor da USP. Atualmente, a Grande São Paulo abriga cerca de 22 milhões de habitantes. Neves calcula que, antes da chegada dos europeus nas Américas, existiam cerca de 10 milhões de indígenas em toda a Amazônia. “E esse número caiu muito a partir do século 17 por conta das guerras e das epidemias”, ensina.

Linhas retas no meio da selva

O terceiro argumento que confere musculatura aos boatos sobre Ratanabá tem a ver com túneis encontrados na região amazônica ou com imagens aéreas, que mostram linhas retas e quadrados perfeitos, visíveis entre as copas das árvores.

Esses túneis, defendem as postagens nas mídias sociais, serviriam de passagem secreta e conectariam diversas partes da América do Sul. As linhas retas, por sua vez, não existem na natureza e seriam fruto de trabalho humano, garantem os boatos. Neves esclarece que realmente existem túneis na Amazônia. “As imagens divulgadas provavelmente vêm da região do Forte Príncipe da Beira, em Rondônia, que era um posto colonial português.”

Leia a matéria completa em: G1 Amazonas encurtador.com.br/lNOT2

Com informações: G1 Amazonas

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Fatos Interessantes: Esse soldado não dormiu por 40 anos depois de ser baleado na cabeça

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Dentre as melhores sensações do mundo está a de chegar em casa depois de um dia cansativo, tomar um banho e dormir. Um sono saudável é extremamente importante para recuperar seu corpo e prepará-lo para um novo dia. Todos sabemos o quão improdutivo ficamos se não temos uma noite de sono boa. Agora imagine não dormir por mais de 40 anos.

O caso pode parecer impossível de acontecer na vida real, contudo, foi exatamente isso que aconteceu com o soldado da Primeira Guerra Mundial, Paul Kern. Em 1915, durante um dos conflitos, ele foi atingido na cabeça por uma bala do exército russo. Felizmente, a bala pôde ser removida cirurgicamente.

Entretanto, por mais que a operação tenha sido um sucesso na época, depois que Paul abriu os olhos, ele nunca mais conseguiu dormir na vida. E o fato de alguém não conseguir dormir é uma coisa bem perigosa, visto que uma insônia severa pode causar alucinações, mudanças de personalidade, perda de peso, cansaço extremo e outros sintomas preocupantes.

Mas estranhamente, Paul não teve nada disso. O soldado fechava seus olhos para descansá-los, mas não conseguia de fato dormir. O problema era que Paul gastava mais dinheiro para se manter ocupado durante o dia todo.

Na época, nenhum médico conseguiu entender o motivo da mudança cerebral tão brusca que aconteceu com ele. E não foi falta de tentativas. Mesmo porque, Paul viajou para vários países e foi examinado constantemente. Por conta disso, o soldado foi tema de várias teorias.

De acordo com um médico, ele provavelmente dormia por alguns segundos espaçados durante o dia, mas ninguém nunca viu isso acontecer. Já outros médicos disseram que Paul teria uma morte prematura por conta da forma como o cérebro dele funcionava depois de ter levado o tiro.

“Há anos que não se deita, e o seu trabalho não dá o menor sinal de deterioração. No início, ele tentou dormir, mas as horas de vigília na cama o exauriam mais do que trabalhar”, descreveu o jornal The Chronicle, da Austrália.

O jornal também mostrou como era a rotina diária do soldado. Ela dá uma ideia do que uma pessoa que tem 24 horas disponíveis no dia faz.

Das 9h às 14h, trabalho no Departamento de Pensões;

Das 14h às 18h horas, escrita e leitura;

Das 19h às 7h, uma volta em boates, cabarés, banhos públicos e trocas de roupa. Depois, desjejum e trabalho de novo

Como dito, ninguém conseguiu descobrir o motivo pelo qual Paul não conseguia dormir mais depois do tiro. O homem morreu em 1955 e até hoje é considerado um caso único na literatura médica.

 

Paul Kern

Não Dormir

Com exceção de Paul, todos os seres humanos têm a necessidade de dormir. Independente de como fazemos isso, dormir está em nossa rotina diária. Ela é uma parte vital para as pessoas se manterem em forma e saudáveis. Dar um descanso para o corpo é essencial para manter a saúde física e mental, além de reestabelecer várias funções químicas do organismo e até mesmo evitar doenças.

Por conta disso, um adulto precisa de sete horas de sono diariamente para que ele consiga manter seu corpo saudável e 100% funcional. Contudo, dormir esse tempo todo não é uma realidade para todas as pessoas.

Como resultado, essa privação de sono tem consequências. Quando uma pessoa não consegue dormir o que ela deveria, existem consequências que vêm com isso, uma delas é o aumento de peso. Isso acontece porque quando uma pessoa não consegue dormir o suficiente, a leptina, hormônio que controla o apetite e regula o gasto energético, assim como outras funções, fica menos eficiente em 15%.

Além disso, não dormir o suficiente também pode afetar o cérebro. Se esse órgão não tem o descanso necessário, é impossível que ele remova as proteínas que formam as placas causadoras de Alzheimer e demência.

Existem vários outros malefícios que a falta de sono pode trazer para a saúde. Então, para que se melhore essa situação a pessoa precisa, basicamente, entender qual é o motivo que não a deixa dormir e corrigi-lo.

Fonte: R7, MSN

 

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