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Centro Histórico e comunidade Indígena foram rota de conhecimento para acadêmicos de arquitetura e urbanismo

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Grandes pontos turísticos de Manaus foram palco de estudos neste semestre pelos acadêmicos de arquitetura e urbanismo da Faculdade Santa Teresa. Locais como Teatro Amazonas, Museu do Seringal, Palacete Provincial e até uma Comunidade Indígena foi local de enriquecimento no curso desses estudantes.

Para a coordenadora de arquitetura e urbanismo, Melissa Toledo, introduzir esses alunos em ambientes da história, para que possam aprender de forma mais didática é o principal ponto que se trabalha no curso.

 “As teorias são de suma importância, mas a vivência histórica de cada pedaço da nossa cidade é ainda maior, principalmente quando tratamos de patrimônio cultural, muito utilizado na arquitetura e urbanismo”, pontuou a coordenadora.

O processo de atividades de extensão se dá desde o primeiro período até o último. Nesse semestre os estudantes fizeram ainda uma visita a comunidade indígena Dessana Tukana a fim de estudar o que se antecedeu a Belle Époque e a urbanização.

Para o segundo semestre as atividades de extensão vão além dos centros históricos de Manaus, vão focar no individualismo e peculiaridade na urbanização de bairros diversos da cidade.

Com informações: Assessoria

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Nesta quinta (30), acontece a abertura da exposição “Escrituras de Luz em Cena” da artista amazonense Hanna Gonçalvez, no Espaço Cultural Conexão Puxirum

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A abertura da exposição “Escrituras de Luz em Cena”, da fotógrafa amazonense Hannah Gonçalves, acontece nesta quinta (30), no Espaço Cultural Conexão Puxirum, com um coquetel de lançamento que terá início às 19h e vai até às 20h, quando entra o DJ Skrinkle fazendo a festa, como parte da programação, mas a casa abre às 15h para visitação. A programação terá seu encerramento às 22h. O Espaço Cultural fica localizado na Av. Ramos Ferreira, 1296, Centro de Manaus.

A exposição retrata corpos em movimento em espetáculos de dança e apresentações de várias formas. A exposição ficará até o dia 8 de julho, das 16h às 20h e o acesso é gratuito.

Sobre a fotógrafa

Hannah Gonçalves é fotógrafa, bailarina e videomaker. Seu interesse pela fotografia começou em 2013 aos 16 anos, quando participou de uma jornada fotográfica realizada por vários profissionais da área, em Manaus. A partir daí, começou a realizar seus primeiros trabalhos. No mesmo ano realizou a cobertura fotográfica do espetáculo “Coppelia, da Cia de Ballet Álvaro Gonçalves. Ela conta que com o primeiro pagamento que recebeu fazendo coberturas fotográficas, montou seu próprio estúdio fotográfico. Ainda de acordo com ela, ao perceber sua paixão pela fotografia e pela dança notou uma facilidade em reproduzir boas fotografias de palco, gerando um interesse em se profissionalizar na área de fotografia de artes cênicas.

Ela chegou a fechar parceria com a ED Produções, onde realizou várias coberturas fotográficas de eventos e workshops de dança entre 2015 a 2018, entre elas o “Alliance Dance”, em 2014, onde ela foi a fotógrafa oficial das seletivas do evento internacional de dança com as finais em Los Angeles. O evento contou com a presença de renomados coreógrafos nacionais e internacionais, como a do americano Milo Levell, considerado um dos reis do hip hop e conhecido por ter trabalhado com grandes artistas como Michael Jackson, Jennifer Lopes e Britney Spears. Os registros fotográficos de Hannah foram publicados nos jornais de todas as cidades por onde o evento passou.

Em 2015 ela integrou a equipe de fotógrafos do Festival do Pirão AM, onde ficou até 2018 fazendo cobertura de shows e participou do elenco do videoclipe “Lulu”, da banda Luneta Mágica. Em 2016 fez a direção de fotografia do canal do You Tube do “Dance Vibe.TV”, um canal que difunde o cenário da dança manauara. O canal foi um dos selecionados a participar do quadro “Desafio de Youtubers”, no programa Zapeando, da Rede Amazônica.

Hannah conta que esta será a sua primeira exposição fotográfica, que acontece neste dia 30, e que ela é fruto de um projeto contemplado pelo edital Amazonas Criativo da Secretaria de Estado da Cultura e Economia Criativa.

“Criei essa exposição para compartilhar fotografias de danças que eu tenho guardadas desde o início da minha trajetória como fotógrafa de corpos e movimentos da dança, além de difundir a cena local e apresentar talentos que possuímos na cidade que serão expostos nas obras”, completa ela.

Para conhecer mais sobre o trabalho da artista é só acessar as suas redes sociais através dos links:
Facebook: https://www.facebook.com/hannahgooficial
Instagram (@hannahgfotografia): https://www.instagram.com/hannahgfotografia/?hl=pt-br

Quem tiver interesse em cobrir a exposição é só entrar em contato com Hannah Gonçalves através do telefone (92) 98609-2368

Aváris Comunicação
Jornalista responsável:
Alessandra Vieira
(92) 99325-4416
Foto: Raphael Silveira

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Polícia localiza lancha em que estavam Bruno Pereira e Dom Phillips

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Sob coordenação da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), neste domingo (19), a Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), com o apoio da Polícia Militar do Amazonas (PMAM), Marinha do Brasil e Corpo de Bombeiros, localizou a lancha em que estavam o indigenista Bruno Pereira e o jornalista britânico Dom Phillips.

A lancha foi localizada a cerca de 20 metros de profundidade, emborcada com seis sacos de areia para dificultar a flutuação, a uma distância de 30 metros da margem direita do rio Itacoaí, nas proximidades da comunidade Cachoeira. O local foi indicado pelo Jeferson da Silva Lima, o “Pelado da Dinha”, preso no sábado (18/06).

Conforme o delegado Alex Perez, titular da 50ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Atalaia do Norte, foram quase cinco horas de operação. Além do casco da lancha, também foram encontrados um motor Yamaha 40 hp, 4 tambores que eram de propriedade do Bruno, sendo 3 em terra firme e 1 submerso.

Com informações: A Crítica

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Ratanabá: arqueólogo explica por que lenda de ‘cidade perdida na Amazônia’ não faz sentido

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Nos últimos dias, a suposta descoberta de Ratanabá, uma civilização secreta no coração da Amazônia, se espalhou com grande velocidade pelas redes sociais.

De acordo com as postagens, que viralizaram no TikTok, no Twitter e no Instagram, a cidade seria “maior que a Grande São Paulo”, era “a capital do mundo” e “esconde muita riqueza, como esculturas de ouro e tecnologias avançadas de nossos ancestrais”.

Algumas teorias da conspiração foram além e disseram que a descoberta ajudaria a explicar “o verdadeiro interesse de dezenas de homens poderosos na Amazônia” e até o desaparecimento do jornalista inglês Dom Phillips e do indigenista brasileiro Bruno Pereira.

Essas informações, porém, não fazem o menor sentido. “Tudo isso é um delírio”, avalia o arqueólogo Eduardo Goés Neves, professor do Centro de Estudos Ameríndios da Universidade de São Paulo (USP) e coordenador do Laboratório de Arqueologia dos Trópicos do Museu de Arqueologia e Etnologia da mesma instituição.

Há mais de 30 anos, o especialista integra uma rede de pesquisadores que trabalham para revelar o passado da Amazônia e dos povos que viveram (e ainda vivem) por lá.

Na avaliação dele, o surgimento de histórias como a de Ratanabá, que não têm fundamento algum nas publicações científicas recentes, presta um “desserviço à arqueologia”.

“Há mais de 20 anos, os arqueólogos que atuam na região defendem que existiam cidades na Amazônia, mas isso era visto como coisa de maluco”, conta.

“Com o passar do tempo, a perspectiva foi mudando e a comunidade acadêmica começou a aceitar que, sim, existem evidências de sítios de grande dimensão, estradas e aterros construídos há muito tempo”, continua o especialista, que reforça que essas descobertas não têm nada a ver com civilizações antigas ou tesouros ocultos.

“Agora, todo o nosso esforço pode quase voltar à estaca zero com a história de Ratanabá e a propagação de informações das maneiras mais estapafúrdias possíveis”, completa.

A seguir, confira por que os principais argumentos utilizados para falar sobre a “cidade perdida na Amazônia” não fazem sentido — e o que as evidências científicas revelam sobre a ocupação humana na maior floresta tropical do mundo.

Uma conta que não fecha

O primeiro detalhe que chama a atenção nas postagens sobre Ratanabá são as datas utilizadas. Em alguns textos, está escrito que a civilização teria existido ali há 350, 450 ou até 600 milhões de anos.

“Isso não faz o menor sentido do ponto de vista da história geológica e biológica do nosso planeta”, responde Neves.

“Para ter ideia, nem os dinossauros existiam há 350 milhões de anos. Nossos ancestrais mais antigos viveram há mais ou menos 6 milhões de anos. Mas a nossa espécie mesmo, o Homo sapiens sapiens, surgiu há 350 mil anos na África”, estima.

“Se alguém falasse que existiram cidades na Amazônia há 3.500 anos eu até pensaria que essa era uma questão para tentar entender melhor e pesquisar. Agora, uma civilização há 350 milhões de anos? Não existe a menor possibilidade disso”, assinala o arqueólogo.

Metrópoles do passado, pequenas cidades de hoje

A segunda informação completamente errada sobre Ratanabá tem a ver com o suposto tamanho da cidade. Algumas postagens dizem que ela seria maior que a Grande São Paulo. Mais uma vez, isso está em desacordo com as evidências científicas. “Ainda não temos uma estimativa exata de quantas pessoas viviam nessas cidades da Amazônia, mas certamente elas não tinham o tamanho de São Paulo de jeito nenhum”, diz Neves.

“Para ter ideia, no século 16, as cidades mais populosas do mundo provavelmente eram Istambul, na Turquia, e Tenochtitlán, no México. E elas tinham 50 mil, no máximo 200 mil habitantes”, calcula o professor da USP. Atualmente, a Grande São Paulo abriga cerca de 22 milhões de habitantes. Neves calcula que, antes da chegada dos europeus nas Américas, existiam cerca de 10 milhões de indígenas em toda a Amazônia. “E esse número caiu muito a partir do século 17 por conta das guerras e das epidemias”, ensina.

Linhas retas no meio da selva

O terceiro argumento que confere musculatura aos boatos sobre Ratanabá tem a ver com túneis encontrados na região amazônica ou com imagens aéreas, que mostram linhas retas e quadrados perfeitos, visíveis entre as copas das árvores.

Esses túneis, defendem as postagens nas mídias sociais, serviriam de passagem secreta e conectariam diversas partes da América do Sul. As linhas retas, por sua vez, não existem na natureza e seriam fruto de trabalho humano, garantem os boatos. Neves esclarece que realmente existem túneis na Amazônia. “As imagens divulgadas provavelmente vêm da região do Forte Príncipe da Beira, em Rondônia, que era um posto colonial português.”

Leia a matéria completa em: G1 Amazonas encurtador.com.br/lNOT2

Com informações: G1 Amazonas

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