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Campeonato Brasileiro: Corinthians conquista título e se torna hepta campeão

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Quando o Corinthians já era líder e favorito ao título, Jô explicou o sucesso da equipe para a Folha: “As outras equipes [campeãs] do Corinthians sempre foram aguerridas. O torcedor gosta do jogador que corre, que se dedica, tem vontade, dá carrinho. O time deste ano está com a cara do Corinthians.”

Nesta quarta-feira (15), o time alvinegro conquistou — de forma antecipada e em casa — o título do Campeonato Brasileiro contra o Fluminense por um placar de 3 a 1.

A expressão “quarta força” virou piada. Caiu na mesma vala das previsões de que Fábio Carille não duraria três meses. Quando o Brasileiro começou, tudo isso já era passado. Afinal, o Corinthians era o campeão paulista.

Na liderança desde a quinta rodada, quando derrotou o Vasco por 5 a 2, em São Januário, o elenco passou as primeiras 19 rodadas acumulando bons resultados. Fez a melhor campanha de primeiro turno da história do
Brasileiro em pontos corridos: com aproveitamento de 83%.

Como ressaltou Jô, o futebol nunca foi espetacular, mas a eficiência derrubava todos os adversários. A defesa sofreu apenas nove gols e o Corinthians virou o turno sem perder. O que fez iniciar o debate se o time seria capaz de ser campeão invicto.

Equipe que mais tempo liderou um Brasileiro na história dos pontos corridos, o Corinthians venceu baseado em um jogo sólido e defensivo.

Com média de 0,69 gol sofrido por jogo, é a segunda melhor defesa de um time campeão, perdendo apenas para o São Paulo de 2008 (0,5). Com 1,37 gol marcado de média a cada 90 minutos, é o pior ataque de quem terminou com o troféu. Não que isso tenha feito qualquer diferença porque, quando foi preciso, o ataque funcionou.

A maior prova disso aconteceu nas partidas diante de Palmeiras e Atlético-PR, no segundo turno.

Com as costas contra a parede e vendo o Santos e o próprio Palmeiras se aproximarem da liderança, o Corinthians reencontrou a solidez do primeiro turno, venceu as duas partidas e ficou muito perto da conquista do título, garantido nesta quarta-feira (15), contra o Fluminense.

“As pessoas se assustaram com nosso desempenho e começaram a fazer projeções do título e foi muito cedo. É normal os jogadores e a comissão técnica fazerem contas. Eu já vi de tudo aqui. Foram oito anos como auxiliar. Estou preparado tanto para as coisas boas quanto para as coisas ruins”, disse Carille.

Em 2017, só houve coisas boas. Campeão paulista e Brasileiro, o Corinthians voltará à Libertadores em 2018 como um dos favoritos. “Todo mundo que está aqui tem vontade de continuar”, garante o atacante Jô.

Foto: Adriano Vizoni/Folhapress

Maior campeão

O título de 2017 coloca o Corinthians em um patamar diferente em relação aos seus adversários. Com sete troféus (1990, 1998, 1999, 2005, 2011, 2015 e 2017), a equipe se tornou o maior vencedor do Brasileiro em sua era moderna, iniciada em 1971.

Se contados os títulos nacionais das décadas de 1950 e 1960 reconhecidos pela CBF, o Corinthians está atrás de Palmeiras (com nove troféus) e Santos (com oito).

O Corinthians passa a ser também o maior campeão do Brasileiro por pontos corridos, fórmula adotada a partir de 2003 e mantida desde então. São quatro vitórias, ultrapassando São Paulo e Cruzeiro (com três cada).

Os três troféus no período de sete anos representam a melhor fase do Corinthians na competição nacional. Na história, o Corinthians tem três vices do Brasileiro: 1976, 1994 e 2002.

*Texto retirado da fonte: Folhapress

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Amazonas

Omar propõe à Comissão de Segurança Pública da Câmara Municipal a realização de audiências públicas itinerantes

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A intenção do parlamentar é aproximar o novo colegiado das comunidades e debater as principais questões no âmbito da segurança pública

A implantação de audiências públicas itinerantes para ouvir as principais demandas da sociedade foi uma das sugestões feitas pelo senador Omar Aziz (PSD) aos membros da Comissão Técnica Permanente de Segurança Pública Municipal (COMSEGPM), da Câmara Municipal de Manaus (CMM), durante reunião, nesta quinta-feira, 15/04. Participaram do encontro, o presidente do colegiado, vereador Capitão Carpê (Republicanos), e os também membros, vereadores Dr. Eduardo Assis (Avante), Lissandro Breval (Avante) e William Alemão (Cidadania).

A comissão, que foi instalada no último dia 12 deste mês e que altera o Regimento Interno da CMM, tratará do combate à violência e à insegurança, em Manaus, bem como da reestruturação e a criação de um plano de carreiras para a Guarda Municipal. O novo colegiado possui 14 membros, dos quais sete são titulares e sete são suplentes.

De acordo com o Senador Omar, é importante que a comissão promova audiências públicas itinerantes com as comunidades e representantes locais nos bairros, para ouvir quais são as principais demandas, sugestões e insatisfações em cada zona da cidade. “A atividade fim de vocês (comissão) é nos bairros, é lá onde estão os problemas. Lá que vocês vão debater com a população e líderes locais o que é possível ser feito para tentar mitigar a sensação de insegurança que se espalhou pela cidade. Eu me coloco a disposição para ajudar no que for preciso”.

O parlamentar também destacou que poderá destinar emendas para compra de armamentos e viaturas. Omar também apoiou a intenção do colegiado de fortalecer e ampliar a Guarda Municipal.

O presidente da comissão, vereador Capitão Carpê, afirmou que o encontro com o senador Omar foi uma visita cordial com o intuito de estreitar as relações com o parlamentar, devido às articulações que o senador tem no âmbito federal, bem como por ser o presidente da Comissão de Segurança Pública (CSP) do Senado. “Viemos colocar a comissão à disposição (do senador), para que juntos possamos garantir mais recursos e trabalhar em prol de Manaus”.

O vereador ressaltou, ainda, que a comissão da CMM trabalhará para desenvolver políticas públicas voltadas para a prevenção e combate à violência dentro das comunidades. “Segurança pública vai muito além do que é repressão. Nós não vemos hoje, por exemplo, jovens e crianças com projetos sociais voltados para a comunidade. Enquanto o Estado se faz ausente, infelizmente, o crime impera e se faz presente”.

Informações assessoria de comunicação

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Amazonas

Após assalto, cinegrafista persegue ladrões em moto e é baleado em Manaus

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O cinegrafista Renê Silva, de 45 anos, foi baleado após perseguir ladrões que assaltaram a equipe de reportagem, no bairro Coroado, Zona Leste de Manaus. Ele foi atingido por dois tiros e está internado.

Segundo a jornalista Natasha Pinto, que acompanhava o cinegrafista, a equipe foi fazer uma gravação em uma quadra do bairro Coroado sobre um caso de tentativa de homicídio que ocorreu na noite de quarta-feira (14). Após a gravação, ao tentarem retornar para o carro, os jornalistas foram abordados por dois assaltantes em uma motocicleta.

Os suspeitos fugiram e levaram dois celulares. Com um celular reserva, a repórter avisou a produção do jornal. A equipe de reportagem deixou o local, e o cinegrafista, que também dirige o carro, avistou a dupla de assaltantes próximo ao Clube do Trabalhador, o Sesi.

A repórter disse que tentou anotar a placa da motocicleta, mas percebeu que o cinegrafista acelerou e jogou o carro para cima dos assaltantes, que caíram em via pública.

Ela relatou que o cinegrafista saiu do carro para tentar pegar os assaltantes, entrou em luta corporal, mas um deles atirou. O cinegrafista foi então atingido por dois tiros. A repórter disse que, ao ouvir os disparos, se escondeu atrás do carro.

Os assaltantes fugiram com os celulares da equipe, que acionou a polícia e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, mas as equipes de socorro não compareceram ao local.

Um motorista que passava pela via ajudou a repórter a levar o cinegrafista até o Hospital João Lúcio.

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Amazonas

MPF processa ex-ministro Pazuello e secretário de Saúde do AM por responsabilidade na crise de oxigênio

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O Ministério Público Federal (MPF) no Amazonas ajuizou, nesta quarta-feira (14), ação de improbidade administrativa contra o ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e o secretário estadual de Saúde do Amazonas, Marcellus Campelo, por omissão no combate à pandemia entre dezembro de 2020 e janeiro de 2021, quando o Amazonas registrou colapso de oxigênio nas unidades de saúde e aumento de mortes por covid-19.

Entre 14 e 15 de janeiro, falta de oxigênio nos hospitais de Manaus levou a cidade de Manaus a um cenário de caos. Com recordes nos casos de Covid, a capital precisou enviar pacientes que dependiam do insumo para outros estados.

A ação, encaminhada à Justiça Federal no Amazonas, cita, também, três secretários do Ministério da Saúde e o coordenador do Comitê de Crise do Amazonas, Francisco Ferreira Máximo Filho.

No documento, o MPF identificou atos de improbidade administrativa em cinco situações distintas:

  • atraso e lentidão do Ministério da Saúde no envio de equipe para diagnosticar e minorar nova onda de covid-19 no Amazonas;
  • omissão no monitoramento da demanda de oxigênio medicinal e na adoção de medidas eficazes e tempestivas para evitar seu desabastecimento;
  • realização de pressão para utilização de ‘tratamento precoce’;
  • demora na adoção de medidas para transferência de pacientes que aguardavam leitos;
  • e ausência de medidas de estímulo ao isolamento social.
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