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Em Coari, estudantes de medicina da UFAM protestam contra falta de professores

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Os acadêmicos do curso de Medicina da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), campus Coari, ocupam o prédio da faculdade desde segunda-feira (12/03), em forma de protesto contra a falta de professores e a precariedade que se encontra o curso no município. Os estudantes do 4º período, por exemplo, estão sem aula desde o dia 05 de março de 2018.

De acordo com a universitária do curso de Medicina, Maria Clara, desde o 1º período os alunos sofrem com a falta de professores. Atualmente, não tem docentes para das aulas das matérias das áreas de Saúde da Mulher e Saúde da criança, que deveriam ser ministradas por um médico ginecologista e um pediatra, respectivamente.

“Não temos professores inscritos nos concursos. Desde 2015 esses concursos estão abertos e das vagas para médico só três professores estão preenchendo essas vagas. Ou seja, temos apenas três professores médicos no curso de Medicina atualmente”, declarou a aluna do 4º período.

Ainda segundo a estudante, as turmas já encaminharam documentos para a Coordenação Acadêmica, direção da Universidade e coordenação do curso, mas nada foi resolvido.

Além da falta de professores, o curso sofre com outras precariedades. O campus não dispõe de laboratórios e nem de livros específicos, para a área de medicina. O prédio onde deveria funcionar o laboratório está em obra desde o ano de 2016, quando o curso foi implantado em Coari.

“Faltou planejamento na implantação desse curso. Colocaram alunos antes de concluírem tudo, por que precisaríamos de laboratório e livros. Na nossa biblioteca, não existe nada específico do curso de medicina”, disse Maria Clara.

O diretor do campus de Coari, Josemar Gurgel, já tem conhecimento da ocupação que acontece no prédio da coordenação do curso de Medicina. De acordo com os estudantes, ele não emitiu nenhum comunicado a comunidade universitária.

Segundo os acadêmicos, o diretor viajou para Manaus na segunda-feira (12), e participou de uma reunião da UFAM/Manaus, com o reitor da universidade, Sylvio Puga, com o vice-reitor Jacob Cohen e com alunos do curso de Medicina de Manaus, nesta terça-feira (13), mas não fez nenhuma declaração a respeito da falta de professores em Coari.

Alunos ocupam o prédio da Coordenação do curso de Medicina. (Foto: Divulgação

Fonte: Portal DeAmazônia

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Nível do Rio Negro volta a subir em Manaus e bate novo recorde

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Após permanecer estável nos 30 metros por nove dias e registrar até uma pequena baixa de um centímetro, o nível do Rio Negro voltou a subir em Manaus.

Nesta quarta-feira (16), o nível do rio chegou aos 30,02 metros. É a maior marca da história desde o início dos registros, em 1902.

De acordo com o boletim da Defesa Civil, em todo o Amazonas, mais de 455 mil pessoas foram atingidas pela cheia.

Prédio da alfândega, no Centro histórico de Manaus, durante cheia de 2021. — Foto: Ricardo Balby

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Após a maior cheia da história, nível do Rio Negro começa a baixar em Manaus

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Após permanecer estável nos 30 metros por nove dias, desde 5 de junho, o Rio Negro começa a baixar em Manaus. Nesta segunda-feira (14), o nível do rio baixou 1 centímetro para 29,99 metros. A marca dos 30 metros em Manaus foi a maior da história desde o início dos registros, em 1902.

De acordo com o boletim da Defesa Civil, em todo o Amazonas, mais de 455 mil pessoas foram atingidas pela cheia.

Prejuízos na capital

Em Manaus, foram construídos 10 mil metros de pontes e passarelas em 20 bairros da capital Amazonense, segundo informações da Defesa Civil.

Em diversos pontos, a circulação de pessoas ocorre somente por meio de passarelas. O centro histórico registra vários pontos de alagamento. A Praça do Relógio e o prédio da Alfândega estão entre os locais mais atingidos.

A água do rio Negro também invadiu o local onde funcionava a mais tradicional feira da capital, a Manaus Moderna. Como isso, os feirantes foram transferidos para uma balsa. Comerciantes relatam prejuízos. Lojistas tiveram os estabelecimentos alagados, mesmo com as contenções para impedir a entrada da água.

A previsão do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) era que o rio chegasse à cota máxima de 30 metros A expectativa é que, agora, o nível do rio comece abaixar. De acordo com o órgão, abaixo dos 27 metros o nível do rio é considerado patamar normal para a cheia.

Veja a matéria completa em G1 Amazonas encurtador.com.br/yKMW9

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Operação Hórus apreende aproximadamente 2 Toneladas de Pirarucu e peixes de outras espécies

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O Comando de Policiamento Ambiental da Polícia Militar do Amazonas (CPAmb), por meio do Batalhão Ambiental (BPAmb) e Canil da PMAM durante o desdobramento da Operação Hórus/VIGIA/ na madrugada desta quinta-feira (22), no rio Solimões em frente a Orla do Município de Manacapuru (AM), realizou a abordagem e fiscalização da embarcação B/M Kennedy VI oriunda do município de Codajás-AM.

Na ocasião foram encontrados 2 toneladas de pescado ilegal, Pirarucu Arapaima Giga e outras espécies de peixes, acondicionados em várias caixas de isopor que seriam destinados ao município de Manaus/AM. O proprietário da embarcação recebeu voz de prisão e foi conduzido a delegacia do 1° DIP de Manacapuru ( 1º Distrito Integrado de Polícia) para realização dos procedimentos legais.

Material apreendido

Aproximadamente 2 toneladas de Pirarucu Arapaima Giga e peixes de outras espécies.

Prejuízo ao crime:
R$ 60.000,00 reais.

SEOPI/MJSP/CPAMB/BPAMB /CANIL PMAM

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