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Ex-presidiário conhecido por homicídios na Zona Leste é executado

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Na última quinta-feira (16/7), um ex-presidiário identificado como Rogério Lopes dos Santos, de 31 anos, foi executado com aproximadamente quatro tiros na Rua Mossoró, loteamento Rio Piorini, zona norte de Manaus.

De acordo com informações da polícia, Rogério estava sentado na calçada quando pistoleiros passaram em um carro de modelo Gol e dispararam diversos tiros contra a vítima que ainda tentou correr, mas foi atingido.

Rogério já respondeu por homicídio e tráfico de drogas e também já chegou a ser preso no Pará, além de ser envolvido com roubos de carro naquela região.

 

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Covid-19: Estudo sugere que Manaus atingiu imunidade de rebanho

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Aglomeração em bares de Manaus tem sido alvo de fiscalização. - Foto: Patrick Marques/G1 AM

Estudo divulgado na segunda-feira (21) na plataforma medRxiv aponta que quando a cidade de Manaus (AM) vivenciou o pico da epidemia de covid-19, em meados de maio, aproximadamente 46% da população local já havia contraído o SARS-CoV-2. Um mês depois, o percentual de infectados teria atingido 65% e, nos dois meses seguintes, teria se estabilizado em torno de 66%.

Na avaliação dos autores, essa taxa de infecção “excepcionalmente alta” sugere que a imunidade de rebanho pode ter contribuído significativamente para determinar o tamanho final da epidemia na capital amazonense.

“Ao que tudo indica, a própria exposição ao vírus levou à queda no número de novos casos e de óbitos em Manaus. No entanto, nossos resultados indicam uma soroprevalência bem mais alta do que a estimada em estudos anteriores, diz Ester Sabino, professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP) e coordenadora da pesquisa – conduzida com apoio da FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo).

As conclusões apresentadas no artigo – ainda sem revisão por pares – baseiam-se em uma combinação de modelagem matemática e análises sorológicas feitas em amostras de sangue doado à Fundação Hospitalar de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam) entre os meses de fevereiro e agosto.

“Selecionamos amostras de mil doadores em cada mês e analisamos a presença de anticorpos contra o SARS-CoV-2. Em seguida, fizemos uma série de correções nos resultados por meio de modelagem matemática”, conta à Agência FAPESP o primeiro autor do estudo, Lewis Buss, mestrando no Instituto de Medicina Tropical e no Departamento de Medicina Preventiva da FM-USP.

Esse tipo de análise está sujeito a uma série de vieses que precisam ser compensados, explica Buss. Um deles é o fato de os doadores de sangue serem, de modo geral, mais jovens e saudáveis (assintomáticos) do que a média da população. Além disso, no caso específico de Manaus, há também uma representatividade maior do sexo masculino.

Outro ponto considerado pelos pesquisadores foi a sensibilidade do teste sorológico usado, estimada em 85% para indivíduos assintomáticos ou com doença leve (a taxa de falso negativo, portanto, pode chegar a 15%). O ajuste-chave, porém, foi o que buscou corrigir o declínio natural da soroprevalência contra o SARS-CoV-2 – algo que tem sido observado em inquéritos sorológicos feitos em diversos países.

“Algo que ficou evidente em nosso estudo – e que também está sendo mostrado por outros grupos – é que os anticorpos contra o SARS-CoV-2 decaem rapidamente, poucos meses após a infecção. Isso está claramente ocorrendo em Manaus, o que mostra a importância de fazer medidas seriadas para entender a evolução da doença”, afirma Buss.

A soroprevalência bruta encontrada na pesquisa, ou seja, sem qualquer tipo de correção, variou de 0,7% em março, para 5,5% em abril, 39,9% em maio, 46,3% em junho, 36,5% em julho e 27,5% em agosto. Com os ajustes do modelo matemático, porém, os números estimados foram respectivamente: 0,7%, 5%, 45,9%, 64,8%, 66,1% e, novamente, 66,1%.

Estratégia semelhante foi adotada para o município de São Paulo, onde os pesquisadores analisaram amostras de sangue doado na Fundação Pró-Sangue entre fevereiro e agosto. Também nesse caso foram selecionadas mil amostras por mês e, além disso, foi adotado um critério de cotas geográficas para dar representatividade a moradores de todas as regiões da cidade.

A soroprevalência bruta encontrada na capital paulista variou de 0,9% em março para 3% em abril, 5,3% em maio, 11,9% em junho, 9,6% em julho e 12,1% em agosto. Após os ajustes do modelo os números foram respectivamente: 0,8%, 3,1%, 6,9%, 16,1%, 17,2% e 22,4%.

“As duas cidades têm curvas epidemiológicas muito diferentes e é muito difícil explicar o porquê apenas com base nos dados sorológicos”, diz Buss. “Talvez a informação nova é que a soroprevalência já era alta em Manaus quando os óbitos começaram a cair, o que sugere a contribuição da imunidade coletiva. Em São Paulo, por outro lado, a soroprevalência é bem mais baixa e a curva, mais achatada. É provável, portanto, que outros fatores tenham influenciado a queda no número de novos casos na capital paulista”, avalia.

Sabino destaca que após atingir o pico de óbitos, entre maio e junho, a capital paulista entrou em uma espécie de platô. “Ao contrário do observado em Manaus, por aqui a queda está ocorrendo lentamente e os dados de agosto estão semelhantes aos do começo de abril. Mas hoje vemos muito mais pessoas usando máscaras e, embora o comércio tenha reaberto, a mobilidade ainda está restrita e as escolas permanecem fechadas, bem como os cinemas e teatros. É possível que esses fatores tenham segurado o crescimento da doença por aqui”, diz. “Vale ressaltar que caso a curva fosse semelhante à de Manaus São Paulo teria tido uma mortalidade três vezes maior”, alerta a pesquisadora.

Atualmente, o grupo coordenado por Sabino está conduzindo análises sorológicas com amostras de doadores do Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), Recife (PE), Fortaleza (CE), Curitiba (PR), Belo Horizonte (MG) e Campo Grande (MS). Os resultados serão divulgados em breve.

“Trabalhar com dados de bancos de sangue nos permite mensurar a soroprevalência de uma determinada doença de forma mais rápida e barata do que os estudos que vão de porta em porta coletando amostras”, diz Sabino.

No entanto, ressalta a pesquisadora, a estratégia tem suas limitações, sendo a principal delas a diferença de perfil entre os doadores de sangue e a população geral da cidade, o que requer cuidados para tornar a amostragem representativa.

“Quando começamos a pesquisa em São Paulo, com o auxílio da FAPESP, uma das primeiras coisas que fizemos foi estudar a geografia dos doadores de sangue para poder estratificar melhor as amostras. Com os recursos da iniciativa Todos Pela Saúde [do Itaú Unibanco] e os kits de sorologia doados pela farmacêutica Abbott, conseguimos expandir as análises para as demais capitais”, conta.

“Ao comparar Manaus e São Paulo vemos curvas epidemiológicas muito diferentes, apesar de as políticas públicas para conter a disseminação da doença terem sido adotadas em datas próximas e o índice de isolamento social não ser radicalmente diferente nos dois lugares. O próximo passo é analisar as curvas das outras cidades para, em seguida, criar modelos que nos permitam entender quais fatores pesaram mais em cada caso”, diz Sabino.

A pesquisa tem sido conduzida no âmbito do Centro Brasil-Reino Unido para Descoberta, Diagnóstico, Genômica e Epidemiologia de Arbovírus (CADDE), financiado por FAPESP, Medical Research Council e Fundo Newton (os dois últimos do Reino Unido).

 

*Por Karina Toledo da Agência Fapesp

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Ciclopatrulha comemora o Dia Mundial Sem Carro e leva educação no trânsito e meio ambiente em Manaus

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Na manhã desta terça-feira (22), aproximadamente 30 policiais militares do Ciclopatrulhamento, comemoram o dia mundial sem carro nas ruas de Manaus. Durante o evento, foi incentivado à prática de educação no trânsito, em especial ao respeito e a segurança dos ciclistas, e a conscientização quanto à preservação do meio ambiente.

Alertar os motoristas quanto ao uso inapropriado das ciclovias e ciclo-faixas, é uma missão ainda bem complicada nas ruas de Manaus. Um dos fatores é a dificuldade no tráfego de veículos e a falta de educação.

Foto: Divulgação

A disputa por espaço nas vias se torna grande obstáculo para que os condutores de veículos automotores respeitem o espaço destinado aos ciclistas. Para ajudar a mudar essa educação no trânsito, ações como estas são de grande importância para que ciclistas e motoristas possam ter uma boa convivência no trânsito.

Além disso, a ideia do dia mundial sem carro é incentivar o uso da bicicleta como alternativa de locomoção, e reduzir o número de carros pelas ruas, e com isso diminuir a poluição ao meio ambiente.

Foto: Divulgação

Nesse primeiro momento a ação foi de deslocamento do Ciclopatrulhamento, que teve início na praia da Ponta Negra, zona oeste da cidade, e seguiu até a base da 19ª Companhia Interativa Comunitária (CICOM), no mesmo bairro.

Empresas privadas também participaram da programação e se mostraram interessadas nas ações do Ciclopatrulhamento. “Três empresas de transporte coletivo solicitaram a nossa presença para ministrar palestras aos seus motoristas, que em sua maioria são condutores de ônibus e caminhão, aceitamos o convite e na próxima sexta-feira, 25, já iremos dar início as instruções e orientações a esses profissionais”, destacou o Capitão Vieira, comandante do Ciclopatrulhamento.

A empresa que tiver interesse pelas palestras pode fazer contato no linha direta do Ciclopatrulhamento 98842-2586.

 

*Com informações de assessoria

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Dupla é presa por roubar empresa no Distrito Industrial, em Manaus

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A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio da atuação da equipe de investigação do 7º Distrito Integrado de Polícia (DIP), prendeu por volta das 19h desta segunda-feira (21), o vigilante Alexandre de Souza Maia, de 38 anos, e Josenildo Coutinho, de 41 anos, pelo crime de furto a uma empresa localizada no Distrito Industrial, zona leste de Manaus.

A equipe de investigação tomou conhecimento do crime através de boletim de ocorrência registrado na última sexta-feira (18), que uma empresa transportadora, localizada no Distrito Industrial estava sendo vítima de roubo.

Dando início as investigações, a polícia chegou a a equipe ao nome de Alexandre e de Josenildo  como suspeitos crime. Durante as ações criminosas, a dupla utilizava uma motocicleta para transportar o material furtado.

Ainda durante a investigação, um  o receptador informou que realmente teria comprado cerca de 24 fardos de café do vigilante. O prejuízo total da empresa ainda está sendo contabilizado.

Diante dos fatos, Alexandre e Josenildo foram conduzidos à delegacia para os procedimentos cabíveis.

 

*Com informações de assessoria

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