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Amazonas

Força Nacional começa a atuar em Manaus

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Tropas da Força Nacional que chegaram ao Amazonas para reforçar a segurança no estado já começaram a atuar nesta quinta-feira (10). A equipes estão trabalhando em barreiras nas ruas de Manaus.

O capitão Mateus Peclat disse que os policiais vão atuar em locais específicos já determinados durante a estratégia feita pela Secretaria de Segurança Pública e Comando da Força Nacional, porém, não determinou os locais.

No total, 144 policiais devem atuar no estado, tanto na capital quanto no interior. O envio do reforço na segurança ocorre após uma série de ataques de criminosos serem registrados na cidade e em municípios do interior desde o fim de semana.

As primeiras tropas da Força Nacional chegaram de Apuí, interior do Amazonas, e entraram em Manaus pelo Porto da Ceasa, na quinta-feira (9). Elas estavam em oito veículos. Um outro grupo que partiu de Brasília desembarcou minutos depois no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, também na capital.

Nesta manhã, uma tropa que saiu de Rondônia e percorreu a rodovia BR-319, em seis veículos, chegou a Manaus. Durante o trajeto, uma viatura da Força Nacional aquaplanou e saiu da pista, na região do quilometro 16, mas não houve feridos.

Reforço na Segurança

A autorização do envio das tropas da Força Nacional para Manaus foi informada pelo ministro da Justiça, Anderson Torres, em uma rede social, na segunda-feira (7). Nesta terça-feira (8), uma portaria do Diário Oficial confirmou o envio de tropas pelo período de 30 dias – com possibilidade de ser prorrogado.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, os policiais da Força Nacional que chegam a Manaus foram encaminhados de outros estados, para atuarem após os ataques registrados.

Ainda de acordo com o governo, uma reunião de planejamento para inclusão dos efetivos da Força Nacional de Segurança nas ações policiais no estado ocorreu na tarde de quinta. Nesta manhã, lançada a operação ‘Mão de Ferro”, a primeira operação integrada entre as polícias do Amazonas e a Força Nacional.

Veja a matéria completa em: G1 Amazonas http://encurtador.com.br/dDLP7

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Amazonas

Colisão entre lanchas deixa dois feridos e dois desaparecidos em Manaus

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Uma colisão entre duas lanchas na noite desta quinta-feira (22) deixou dois feridos e duas pessoas desaparecidas na Marina do Davi, bairro Tarumã, em Manaus, depois que a embarcação em que as vítimas estavam afundou. Três pessoas que estavam dentro da lancha que causou o acidente prestaram depoimento na delegacia.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o acionamento ocorreu às 21h10. A Polícia Militar informou para a corporação sobre a colisão entre as embarcações nas proximidades da base do Fluvial da Polícia Ambiental.

Em uma lancha de passeio que causou o acidente, havia duas mulheres e dois homens, sendo um deles o dono da embarcação e o outro, o piloto. Desse grupo, o proprietário e as mulheres foram levados para o 19° Distrito Integrado de Polícia. Eles prestaram esclarecimentos e foram liberados. O condutor não foi localizado pela polícia.

Na lancha que afundou havia também quatro pessoas, membros de uma igreja. Duas mulheres foram socorridas pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência para o hospital. Elas usavam colete salva-vidas. Dois homens estão desaparecidos.

O Corpo de Bombeiros realizou mergulhos de 23 metros de profundidade até às 23h30. As vítimas ainda não foram encontradas e nem a lancha que submergiu.

As buscas foram interrompidas por conta da forte chuva. De acordo com os bombeiros, os mergulhadores demarcaram o local do acidente e retornarão as buscas nesta manhã. A outra lancha, que causou o acidente, está em posse da polícia, na base fluvial da PM.

Com informações: G1 Amazonas

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Amazonas

Com tucumã sob análise, Governo do AM considera controlado surto de infecção alimentar em Manacapuru

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O governo do Amazonas informou que o surto de Doença Transmitida por Alimento (DTA) ocorrido em Manacapuru, Região Metropolitana de Manaus, é considerado controlado pela Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Drª Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP). Uma das causas investigadas é a ingestão de tucumã contaminado.

De acordo com a FVS, 48 pessoas estão envolvidas no surto da doença, tendo como uma das suspeitas de causa a ingestão do tucumã. Os casos ocorreram na comunidade Irapajé, em Manacapuru.

  • Consumo de tucumã em casos de infecção alimentar em Manacapuru (AM): o que se sabe até agora.

Dos 48 envolvidos, 23 pessoas receberam atendimento médico. Até esta quarta-feira (21), uma pessoa permanece internada na rede de saúde pública em Manaus.

Conforme a FVS, o surto de DTA em Manacapuru é considerado controlado, devido à ausência de notificação de novos casos, que não ocorre há mais de 24 horas.

As amostras de água coletada em Manacapuru e de tucumã foram encaminhadas para análise no Laboratório Central de Saúde Pública da FVS-RCP (Lacen/FVS-RCP). O governo informou que aguarda os resultados dessas análises. A previsão é que os resultados saiam em até 15 dias.

Com informações: G1 Amazonas

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Amazonas

Morte súbita de menina de 12 anos é investigada no AM

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Uma adolescente de 12 anos morreu subitamente, nesta quarta-feira (21), no município de Iranduba, a 38 Km de Manaus, depois de passar mal e desmaiar na hora do café, segundo a família. O caso está sendo investigado.

De acordo com o registro do Instituto Médico Legal, a causa da morte é “indeterminada/suspeita”. Segundo o órgão, a adolescente chegou morta ao Hospital Regional Hilda Freire, no Iranduba.

Segundo registro da Polícia Civil, em boletim de ocorrência, a adolescente era natural de Eirunepé, mas há três meses morava em Paricatuba, zona rural de Iranduba.

A tia contou ao G1 que a menina se mudou para fazer tratamento médico por conta de problemas respiratórios. Ela contou que às vezes a sobrinha passava mal.

Ainda segundo registro, o relato da família é que a adolescente tomava café e desmaiou “sem motivo aparente”.

A menina foi levada para o hospital de Iranduba, mas não resistiu. No registro da ocorrência, a família relatou que a médica que atendeu a adolescente não emitiu o Serviço de Verificação de Óbito (SVO), um documento responsável por determinar a causa do óbito.

A família informou à polícia que a médica não expediu esse documento “por achar estranho que uma criança de 12 anos, sem histórico médico, chegue a falecer sem motivos aparente”, diz trecho do boletim de ocorrência.

Um laudo do IML deve apontar a causa da morte da adolescente. A tia disse que o velório acontecerá na vila em que a menina morava.

Com informações: G1 Amazonas

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