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Política

Governo instala Gabinete de Crise e coloca sistema de segurança em alerta para combate ao tráfico no AM

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O Governo do Amazonas anunciou na noite desta segunda-feira (10) a instalação de um Gabinete de Crise da Segurança Pública. A medida coloca o sistema de segurança em alerta, nas cadeias e nas ruas de Manaus. A medida foi anunciada após o alto número de mortes registradas neste início de ano.

Em janeiro, Manaus bateu o recorde em comparação com o ano passado no número de mortes violentas, com um aumento de 60% nos índices. Em 10 dias, fevereiro tem mais de 30 casos registrados de homicídios, latrocínios ou mortes seguidas de lesões.

Em coletiva de imprensa na noite desta segunda-feira, o governo anunciou a tomada das medidas por meio de representantes da segurança em nome do governador Wilson Lima, que está em Brasília. Estiveram presentes representantes de todas as forças de segurança pública estadual, do Tribunal de Justiça (TJAM), Ministério Público (MPE), Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-AM) e da Defensoria Pública (DPE).

‘’Reunimos nossos comandantes das forças policiais e demais órgãos importantes nesse processo. Estamos nos antecipando e fazendo tudo que é preciso para resguardar a ordem nos presídios e a integridade da população. O firme combate ao tráfico provoca reações e estamos utilizando todo nosso aparato policial e de inteligência para proteger a população’’, destacou o vice-governador do Amazonas e secretário chefe da Casa Civil, Carlos Almeida, logo após instalar o Gabinete de Crise.

O secretário executivo de Segurança Pública, coronel Anézio Paiva, relatou que a necessidade de instalação do Gabinete foi identificada a partir dos sinais de desentendimento entre integrantes de facções, identificados pelos serviços de inteligência do Estado: da Secretaria de Inteligência (Seai), Polícia Militar e da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap).

No fim de semana, informa o secretário de Administração Penitenciária, coronel Marcus Vinícius, as visitas nos presídios foram suspensas no domingo. ‘’Uma estratégia para resguardar a vida dos visitantes em caso de confronto entre detentos’’, disse.

Matéria completa: G1 Amazonas https://glo.bo/31LMkxW

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Brasil

Weintraub divulga escolas cívico-militares para 2020

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O ministro da Educação, Abraham Weintraub, divulgou a relação de escolas selecionadas para participar do programa de escolas cívico-militares. A divulgação foi feita na tarde desta quarta-feira (26), pelo Twitter pessoal do ministro. São 54 escolas de 22 estados e do Distrito Federal. Os estados que mais terão escolas cívico-militares são Rio Grande do Sul e Pará, ambos com cinco estabelecimentos.

A implementação do modelo ocorrerá ao longo do ano, em edição piloto. Além das escolas no Rio Grande do Sul e no Pará, serão quatro escolas em Santa Catarina, Paraná e Goiás; três em Minas Gerais, Amazonas, Mato Grosso do Sul e Tocantins; duas no Acre, Amapá, Roraima, Ceará, Distrito Federal e Mato Grosso; e uma em Rondônia, Rio de Janeiro, Maranhão, Paraíba, Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte e São Paulo.

Policiais e bombeiros militares foram capacitados para trabalhar nas escolas. Na primeira rodada de capacitação, realizada em dezembro, em Brasília, o trabalho envolveu diretores e coordenadores de escolas, além de representantes de secretarias estaduais e municipais de Educação que vão atuar como multiplicadores. A segunda rodada ocorreu neste mês, em Porto Alegre (RS). Foram capacitados 54 oficiais da reserva e da ativa das polícias e bombeiros militares e 17 profissionais das secretarias de Educação.

O Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares é uma parceria do MEC com o Ministério da Defesa. Cerca de mil militares da reserva das Forças Armadas, policiais e bombeiros militares vão participar da gestão educacional das instituições. O MEC destinará R$ 54 milhões para levar a gestão de excelência cívico-militar para 54 escolas, sendo R$ 1 milhão por instituição de ensino.

 

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Amazonas

Amazonino Mendes deverá sair candidato à Prefeitura de Manaus pelo Podemos

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Conforme já havia ensaiado em setembro de 2019, durante evento do Podemos no auditório da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), a aproximação do ex-governador Amazonino Mendes com a legenda está mais próxima do que se imagina.

Uma fonte ligada ao staff de Amazonino informou nessa quarta-feira (26) que mais popular político do Amazonas está mesmo de casa nova. Os acertos aconteceram durante uma reunião com a presidente nacional do Podemos, Renata Abreu, em São Paulo, nesse feriadão de carnaval.

Amazonino esteve acompanhado de Francisco Deodato, ex-secretário de Saúde, e seu mais próximo conselheiro, e do presidente estadual do Podemos, Wilker Barreto, durante o encontro, e ouviu “sim” para todos os seus pedidos para desembarcar na legenda.

Amazonino teria ficado tocado pela receptividade e abertura legenda e estaria apenas definindo detalhes para o anúncio oficial.

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Brasil

Bolsonaro contraria Guedes ao adiar texto da proposta de reforma administrativa

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Ficou para depois do Carnaval a tão esperada proposta de reforma administrativa, que ainda não está pronta para ser enviada ao Congresso Nacional. O Palácio do Planalto havia prometido apresentar o texto nesta quinta-feira (20), mas, na dependência do crivo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), houve mais um adiamento. Nesta quarta-feira (19), o governo avisou ao Congresso que a proposta carece de ajustes.

A nova postergação desagrada profundamente o ministro da Economia, Paulo Guedes, que, ao lado das reformas da Previdência e tributária, vê a administrativa como essencial para reestruturar o funcionalismo público e pôr definitivamente as contas do governo nos trilhos.

Nos bastidores, fala-se que Guedes anda extremamente irritado com a demora – a promessa inicial era de que o texto seria enviado ao Legislativo em novembro do ano passado. Demora esta que foi comentada pelo próprio Bolsonaro. “Espero que nesta semana nasça essa criança, que está demorando muito para nascer. Está parecendo filhote de elefante”, comparou.

Especula-se que o ministro teria dito ao presidente que entregaria o cargo, caso a reforma administrativa não seguisse logo para o Congresso. Para acalmar o auxiliar, Bolsonaro assegurou que se debruçaria sobre o texto durante toda a noite dessa terça-feira (18/02/2020). Não se sabe se o presidente passou a noite em claro, mas a verdade é que a proposta não está consolidada.

Elaborada pela equipe econômica do governo, a reforma administrativa – RH do Estado – mexe com a estrutura do funcionalismo público. Em linhas gerais, ela pretende:

  • Diminuir o número de cargos e de servidores;
  • Permitir contratações temporárias;
  • Acabar com promoções automáticas por tempo de serviço; e
  • Deixar a estabilidade restrita a algumas carreiras.

Até 2022, fim do governo Jair Bolsonaro, cerca de 26% dos funcionários públicos vão se aposentar. Esse quadro é considerado uma janela de oportunidade para emplacar a reconfiguração do RH do Estado.

Pela proposta da equipe econômica, a estabilidade seria garantida para os servidores das carreiras de Estado. Os demais seriam contratados pela CLT. Mas a definição das carreiras deverá ser discutida em regulamentação da PEC, segundo sinalizou integrantes do governo para os sindicalistas.

Matéria completa: Metrópoles https://bit.ly/2PaSfHZ

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