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Macapá proíbe aglomerações após aumento de casos da covid-19

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Foto: Maksuel Martins

Devido ao aumento de casos de contaminação por covid-19, a prefeitura de Macapá, capital do Amapá, suspendeu por 7 dias atividades que gerem aglomerações. 

De acordo com o decreto municipal, a medida abrange “todo tipo de atividade política de campanha eleitoral que gere aglomerações como adesivagem, bandeiradas, reuniões, comícios e caminhadas, assim como o funcionamento presencial de atividades não essenciais dentro do município”.

O decreto prevê, ainda, a diminuição no horário de atividades econômicas do município, como bares, boates, empresas de eventos, clubes de lazer e recreação, balneários, parque de diversões e similares.

“Todas as medidas foram tomadas após o aumento na procura nas Unidades Básicas de Saúde devido à contaminação por coronavírus”, informou, por meio de nota, a prefeitura de Macapá.

De acordo com as autoridades locais, o Comitê de Combate ao Coronavírus verificou que a maioria dos casos de contaminação estavam concentrados em locais que mantinham grande número de aglomerações, em eventos noturnos e durante atividades de campanha política.

 

*Por Pedro Peduzzi/Agência Brasil

*Edição: Fernando Fraga

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Moradores do Amapá contabilizam prejuízos após maior chuva do ano

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Chuvas em Macapá no domingo (22), durante apagão no Amapá — Foto: Reprodução

O 21º dia de apagão energético no Amapá, nesta segunda-feira (23), começa com a contabilização dos prejuízos de domingo (22). Macapá teve o maior volume de chuva do ano em um dia e muitas casas foram invadidas pela água.

A quantidade de água que caiu no domingo foi quase metade do que já caiu no mês e a previsão do Núcleo de Hidrometeorologia (NHMet) do Amapá é de mais chuvas ainda em novembro.

O Amapá vive uma crise energética desde 3 de novembro, quando um incêndio atingiu a principal subestação do estado. Cerca de 90% da população enfrentou um blecaute de 4 dias, e um novo apagão total no dia 17 de novembro, que foi solucionado em cerca de 4 horas.

No sábado (21), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) cumpriu a primeira agenda no estado desde o blecaute. Ele participou de breves cerimônias para ativação de parte dos geradores termoelétricos contratados emergencialmente.

A promessa era que os equipamentos fossem restabelecer a energia para 100% do estado, o que não aconteceu. O prazo foi estendido para quinta-feira (26), com a ativação de um novo transformador em Macapá.

Fonte: G1

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Canal vai levar água do Rio São Francisco para 42 municípios

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Foto: Maurício Almeida/TV Brasil

O Canal do Sertão Alagoano utiliza a água do Rio São Francisco para abastecer a área rural de 42 municípios de Alagoas. Quando o projeto, que foi dividido em 8 fases, estiver concluído o canal vai ter 250 quilômetros de extensão e beneficiará 1 milhão de pessoas.

O governo federal investiu R$ 12 milhões para concluir a quarta fase da obra do Canal do Sertão. O presidente Jair Bolsonaro vai participar nesta quinta-feira (4) da cerimônia que marca a conclusão desta etapa. Durante o evento vai ser anunciado novos investimentos de R$ 14,8 milhões no projeto do canal. Com o fim da quarta fase, 113 mil moradores do sertão de Alagoas vão ser beneficiados.

O agricultor José Laércio é um deles. Ele tem 62 anos e sempre morou no sertão. José conta que antes do canal precisava andar 36 quilômetros para buscar água. Agora, ele abre a torneira e consegue regar a plantação. “Agora eu posso plantar de tudo o ano inteiro e não precisarei mais ficar um dia inteiro caminhando para buscar água”, disse.

O objetivo do Canal do Sertão é garantir o abastecimento para a população numa região atingida pela seca. Os outros trechos do canal que já estão em operação abastecem 228 mil pessoas nos municípios da região do Alto Sertão. A água também é utilizada para irrigar plantações na área rural. São registradas mais de 500 captações para produtores agrícolas, atividade pecuária e comunidades rurais.

Valmir Santana que mora em Piranhas (AL) há 40 anos e trabalhou como pedreiro na obra do canal comemora a chegada da água. “Água é vida e o canal trouxe a vida para o sertão.”

O presidente da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), coronel Giovanne Silva, disse que o canal vai abastecer o sertão alagoano durante o ano inteiro. Outras obras para levar água para regiões de seca estão em andamento e vão ser entregues nos próximos meses e ao longo do ano que vem. “A verdadeira entrega para a população brasileira de obras que estavam paradas e que agora estão sendo entregues para o povo brasileiro”.

Ecoturismo

A cidade de Piranhas em Alagoas, na divisa com o estado de Sergipe, é famosa porque foi o local onde o cangaceiro Lampião e o seu bando foram capturados. A história do cangaço é contada num museu que fica no centro histórico de Piranhas. Na cidade também estão diversas construções do século 19, que deram ao município, que tem cerca de 25 mil habitantes, o título de Patrimônio Histórico Nacional.

Além da riqueza histórica, Piranhas é um roteiro ligado ao ecoturismo no sertão alagoano devido aos cânions do Rio São Francisco. Durante a visita ao município, o presidente Jair Bolsonaro vai sobrevoar a região dos cânions.

Turistas que visitam a cidade costumam fazer passeios de barco para explorar o local. Durante a navegação eles conseguem admirar a água verde do Rio São Francisco e os grandes paredões de pedras alaranjadas. Normalmente o passeio termina com um mergulho nas praias do rio.

Estas atrações turísticas fazem com que Piranhas seja a terceira cidade mais visitada de Alagoas, ficando atrás da capital Maceió e de Maragogi, onde ficam as piscinas naturais.

 

*Por Maurício de Almeida/TV Brasil

*Edição: Fábio Massalli

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Plataforma digital vai gerar 1 milhão de oportunidades para jovens

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Empresas, sociedade civil, Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e a Organização Internacional do Trabalho (OIT) lançaram nesta quarta-feira (28) uma iniciativa chamada Um Milhão de Oportunidades. O foco reúne adolescentes e jovens de 14 a 24 anos, em especial os que estão em situação de vulnerabilidade – como negros e pardos, indígenas, moradores de periferias urbanas e áreas rurais e pessoas com deficiência. 

A meta, segundo os idealizadores, é gerar, nos próximos dois anos, um milhão de oportunidades em quatro pilares: acesso à educação de qualidade; inclusão digital e conectividade; fomento ao empreendedorismo e protagonismo de adolescentes e jovens; e acesso ao mundo do trabalho em oportunidades de estágio, aprendiz e emprego formal.

Plataforma

Por meio de uma plataforma digital, a iniciativa pretende auxiliar adolescentes e jovens a buscar informações, por regiões, de qualidade sobre oportunidades e formação para o mundo do trabalho.

Todas as oportunidades poderão ser acessadas no site e no aplicativo, que terão um monitoramento sobre o preenchimento efetivo de cada oportunidade pelas empresas participantes por meio de um acordo de adesão.

“ Devemos cuidar, incentivar e apoiar o ensino de todos os jovens, principalmente os que se encontram em situação de vulnerabilidade, pois neles creditamos a esperança de um Brasil mais justo e igualitário. Temos que trabalhar para garantir mais oportunidades para todos”, disse Juliana Azevedo, executivo da P&G Brasil.

Adolescentes e jovens

Com uma população de 48 milhões de pessoas entre 10 e 24 anos, o Brasil tem hoje a maior geração de adolescentes e jovens de sua história, segundo o Unicef. Um dado preocupante é que um em cada quatro adolescentes e jovens não estuda, nem trabalha. O ensino médio é a etapa com maiores índices de evasão escolar. Em 2018, mais de 458 mil adolescentes deixaram a escola.

“Diante  da pandemia da covid-19, esses números podem aumentar ainda mais. É essencial investir agora nos adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade, criando oportunidades para que se mantenham aprendendo e consigam ingressar no mundo de trabalho. Só assim será possível quebrar o ciclo de pobreza que afeta tantas famílias”, explicou Florence Bauer, representante do Unicef no Brasil.

Ainda na avaliação dos especialistas, a velocidade dos avanços tecnológicos pode aumentar ainda mais as desigualdades no Brasil, excluindo adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade e sem formação profissional.

“Um dos efeitos da crise é que o futuro do trabalho está chegando com uma rapidez maior do que antecipado. Isso oferece riscos e oportunidades para a inserção no mercado de trabalho formal de jovens que estão se formando e começando a trajetória profissional, em especial para aqueles em situação de vulnerabilidade. Como a procura das empresas por novas competências e qualificações vai crescer, é preciso preparar a juventude para esse cenário com ações inovadoras”, disse Martin Hahn, diretor do escritório da OIT no Brasil.

 

*Por Karine Melo/Agência Brasil

*Edição: Kleber Sampaio

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