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Missão brasileira embarca com 6 toneladas de material a Beirute

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Foto: © Mohamed Azakir/Reuters/Direitos reservados

O presidente Jair Bolsonaro acompanhou, nesta quarta-feira (12), na Base Aérea de São Paulo, em Guarulhos (SP), a partida da comitiva brasileira em missão especial a Beirute, no Líbano. O governo brasileiro envia ajuda humanitária ao país, em resposta às graves explosões que atingiram o porto da capital libanesa, em 4 de agosto. O retorno da comitiva está previsto para o próximo sábado (15).

Durante o evento, Bolsonaro agradeceu a disponibilidade dos integrantes da comitiva e o emprenho do comando da Aeronáutica para que a missão ocorresse no curto espaço de tempo. “O que nós podemos oferecer, em grande parte vindo da comunidade libanesa, é de coração”, disse.

“Esta data marca ainda mais a nossa aproximação com o Líbano. Os nossos países não abrem mão de democracia e liberdade. É o que nós queremos para o mundo todo e, podem ter certeza, os 12 milhões de descentes libaneses que estão no Brasil contribuem em muito com a nossa pátria, trabalhando, se integrando e colaborando nas mais diversas áreas”, completou o presidente.

A aeronave KC-390, da Força Aérea Brasileira (FAB), foi carregada com 6 toneladas de materiais, entre medicamentos, equipamentos de saúde e alimentos, doados pelo Ministério da Saúde e pela comunidade libanesa no Brasil. Outro avião da FAB, o Embraer 190, levará os integrantes da comitiva, entre eles o ex-presidente Michel Temer, que é filho de libaneses e chefia a comitiva, os senadores Nelson Trad Filho e Luiz Pastore, o secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Flávio Viana Rocha, e o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf.

As duas aeronaves decolaram de São Paulo rumo a Fortaleza, no Ceará, onde será realizado o primeiro intervalo técnico. Na sequência, elas seguem para a Ilha do Sal, em Cabo Verde, e prosseguem para Valência, na Espanha. Só então decolam rumo a Beirute, com chegada prevista para a tarde de amanhã (13).

Além da missão especial humanitária, o governo brasileiro apoia o país por meio do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) que continuam colaborando na elaboração de mapas com imagens de satélites de Beirute, para as atividades de mapeamento emergencial pós-desastre.

Crise econômica e política

As explosões na região portuária de Beirute foram causadas por problemas no armazenamento de cerca de 2.750 toneladas de nitrato de amônio, substância usada na produção de explosivos e fertilizantes. O evento causou pânico e destruição na capital libanesa e deixou mais de cem pessoas mortas e milhares de feridos e desabrigados, muitos com queimaduras graves. O impacto da maior explosão chegou a ser sentido no Chipre, a mais de 200 quilômetros da costa libanesa.

O porto de Beirute era o principal local de armazenamento de grãos do país e a explosão deixou os libaneses com menos de um mês em reservas de alimentos. O Líbano possui 6,8 milhões de habitantes.

A tragédia ocorreu em meio a uma crescente crise econômica e divisões internas no país. Na segunda-feira (10), o primeiro-ministro do Líbano, Hassan Diab, anunciou a renúncia de seu governo após protestos públicos contra os líderes do país.

Em pronunciamento, Diab afirmou que a detonação de material altamente explosivo que estava armazenado no porto da capital por sete anos foi “resultado de corrupção endêmica”. Vários ministros também já haviam renunciado no fim de semana.

Em pronunciamento, o ex-presidente Michel Temer agradeceu o apoio do governo brasileiro, em nome da comunidade libanesa no Brasil e disse que o gesto revela a grande receptividade que o país tem em relação aos estrangeiros.

“Sigo para lá com essa comissão integrada por eminentíssimas figuras na convicção de que seremos muito bem recebidos. E todos lá desejosos de que o Brasil possa exercitar não apenas essa função humanitária, mas, tendo em vista os vínculos tradicionais entre ambos os países, que também possa ajudar a solucionar os embates político, com autorização naturalmente das autoridades libaneses, mas que possamos dar a nossa colaboração para pacificação interna daquele país”, disse Temer.

*Fonte: Agência Brasil

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Cercado de amigos e apoiadores, Capitão Carpê realiza 4ª caminhada na Compensa

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Capitão Carpê (Republicanos), reuniu  amigos e apoiadores para uma grande caminhada na Avenida Coronel Cyrillo Neves, bairro Compensa, zona oeste da capital. - Foto: Ítalo Sena

Na tarde desta quarta-feira (21), o candidato a vereador de Manaus, Capitão Carpê Andrade (Republicanos), reuniu  amigos e apoiadores para uma grande caminhada na Avenida Coronel Cyrillo Neves, bairro Compensa, zona oeste da capital. Desde o início oficial da campanha eleitoral, esta foi a 4ª caminhada do candidato pelas ruas do bairro que o acolheu desde sua chegada a Manaus, em 1996.

Durante a caminhada, Carpê foi recebido com entusiasmo por moradores e comerciantes da região. – Foto: Ítalo Sena

Rodeado de familiares, amigos e apoiadores, Carpê foi recebido com muito carinho e entusiamo por moradores, comerciantes e muitos de seus seguidores das redes sociais, que fizeram questão de manifestar apoio ao Capitão. “É muito emocionante e esperançoso ver alguém que acompanho desde muito tempo pelas redes sociais, surgir como força política para a nossa cidade. O Capitão é alguém que acredito e sempre acreditei, tanto no seu trabalho como policial, quanto nas suas ações como um simples cidadão, sempre disposto a ajudar o próximo,” disse a estudante de Medicina Veterinária, Jennifer Leandro, de 19 anos.

Durante a caminhada, o candidato comentou sobre sua trajetória de vida e relembrou com emoção pelas dificuldades que passou junto a sua família quando chegou em Manaus. “Olhar para esse povo e caminhar pelas ruas deste bairro onde cresci, estudei e me formei, traz à memória os dias difíceis que minha família e eu passamos quando chegamos em Manaus. Viemos de uma realidade muito carente, passamos por muitas necessidades, e olhando para essa realidade ainda tão presente na vida do nosso povo, vem a motivação em buscar, por meio da política, mais dignidade, respeito e dias melhores para essa gente tão querida e trabalhadora”, disse o Capitão Carpê.

Foto: ítalo Sena

Ainda durante o percurso, Capitão Carpê comentou sobre a campanha que idealizou em 2019, ali mesmo, na via que dar acesso à Ponte Jormalista Phelippe Daou, mais conhecida como Ponte Rio Negro, que ajudou a conscientizar e salvar muitas pessoas vítimas da depressão.

“O que me motivou a idealizar e buscar apoio para realizar a campanha foi o considerável número de pessoas que procurava a Ponte Rio Negro para dar fim a própria vida, aquilo me incomodou, pois sabia que algo precisava ser feito. Após o início da campanha, uma atenção maior foi dada às pessoas que sofrem de depressão. A população, de uma forma geral, hoje tem uma visão diferente deste problema, que nada tem haver com a falta de Deus, ou de fé, mas é um problema de saúde pública e que precisa ter um cuidado melhor por parte do poder público. Tenho muito orgulho de ter iniciado o projeto, mas sei que ainda temos muito a fazer,” finalizou o candidato.

“Ainda Não é Sua Última Viagem”

Em 2019, um grupo comandado pelo então capitão da Polícia Militar do Amazonas (PM-AM), Carpegiane Andrade, deu início a uma campanha de prevenção e combate ao suicídio na ponte sobre o Rio Negro. A ação, denominada “Ainda Não é Sua Última viagem”, foi pioneira no local e chamou a atenção do poder público, da imprensa e da sociedade para um tema cada vez mais recorrente, do qual ainda é visto por grande parte da população como um “tabu”. O evento contou com distribuição de panfletos, palestras de profissionais das áreas de Psicologia e Psiquiatria, além de um intenso trabalho de conscientização da população.

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Batalhão Ambiental bate recorde de apreensão de madeira ilegal no AM

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De janeiro até setembro deste ano, as operações realizadas pelos policiais resultaram em uma apreensão de 12 vezes mais metros cúbicos de madeira oriunda de área de desmatamento ilegal. FOTO: Divulgação/PM

O Batalhão de Policiamento Ambiental (BPAmb), da Polícia Militar do Amazonas, alcançou apreensão recorde de madeira ilegal no estado. De janeiro até setembro deste ano, as operações realizadas pelos policiais que trabalham na proteção ao meio ambiente resultaram em uma apreensão de 12 vezes mais metros cúbicos de madeira oriunda de área de desmatamento ilegal, em comparação com o ano passado.

Subordinado ao Comando de Policiamento Ambiental (CPAmb), o Batalhão reforçou as operações de fiscalização em 2020, o que gerou aumento expressivo nos dados de produtividade. Até setembro, foram apreendidos 8,3 mil metros cúbicos de madeira irregular, entre madeiras serradas e toras de árvores. No mesmo período do ano passado, as ações policiais localizaram 678,9 metros cúbicos.

As apreensões estão embasadas na Lei Federal nº 9.605/1998, que prevê sanções penais e administrativas para quem cometer crimes ambientais. De acordo com o comandante do Batalhão, major Wallasson Lira, a ordem é intensificar as fiscalizações no estado.

“O principal motivo dessa apreensão é o aumento da fiscalização e a participação do batalhão em operações no sul do estado, e no programa Vigia. Nos últimos meses tivemos uma produtividade muito acentuada em relação a madeiras ilegais. Quem comete esse crime ambiental pode pegar detenção de seis meses a um ano, e multa”, disse o major.

O transporte da madeira sem a comprovação do Documento de Origem Florestal (DOF) é considerado crime ambiental. Se o condutor do veículo for flagrado com documentos adulterados pode ser preso em flagrante.

Entre as madeiras apreendidas estão espécies do tipo louro, angelim, ipê, tauari, assacu, muiracatiara e cedrinho.

Maior apreensão

Em uma das ações policiais realizadas este ano, as equipes do Batalhão Ambiental da PMAM apreenderam 900 toras de madeira, uma embarcação de grande porte e uma pá carregadeira, em Manacapuru, próximo à Comunidade Santo Antônio. A apreensão é a maior dos últimos quatro anos em ações contra crimes ambientais. Três suspeitos foram detidos e uma serraria que atuava em situação irregular foi interditada.

Denúncias

Para relatar crimes contra o meio ambiente, a população pode entrar em contato com a linha direta do Batalhão Ambiental, por meio do telefone (92) 98842-1553, que também recebe mensagens no aplicativo Whatsapp. É possível, ainda, fazer denúncias ao 181, o disque-denúncia da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM).

 

*Com informações de assessoria de imprensa

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PC apreende adolescente de 17 anos por tráfico de drogas em Manacapuru

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Delegada Roberta Merly - Divulgação/PC-AM

Nesta terça-feira (20), por volta das 11h30, policiais civis da Delegacia Especializada de Polícia (DEP) de Manacapuru (distante 68 quilômetros em linha reta da capital), sob a coordenação da delegada Roberta Merly, titular da unidade policial, apreenderam um adolescente de 17 anos, por ato infracional análogo aos crimes de tráfico de drogas e receptação. A apreensão ocorreu na rua Cinco, bairro Morada do Sol.

A autoridade policial informou que, a vítima, que não teve a idade revelada, compareceu ao prédio da DEP para registrar um Boletim de Ocorrência (BO). Na ocasião, ela informou que teve seu aparelho celular roubado por um indivíduo identificado apenas como “Fusca”, na segunda-feira (19/10), e o mesmo já estava detido naquela unidade policial.

“Com base nessa informação, interrogamos ‘Fusca’, que confessou a autoria do delito e relatou que vendeu o aparelho para o adolescente de 17 anos. Seguimos em diligências até a casa dele no bairro Morada do Sol, e conseguimos apreendê-lo. Durante revista no imóvel, localizamos o aparelho celular fruto do roubo, quatro trouxinhas de cocaína e R$ 370 em espécie, provenientes da venda de entorpecentes”, disse a delegada Roberta Merly.

Procedimentos

O adolescente irá responder por ato infracional análogo aos crimes de tráfico de drogas e receptação. Após os trâmites cabíveis, ele permanecerá apreendido na delegacia à disposição da Justiça.

 

*Com informações de assessoria

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