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Motorista de caminhão é preso após atropelamento em Manaus

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Foto: Reprodução

Um grave acidente de trânsito ocorreu na Avenida Mirra, no Loteamento João Paulo, bairro Jorge Teixeira, na zona leste de Manaus, no fim da tarde desta quinta-feira (03). O condutor de um caminhão guincho, de 49 anos, perdeu a direção do veículo após o mesmo apresentar falhar mecânicas, invadindo a calçada e atropelando brutalmente um pedestre, identificado como João Batista Galiza, de 42 anos.

O autor do acidente foi conduzido até o Núcleo Especializado em Operações de Trânsito (Neot), do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-AM), que estava nas proximidades em operação conjunta com o 30° Distrito Integrado de Polícia Civil e a 30ª Companhia Interativa Comunitária da Polícia Militar.

No Neot, o condutor foi submetido ao teste do bafômetro, que deu negativo. Em seguida, ele foi levado ao 14° Distrito Integrado de Polícia (DIP), onde foi flagranteado por homicídio culposo (quando não há intenção de matar) na direção de veículo automotor.

O caso

Na tarde desta quinta-feira (3), um motorista de caminhão perdeu o controle do veículo e causou um grave acidente na avenida Mirra, bairro Jorge Teixeira, zona leste de Manaus. O condutor, de 49 anos, perdeu o controle após o caminhão apresentar falhas mecânicas. Um homem, identificado como João Batista Galiza, de 42 anos, foi atropelado de forma brutal, não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

 

*Com informações de assessoria

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Covid-19: Estudo sugere que Manaus atingiu imunidade de rebanho

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Aglomeração em bares de Manaus tem sido alvo de fiscalização. - Foto: Patrick Marques/G1 AM

Estudo divulgado na segunda-feira (21) na plataforma medRxiv aponta que quando a cidade de Manaus (AM) vivenciou o pico da epidemia de covid-19, em meados de maio, aproximadamente 46% da população local já havia contraído o SARS-CoV-2. Um mês depois, o percentual de infectados teria atingido 65% e, nos dois meses seguintes, teria se estabilizado em torno de 66%.

Na avaliação dos autores, essa taxa de infecção “excepcionalmente alta” sugere que a imunidade de rebanho pode ter contribuído significativamente para determinar o tamanho final da epidemia na capital amazonense.

“Ao que tudo indica, a própria exposição ao vírus levou à queda no número de novos casos e de óbitos em Manaus. No entanto, nossos resultados indicam uma soroprevalência bem mais alta do que a estimada em estudos anteriores, diz Ester Sabino, professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP) e coordenadora da pesquisa – conduzida com apoio da FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo).

As conclusões apresentadas no artigo – ainda sem revisão por pares – baseiam-se em uma combinação de modelagem matemática e análises sorológicas feitas em amostras de sangue doado à Fundação Hospitalar de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam) entre os meses de fevereiro e agosto.

“Selecionamos amostras de mil doadores em cada mês e analisamos a presença de anticorpos contra o SARS-CoV-2. Em seguida, fizemos uma série de correções nos resultados por meio de modelagem matemática”, conta à Agência FAPESP o primeiro autor do estudo, Lewis Buss, mestrando no Instituto de Medicina Tropical e no Departamento de Medicina Preventiva da FM-USP.

Esse tipo de análise está sujeito a uma série de vieses que precisam ser compensados, explica Buss. Um deles é o fato de os doadores de sangue serem, de modo geral, mais jovens e saudáveis (assintomáticos) do que a média da população. Além disso, no caso específico de Manaus, há também uma representatividade maior do sexo masculino.

Outro ponto considerado pelos pesquisadores foi a sensibilidade do teste sorológico usado, estimada em 85% para indivíduos assintomáticos ou com doença leve (a taxa de falso negativo, portanto, pode chegar a 15%). O ajuste-chave, porém, foi o que buscou corrigir o declínio natural da soroprevalência contra o SARS-CoV-2 – algo que tem sido observado em inquéritos sorológicos feitos em diversos países.

“Algo que ficou evidente em nosso estudo – e que também está sendo mostrado por outros grupos – é que os anticorpos contra o SARS-CoV-2 decaem rapidamente, poucos meses após a infecção. Isso está claramente ocorrendo em Manaus, o que mostra a importância de fazer medidas seriadas para entender a evolução da doença”, afirma Buss.

A soroprevalência bruta encontrada na pesquisa, ou seja, sem qualquer tipo de correção, variou de 0,7% em março, para 5,5% em abril, 39,9% em maio, 46,3% em junho, 36,5% em julho e 27,5% em agosto. Com os ajustes do modelo matemático, porém, os números estimados foram respectivamente: 0,7%, 5%, 45,9%, 64,8%, 66,1% e, novamente, 66,1%.

Estratégia semelhante foi adotada para o município de São Paulo, onde os pesquisadores analisaram amostras de sangue doado na Fundação Pró-Sangue entre fevereiro e agosto. Também nesse caso foram selecionadas mil amostras por mês e, além disso, foi adotado um critério de cotas geográficas para dar representatividade a moradores de todas as regiões da cidade.

A soroprevalência bruta encontrada na capital paulista variou de 0,9% em março para 3% em abril, 5,3% em maio, 11,9% em junho, 9,6% em julho e 12,1% em agosto. Após os ajustes do modelo os números foram respectivamente: 0,8%, 3,1%, 6,9%, 16,1%, 17,2% e 22,4%.

“As duas cidades têm curvas epidemiológicas muito diferentes e é muito difícil explicar o porquê apenas com base nos dados sorológicos”, diz Buss. “Talvez a informação nova é que a soroprevalência já era alta em Manaus quando os óbitos começaram a cair, o que sugere a contribuição da imunidade coletiva. Em São Paulo, por outro lado, a soroprevalência é bem mais baixa e a curva, mais achatada. É provável, portanto, que outros fatores tenham influenciado a queda no número de novos casos na capital paulista”, avalia.

Sabino destaca que após atingir o pico de óbitos, entre maio e junho, a capital paulista entrou em uma espécie de platô. “Ao contrário do observado em Manaus, por aqui a queda está ocorrendo lentamente e os dados de agosto estão semelhantes aos do começo de abril. Mas hoje vemos muito mais pessoas usando máscaras e, embora o comércio tenha reaberto, a mobilidade ainda está restrita e as escolas permanecem fechadas, bem como os cinemas e teatros. É possível que esses fatores tenham segurado o crescimento da doença por aqui”, diz. “Vale ressaltar que caso a curva fosse semelhante à de Manaus São Paulo teria tido uma mortalidade três vezes maior”, alerta a pesquisadora.

Atualmente, o grupo coordenado por Sabino está conduzindo análises sorológicas com amostras de doadores do Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), Recife (PE), Fortaleza (CE), Curitiba (PR), Belo Horizonte (MG) e Campo Grande (MS). Os resultados serão divulgados em breve.

“Trabalhar com dados de bancos de sangue nos permite mensurar a soroprevalência de uma determinada doença de forma mais rápida e barata do que os estudos que vão de porta em porta coletando amostras”, diz Sabino.

No entanto, ressalta a pesquisadora, a estratégia tem suas limitações, sendo a principal delas a diferença de perfil entre os doadores de sangue e a população geral da cidade, o que requer cuidados para tornar a amostragem representativa.

“Quando começamos a pesquisa em São Paulo, com o auxílio da FAPESP, uma das primeiras coisas que fizemos foi estudar a geografia dos doadores de sangue para poder estratificar melhor as amostras. Com os recursos da iniciativa Todos Pela Saúde [do Itaú Unibanco] e os kits de sorologia doados pela farmacêutica Abbott, conseguimos expandir as análises para as demais capitais”, conta.

“Ao comparar Manaus e São Paulo vemos curvas epidemiológicas muito diferentes, apesar de as políticas públicas para conter a disseminação da doença terem sido adotadas em datas próximas e o índice de isolamento social não ser radicalmente diferente nos dois lugares. O próximo passo é analisar as curvas das outras cidades para, em seguida, criar modelos que nos permitam entender quais fatores pesaram mais em cada caso”, diz Sabino.

A pesquisa tem sido conduzida no âmbito do Centro Brasil-Reino Unido para Descoberta, Diagnóstico, Genômica e Epidemiologia de Arbovírus (CADDE), financiado por FAPESP, Medical Research Council e Fundo Newton (os dois últimos do Reino Unido).

 

*Por Karina Toledo da Agência Fapesp

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Ciclopatrulha comemora o Dia Mundial Sem Carro e leva educação no trânsito e meio ambiente em Manaus

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Na manhã desta terça-feira (22), aproximadamente 30 policiais militares do Ciclopatrulhamento, comemoram o dia mundial sem carro nas ruas de Manaus. Durante o evento, foi incentivado à prática de educação no trânsito, em especial ao respeito e a segurança dos ciclistas, e a conscientização quanto à preservação do meio ambiente.

Alertar os motoristas quanto ao uso inapropriado das ciclovias e ciclo-faixas, é uma missão ainda bem complicada nas ruas de Manaus. Um dos fatores é a dificuldade no tráfego de veículos e a falta de educação.

Foto: Divulgação

A disputa por espaço nas vias se torna grande obstáculo para que os condutores de veículos automotores respeitem o espaço destinado aos ciclistas. Para ajudar a mudar essa educação no trânsito, ações como estas são de grande importância para que ciclistas e motoristas possam ter uma boa convivência no trânsito.

Além disso, a ideia do dia mundial sem carro é incentivar o uso da bicicleta como alternativa de locomoção, e reduzir o número de carros pelas ruas, e com isso diminuir a poluição ao meio ambiente.

Foto: Divulgação

Nesse primeiro momento a ação foi de deslocamento do Ciclopatrulhamento, que teve início na praia da Ponta Negra, zona oeste da cidade, e seguiu até a base da 19ª Companhia Interativa Comunitária (CICOM), no mesmo bairro.

Empresas privadas também participaram da programação e se mostraram interessadas nas ações do Ciclopatrulhamento. “Três empresas de transporte coletivo solicitaram a nossa presença para ministrar palestras aos seus motoristas, que em sua maioria são condutores de ônibus e caminhão, aceitamos o convite e na próxima sexta-feira, 25, já iremos dar início as instruções e orientações a esses profissionais”, destacou o Capitão Vieira, comandante do Ciclopatrulhamento.

A empresa que tiver interesse pelas palestras pode fazer contato no linha direta do Ciclopatrulhamento 98842-2586.

 

*Com informações de assessoria

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Dupla é presa por roubar empresa no Distrito Industrial, em Manaus

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A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio da atuação da equipe de investigação do 7º Distrito Integrado de Polícia (DIP), prendeu por volta das 19h desta segunda-feira (21), o vigilante Alexandre de Souza Maia, de 38 anos, e Josenildo Coutinho, de 41 anos, pelo crime de furto a uma empresa localizada no Distrito Industrial, zona leste de Manaus.

A equipe de investigação tomou conhecimento do crime através de boletim de ocorrência registrado na última sexta-feira (18), que uma empresa transportadora, localizada no Distrito Industrial estava sendo vítima de roubo.

Dando início as investigações, a polícia chegou a a equipe ao nome de Alexandre e de Josenildo  como suspeitos crime. Durante as ações criminosas, a dupla utilizava uma motocicleta para transportar o material furtado.

Ainda durante a investigação, um  o receptador informou que realmente teria comprado cerca de 24 fardos de café do vigilante. O prejuízo total da empresa ainda está sendo contabilizado.

Diante dos fatos, Alexandre e Josenildo foram conduzidos à delegacia para os procedimentos cabíveis.

 

*Com informações de assessoria

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