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Amazonas

MPF processa ex-ministro Pazuello e secretário de Saúde do AM por responsabilidade na crise de oxigênio

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O Ministério Público Federal (MPF) no Amazonas ajuizou, nesta quarta-feira (14), ação de improbidade administrativa contra o ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e o secretário estadual de Saúde do Amazonas, Marcellus Campelo, por omissão no combate à pandemia entre dezembro de 2020 e janeiro de 2021, quando o Amazonas registrou colapso de oxigênio nas unidades de saúde e aumento de mortes por covid-19.

Entre 14 e 15 de janeiro, falta de oxigênio nos hospitais de Manaus levou a cidade de Manaus a um cenário de caos. Com recordes nos casos de Covid, a capital precisou enviar pacientes que dependiam do insumo para outros estados.

A ação, encaminhada à Justiça Federal no Amazonas, cita, também, três secretários do Ministério da Saúde e o coordenador do Comitê de Crise do Amazonas, Francisco Ferreira Máximo Filho.

No documento, o MPF identificou atos de improbidade administrativa em cinco situações distintas:

  • atraso e lentidão do Ministério da Saúde no envio de equipe para diagnosticar e minorar nova onda de covid-19 no Amazonas;
  • omissão no monitoramento da demanda de oxigênio medicinal e na adoção de medidas eficazes e tempestivas para evitar seu desabastecimento;
  • realização de pressão para utilização de ‘tratamento precoce’;
  • demora na adoção de medidas para transferência de pacientes que aguardavam leitos;
  • e ausência de medidas de estímulo ao isolamento social.
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Amazonas

Colisão entre lanchas deixa dois feridos e dois desaparecidos em Manaus

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Uma colisão entre duas lanchas na noite desta quinta-feira (22) deixou dois feridos e duas pessoas desaparecidas na Marina do Davi, bairro Tarumã, em Manaus, depois que a embarcação em que as vítimas estavam afundou. Três pessoas que estavam dentro da lancha que causou o acidente prestaram depoimento na delegacia.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o acionamento ocorreu às 21h10. A Polícia Militar informou para a corporação sobre a colisão entre as embarcações nas proximidades da base do Fluvial da Polícia Ambiental.

Em uma lancha de passeio que causou o acidente, havia duas mulheres e dois homens, sendo um deles o dono da embarcação e o outro, o piloto. Desse grupo, o proprietário e as mulheres foram levados para o 19° Distrito Integrado de Polícia. Eles prestaram esclarecimentos e foram liberados. O condutor não foi localizado pela polícia.

Na lancha que afundou havia também quatro pessoas, membros de uma igreja. Duas mulheres foram socorridas pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência para o hospital. Elas usavam colete salva-vidas. Dois homens estão desaparecidos.

O Corpo de Bombeiros realizou mergulhos de 23 metros de profundidade até às 23h30. As vítimas ainda não foram encontradas e nem a lancha que submergiu.

As buscas foram interrompidas por conta da forte chuva. De acordo com os bombeiros, os mergulhadores demarcaram o local do acidente e retornarão as buscas nesta manhã. A outra lancha, que causou o acidente, está em posse da polícia, na base fluvial da PM.

Com informações: G1 Amazonas

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Amazonas

Com tucumã sob análise, Governo do AM considera controlado surto de infecção alimentar em Manacapuru

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O governo do Amazonas informou que o surto de Doença Transmitida por Alimento (DTA) ocorrido em Manacapuru, Região Metropolitana de Manaus, é considerado controlado pela Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Drª Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP). Uma das causas investigadas é a ingestão de tucumã contaminado.

De acordo com a FVS, 48 pessoas estão envolvidas no surto da doença, tendo como uma das suspeitas de causa a ingestão do tucumã. Os casos ocorreram na comunidade Irapajé, em Manacapuru.

  • Consumo de tucumã em casos de infecção alimentar em Manacapuru (AM): o que se sabe até agora.

Dos 48 envolvidos, 23 pessoas receberam atendimento médico. Até esta quarta-feira (21), uma pessoa permanece internada na rede de saúde pública em Manaus.

Conforme a FVS, o surto de DTA em Manacapuru é considerado controlado, devido à ausência de notificação de novos casos, que não ocorre há mais de 24 horas.

As amostras de água coletada em Manacapuru e de tucumã foram encaminhadas para análise no Laboratório Central de Saúde Pública da FVS-RCP (Lacen/FVS-RCP). O governo informou que aguarda os resultados dessas análises. A previsão é que os resultados saiam em até 15 dias.

Com informações: G1 Amazonas

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Amazonas

Morte súbita de menina de 12 anos é investigada no AM

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Uma adolescente de 12 anos morreu subitamente, nesta quarta-feira (21), no município de Iranduba, a 38 Km de Manaus, depois de passar mal e desmaiar na hora do café, segundo a família. O caso está sendo investigado.

De acordo com o registro do Instituto Médico Legal, a causa da morte é “indeterminada/suspeita”. Segundo o órgão, a adolescente chegou morta ao Hospital Regional Hilda Freire, no Iranduba.

Segundo registro da Polícia Civil, em boletim de ocorrência, a adolescente era natural de Eirunepé, mas há três meses morava em Paricatuba, zona rural de Iranduba.

A tia contou ao G1 que a menina se mudou para fazer tratamento médico por conta de problemas respiratórios. Ela contou que às vezes a sobrinha passava mal.

Ainda segundo registro, o relato da família é que a adolescente tomava café e desmaiou “sem motivo aparente”.

A menina foi levada para o hospital de Iranduba, mas não resistiu. No registro da ocorrência, a família relatou que a médica que atendeu a adolescente não emitiu o Serviço de Verificação de Óbito (SVO), um documento responsável por determinar a causa do óbito.

A família informou à polícia que a médica não expediu esse documento “por achar estranho que uma criança de 12 anos, sem histórico médico, chegue a falecer sem motivos aparente”, diz trecho do boletim de ocorrência.

Um laudo do IML deve apontar a causa da morte da adolescente. A tia disse que o velório acontecerá na vila em que a menina morava.

Com informações: G1 Amazonas

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