Conecte-se conosco

Destaque

Mulher acorda de coma após 3 meses e descobre que noivo já estava com outra

Publicado

em

A australiana Brie Duval, de 25 anos, mas que vivia no Canadá, estava em um relacionamento havia 4 anos, inclusive já estava noiva, e tinha o emprego que sonhou, quando sofreu um acidente e ficou em coma por 3 meses. Ao acordar do coma, ela descobriu que seu futuro esposo a tinha deixado e já estava morando com outra mulher.

O caso aconteceu em meados de 2020, quando Brie estava se divertindo com seus amigos enquanto bebiam em um edifício de estacionamento em obras. Uma das pontas da construção não tinha sido concluída.

Por conta da falta de sinalização, Brie se distraiu e pisou no local ainda não acabado da obra e caiu de cabeça no meio de uma rua próxima.

Ela foi levada para um hospital da região de helicóptero. Chegando lá, ela conta que teve que passar por longas horas de cirurgia e ficou internada na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI).

A jovem ficou 3 meses em coma sem conseguir abrir os olhos e conversar. Os médicos disseram aos pais da garota que ela tinha apenas 10% de chance de sobreviver. Mesmo assim eles negaram o desligamento dos equipamentos.

Por ter acontecido em 2020, o mundo estava parado por conta da pandemia da Covid-19 e seus pais, que ainda moravam na Austrália, não conseguiam visitá-la no Canadá.

A moça relatou ao jornal inglês “The Mirror” que a única pessoa que esteve do lado dela no hospital foi sua melhor amiga Sam, que fazia visitas aos finais de semana sempre acompanhada da mãe, Sandy.

“Sandy costumava vir me visitar todos os dias enquanto morava na cidade, ela se certificava de que eu tinha tudo o que precisava, pois não tinha minha mãe de verdade comigo. Ela ficava por horas, jogava jogos de tabuleiro e mantinha contato com minha mãe. Ela estava bem no meio disso”, contou ela ao periódico britânico.

Depois de um tempo ela pôde receber seu celular e a primeira coisa que fez foi ligar para o noivo e perguntar o motivo de ele não ter ido visitá-la nesse tempo. A ligação foi recusada. A garota então escreveu uma mensagem e recebeu a seguinte resposta:

“Eu estou com ele, ele se mudou e agora vive comigo e com meu filho. Por favor, não o procure.”

Brie contou que ficou extremamente abalada com a situação e que não soube como reagir. Depois que saiu do coma, a menina ainda ficou 2 meses no hospital para realizar o processo de recuperação. Segundo ela, a sensação era de que estava a todo tempo com os efeitos de uma concussão.

“Voltando à vida normal, apenas tentando estabelecer qual é o meu novo normal – eu não conseguia engolir quando acordei, tive que tentar aprender a andar novamente, da cintura até os dedos dos pés, parecia que estava morta. Todos os meus músculos foram completamente perdidos enquanto eu estava deitada na cama”, contou a jovem.

Ela disse ao jornal que a experiência de passar por isso longe da família foi bem traumática e por conta disso decidiu voltar para a Austrália e pretende permanecer por lá ao lado dos familiares.

Com informações : Em Tempo

Continue lendo
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Entrar

Deixe uma resposta

Artigos

Ética e Governança Moral dos Homens Maus

Publicado

em

Complience, inclusão,  ética e sustentabilidade são algumas das dimensões bastante presentes, teorizadas e discutidas em todos os “manuais de instruções” para boas práticas de governança corporativa de quase todas as organizações do planeta, pública ou privada.

Em relação às considerações pertinentes a sustentabilidade, tanto para as organizações que se limitam ao tripé tradicional do modelo ESG – governança econômica, social  e ambiental – quanto para as que buscam ir além desse modelo e adicionam as dimensões cultural e espacial, propostas por Sachs, assumem um desafio muito maior, principalmente no atrasado e “conservador” ambiente negocial brasileiro onde, parece, que o heterismo estrutural luta com unhas e dentes para se manter como cultura corporativa dominante, intocável e, pior ainda, inquestionável e irrevogável. O heterismo, considerado como originário da Grécia clássica, mas que se encontra presente em quase todo o velho testamento cristão, foi definido por  Engels, como um “sistema” característico do patriarcado,  concertado pela elite econômico-militar para prática aberta  de relações extraconjugais dos homens com escravas e mulheres não casadas, independente da vontade daquelas mulheres. O heterismo, desde o inicio, se impôs como prática de dominação sexual masculina a partir da posse de uma posição hierárquica privilegiada, principalmente econômica que, atualmente, pode-se incluir muitos CEO de grandes bancos e corporações.

De início, qualquer política organizacional que seja pautada por algum modelo de gestão sustentável resume-se à dimensão ÉTICA em todas as suas relações: ambiental, social, humana, feminina, das minorias e caminhando até o nível subatômico da matéria invisível.  A dimensão ética se impõe como única opção para aqueles que pretendem salvar o planeta, a civilização e os organismos humanos que neles habitam…

Eu particularmente não acredito que a maioria das empresas que afirma condicionar suas atividades pela ótica da sustentabilidade o façam por amor ao planeta ou às pessoas que só têm este planeta pra ganhar a vida. Veja os casos do Banco da Brasil, Petrobrás e Vale. Ainda, verifica-se que a maioria delas trabalha muito mais para reduzir possíveis danos ambientais tendentes a impactar negativamente em suas próprias cadeias de suprimento do que buscar soluções que produzam melhorias permanentes na vida das pessoas em sua volta, exceto, através da filantropia social, que tem sido um meio de baixo custo para melhorar a imagem social da organização.

Organizações comprometidas com a sustentabilidade pautam-se, acima de tudo, pela ética, e não pelo resultado a qualquer custo, como costumam afirmar em seus mapas de valores vencidos. Sendo a ética uma dimensão humana, ela começa, destina-se e se estabelece nas relações humanas continuadas, indistintamente. Ainda, a ética espiritual cristã, defendida por Jesus, é muito mais humanista do que racionalista-utilitarista (Bentham, Mills, Smith) ao afirmar que o ponto máximo da realização humana é simplesmente amar os outros indistintamente…

A imoralidade envolvendo o escândalo recente com o presidente da Caixa Econômica Federal, um caso denunciado entre milhares de outros ocultados, por si só, o reprova como líder e gestor no primeiro degrau das competências necessárias para governança corporativa, assim como, nos princípios básicos da ética cristã. Contudo, ele poderá servir como ponto de partida para que o quinto Objetivo de Sustentabilidade das Nações Unidas – empoderamento feminino – não sirva apenas para dar mais poder gerencial às mulheres, mas também, para afastar os heteristas das gestão de qualquer negócio em que suas ações se destinam muito mais a conseguir mais uma ejaculação para si, do que um orgasmo completo para o planeta.

Continue lendo

Amazonas

Governador Wilson Lima anuncia redução no valor da gasolina e energia elétrica no Amazonas

Publicado

em

Por

Neste segunda-feira (04), o governador do Amazonas, Wilson Lima, anunciou nas redes sociais que reduziu o ICMS dos combustíveis. Segundo o chefe do executivo estadual, o imposto da gasolina era de 25% e agora passa a ser de 18%, levando um preço mais acessível para o bolso dos consumidores.

Além de anunciar a redução do ICMS, o governador também garantiu que irá reduzir a alíquota das comunicações, do gás natural e da energia elétrica no estado do Amazonas.

“Estamos fazendo nossa parte e esperamos que essa redução chegue, de fato, aos consumidores”, escreveu Wilson Lima no Twitter.

Veja:

Continue lendo

Destaque

Em Manaus, mãe denuncia Mundo do Saber por discriminar filho PCD; escola alega difamação

Publicado

em

Por

“Discriminaram o meu filho”. É o que alega a advogada Bárbara Rodrigues, que acusa o Centro Educacional Mundo do Saber, situado no bairro Adrianópolis, Zona Centro Sul de Manaus, de ter recusado a matrícula de seu filho, o pequeno Théo, de 2 anos, em razão de sua condição de saúde equiparada a uma pessoa com deficiência (PCD). A criança é ostomizada e precisa, portanto, usar uma bolsa de colostomia.

Bárbara relata que procurou uma vaga para seu filho no centro educacional e foi informada de que seria necessária uma série de condições para que ele fosse aceito, condições estas que, segundo ela, estão fora da lei. Além disso, a escola também teria dificultado todo o processo para a aceitação da matrícula que inclui avaliação psicopedagógica, segundo ela.

Porém, antes disso, Bárbara teria procurado a direção da escola sem se apresentar como mãe de uma criança com deficiência e o tratamento, segundo relatou Bárbara, foi totalmente diferente e facilitado por parte da escola.

“No dia que eu fui conhecer [a escola] ele [diretor] me mostrou as salas, as professoras, tudo! E nesse dia que eu fui e disse que era mãe do Theo, ele disse que não estava com a agenda da psicopedagoga e não saberia dizer o horário disponível para avaliação. Antes de falar que era para o Théo tinha vaga para avaliação, para matrícula e depois desapareceu tudo”, afirma a mãe da criança.

A advogada relata ainda que, depois de insistir, ela conseguiu uma vaga com a psicopedagoga, mas que chegando lá com o filho, a profissional sequer olhou para a criança e já tinha o veredito: “nós não vamos aceitar a matrícula do seu filho porque precisaria de um enfermeiro para acompanhá-lo”, teria dito a pedagoga, ao acrescentar que os pais teriam que contratar esse profissional, de acordo com Bárbara.

O pai de Théo, Raphael Rodrigues é enfermeiro e se prontificou a ficar de sobreaviso caso acontecesse qualquer eventualidade com a criança, mas ressaltou que não seria necessário acompanhá-lo todos os dias. Porém, segundo os pais da criança, a escola não teria aceitado também essa condição.

“Não tem essa exigência para nenhuma pessoa com deficiência, ter um enfermeiro pra cuidar dela, porque é uma pessoa normal, meu filho é uma criança normal, saudável, ele só usa uma bolsa de colostomia. E quando eles pedem essa contratação, é como se eles quisessem tolher, colocando uma situação onerosa demais para que a gente não consiga matricular, porque imagina você ter que pagar uma mensalidade e ainda pagar o enfermeiro…”, alega a mãe de Théo.

Diante da situação, Bárbara, que é advogada, acionou o Ministério Público do Amazonas (MPAM), o Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o Ministério da Educação (MEC) e registrou Boletim de Ocorrência na Delegacia de Polícia Civil. Ela afirma que quer reparação pública por parte do centro educacional.

“Isso não vai ficar impune, vamos até o final. Inclusive, na ação cível a gente quer reparação pública, porque aqui a gente não está interessada em dano moral, a gente quer que outras mães e crianças não passem por isso. Eu não quero que outra mãe passe pelo o que eu passei. Infelizmente eles pegaram uma mãe que não é leiga. Mas, outras mães devem ter saído de lá com uma recusa e vai acontecer com outras se ninguém fizer nada, e eu quero fazer”, disse Bárbara.

O outro lado

Procurado pela reportagem, o Centro Educacional Mundo do Saber nega ter discriminado a criança e afirma que o caso trata-se de difamação, e que a escola entrará com ação na Justiça contra Bárbara e pedirá retratação pública. A escola também registrou um Boletim de Ocorrência contra Bárbara que, segundo a direção da escola, utiliza perfis falsos nas redes sociais para difamar o centro educacional.

A diretora da escola, Jeane Lima, afirma que no momento da procura não havia vaga para pessoa com deficiência, obedecendo a um regimento estadual que dispõe sobre a capacidade da escola e das turmas em receber crianças com deficiência. Além disso, a escola não disponibiliza ambulatório para acolher alunos ostomizados. “Para eu aceitar uma criança ostomizada eu preciso ter enfermeiro e ambulatório na escola”, alega a diretora.

Ainda segunda a diretora, em nenhum momento foi exigido que os pais contratassem um profissional da saúde para acompanhar a criança. Segundo Jeane, a mãe da criança foi quem sugeriu que o pai enfermeiro ficasse à disposição para uma possível eventualidade, mas essa condição não foi aceita pela escola, que defende a permanência constante de um enfermeiro com o aluno, porém, disponibilizado pela própria escola, que ainda não tem essa estrutura.

“Para a gente construir um negócio desses foi muito doído, leva muito tempo, são horas de trabalho que eu me abstenho de ficar com os meus filhos, mas para derrubar é questão de segundos. Um prédio leva anos para ser construído, mas para derrubar é questão de segundos, e é exatamente essa a intenção dessa moça. Por qual motivo eu não sei, porque em momento algum a distratamos”, afirma a diretora.

O advogado do centro educacional, Darden Klinger Colares, afirma que irá tomar as providências cabíveis contra Bárbara por difamação. “A forma de lidar com isso é a forma que nos respalda, iremos entrar com uma possível ação indenizatória, ou então, ainda que ela possa se redimir, possivelmente uma retratação pública”, afirmou o advogado.

Com informações: A Crítica

Continue lendo

Facebook

Propaganda
Propaganda

Mais Lidas

Copyright © 2022 Portal do Minuto. Todos Direitos Reservados. Portal - Manaus