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Ciência e Tecnologia

Momento UFO: Não há sistema global de resposta se o contato alienígena ocorrer, revela cientista

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Um astrônomo líder revela que atualmente não há planos de como os cientistas devem relatar ou responder ao contato alienígena. Para ele, isso é preocupamente e demonstra falta de cuidado pelos nossos governos.

Um importante astrônomo revelou que, apesar dos baldes de dinheiro investidos na busca por alienígenas, atualmente não existem políticas ou sistemas de relatórios para os especialistas seguirem se eles fizerem contato com vida inteligente que não seja deste mundo. O professor Fred Watson, astrônomo australiano, disse ao news.com.au:

“Não há nada preparado. Há uma cadeia bem estabelecida de caixas que precisam ser marcadas e passariam por muitas análises para garantir que o que você está falando seja um fenômeno real. No entanto, uma vez que os cientistas identificassem um sinal, caberia aos líderes políticos do mundo decidir o que fazer a respeito e, até onde sei, não há nenhum plano em vigor.”

Vários sinais foram captados no passado recente por pesquisadores que despertaram entusiasmo na comunidade científica em geral. No entanto, o professor Watson disse que os exaustivos testes de autenticação realizados por especialistas muitas vezes descartam a possibilidade de vida inteligente quase instantaneamente. Ele disse:

“Quando você leva em conta todos os fenômenos reais que podem estar relacionados a isso, isso elimina praticamente tudo. Houve um caso com o Breakthrough Listen Project – uma iniciativa financiada por um bilionário russo, Yuri Milner, no nível de US$100 milhões, que usa dois radiotelescópios, um dos quais está no radiotelescópio Parkes – que recebeu um sinal de que havia semelhanças com aqueles que nós mesmos enviamos.”

“Ele veio da nossa estrela mais próxima, Proxima Centauri, que sabemos ter um planeta vagamente parecido com a Terra, e sua frequência derivou por causa do efeito Doppler, semelhante aos sinais de rádio humanos. No entanto, foi descartado porque outros sinais semelhantes usados por outras fontes de rádio ao redor do telescópio tinham exatamente as mesmas características. Se os cientistas tivessem um alto nível de confiança no sinal, então ele teria sido divulgado no mundo científico.”

O famoso telescópio Parkes, conhecido carinhosamente como “O Prato”, está em busca de vida alienígena.
Créditos: CSIRO

O grupo Alpha Centauri, localizado a aproximadamente 4 anos-luz de distância. O sistema binário é formado pelas estrelas Alpha Centauri A e Alpha Centauri B, mais a fraca anã vermelha Alpha Centauri C, também conhecida como Proxima Centauri.
Fonte: NASACom a NASA recentemente aumentando sua pesquisa (pública) sobre UFOs, o entusiasmo cresceu em alguns cantos da internet sobre a possibilidade de admissão pública pendente de contato alienígena do Pentágono. No entanto, o professor Watson disse que, apesar da estranha exceção, havia um consenso quase “universal” na comunidade científica de que os humanos são um troféu inesperado da natureza. Ele disse: “A opinião esmagadora é que, embora possa existir vida microbiana, há uma perspectiva sombria sobre a existência de formas de vida inteligentes. Passar de um micróbio a um organismo unicelular para onde estamos agora como humanos requer uma quantidade incrível de energia… e isso é antes mesmo de você iniciar o processo de evolução.”

“A visão comum é que somos apenas uma aberração completa da natureza – a vida inteligente é tão rara e é um evento tão improvável.” O professor Watson reconheceu que a grande quantidade de estrelas e planetas no universo conhecido – 10 elevado a 23 estrelas com pelo menos um planeta – significa que, estatisticamente, é altamente improvável que não houvesse outras formas de vida inteligente. Ele disse: “Mas não vimos nenhum sinal de vida inteligente – e isso é provável porque talvez não haja nenhum. Se houver, pode estar a 2 bilhões de anos-luz de distância, e eles ainda podem estar construindo com paus e pedras.” Será?

Com informações: Portal UFO

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Amazonas

Tese de pesquisador indígena do Amazonas entre as 49 melhores do Brasil

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O doutor em antropologia, João Paulo Tukano, indígena do povo Ye’pamahsã (tukano), conquistou o Prêmio Capes de Melhor Tese 2022. Nascido na comunidade de São Domingos, no Rio Tiquié, município de São Gabriel da Cachoeira (a 852 quilômetros de Manaus), João Paulo foi responsável por trazer o único prêmio ao Amazonas, na categoria melhor tese de doutorado na área de Antropologia Social.

João Paulo recebeu o prêmio pela tese intitulada ‘Kumuã na kahtiroti-ukuse: uma “teoria” sobre o corpo e o conhecimento prático dos especialistas indígenas do Alto Rio Negro. Traduzido para o português ‘Kumuã na kahtiroti-ukuse’ quer dizer ‘O mundo em mim’. Você pode ler clicando aqui.

“Ganhar esse prêmio é um reconhecimento de que nós povos indígenas podemos contribuir com o conhecimento em todos os níveis”, destacou João Paulo, que é graduado em Filosofia, doutor em antropologia social, pesquisador do Núcleo de Estudos da Amazônia Indígena (Neai) e fundador do Centro de Medicina Indígena Bahserikowi.

De acordo com João Paulo, a tese premiada teve como objetivo central explorar a noção de corpo do ponto de vista dos especialistas indígenas do Alto Rio Negro, comumente conhecidos como “pajés”. Ele destaca que veio de uma família com vários desses líderes indígenas: “meu avô era pajé, meu pai é e meu irmão também é. Eles também cuidam da saúde das pessoas”, disse.

“Ao longo do processo de construção histórica, a ciência sempre discriminou o nosso conhecimento, fazendo uma leitura na chave da religião. Portanto, daí vem esses palavreados de ‘rezador, benzedor, curandeiro’, que na lógica da ciência não é conhecimento, mas sim o senso comum. Mas, do ponto de vista nosso (indígena) não é senso comum, é um modelo diferente de entender e cuidar da saúde, que opera por outras lógicas”, explicou João Paulo a respeito do ponto de partida da sua pesquisa.
O doutor em antropologia afirma que ao receber a notícia sobre a premiação da Capes sentiu um misto de emoções. Mas, ele destaca que o trabalho é resultado de uma luta coletiva.

“Esse trabalho premiado não é um trabalho solitário, é um trabalho dentro de um coletivo indígena que luta para trazer o conhecimento indígena para dentro da academia e para além desses conhecimentos que são difundidos [chamar pajé de rezador, curandeiro e etc]. Nós fazemos um esforço para colocar os conhecimentos indígenas nos seus conceitos e para um diálogo simétrico ao conhecimento científico”, explicou.

A relação dos 49 premiados pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) foi publicada e divulgada na quinta-feira (11). A iniciativa reconhece os melhores trabalhos de conclusão de doutorado defendidos no Brasil no ano de 2021.

O trabalho premiado e desenvolvido pelo indígena foi orientado pelo Prof. Dr. Gilton Mendes dos Santos, e apresentado ao Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal do Amazonas (Ufam). A pesquisa também teve como coorientadores Kumu Ovídio Lemos Barreto, Kumu Manoel Lima, Kumu Durvalino Moura Fernandes.

Com informações: A Crítica

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Edital Amazônia+10 destinará R$ 52 milhões para projetos de pesquisa colaborativa na região

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Pesquisadores interessados em desenvolver pesquisa colaborativa e interdisciplinar com foco no desenvolvimento sustentável da Amazônia têm até o próximo dia 10 de agosto para submeter propostas à primeira chamada da iniciativa Amazônia+10.

O edital, que envolve fundações de amparo à pesquisa (FAPs) de 20 Estados brasileiros, contará com R$ 52 milhões, dos quais R$ 30 milhões serão alocados pela FAPESP.

“A reunião de 20 Estados do país para tratar da questão da Amazônia demonstra que somos capazes de abordar e buscar resolver conjuntamente esse e outros temas de interesse nacional”, afirmou Marco Antonio Zago, presidente da FAPESP, na abertura do encontro on-line de apresentação e de esclarecimento de dúvidas sobre o edital, no dia 21 de julho.

A chamada está estruturada em três grandes eixos temáticos: territórios como infraestrutura e logística que facilitem o desenvolvimento sustentável em dimensão multiescalar; povos da Amazônia como protagonistas do conhecimento e da valorização da biodiversidade e adaptação às mudanças climáticas; e fortalecimento de cadeias produtivas sustentáveis pelos amazônidas.

A cada um desses eixos estão associados problemas considerados prioritários e que deverão pautar os projetos a serem submetidos ao edital. “Há uma diversidade territorial em termos de questões fundiárias, culturais e de uso da terra na região amazônica que precisa ser considerada nas propostas. Queremos propostas que ofereçam soluções para um determinado município, por exemplo, mas que talvez não se apliquem a outros com diferentes identidades e naturezas”, exemplificou Luiz Eugênio Mello, diretor científico da FAPESP.

As propostas devem ter a participação de pesquisadores de pelo menos três dos 20 Estados atendidos pelas FAPs que aderiram à chamada, sendo que um deles deve ser obrigatoriamente vinculado a instituições de ensino superior ou pesquisa situadas nos Estados da Amazônia Legal.

Cada proposta deve ser constituída por um único projeto de pesquisa preparado conjuntamente pelos proponentes. O projeto deverá ser submetido pelos pesquisadores responsáveis às FAPs de seus respectivos Estados.

Os pesquisadores responsáveis de cada projeto receberão financiamento da FAP correspondente a seu Estado de origem. O valor mínimo dos projetos apoiados é de R$ 300 mil e o prazo para a sua conclusão é de, no máximo, 36 meses.

Outros critérios que serão considerados na avaliação das propostas são a transdisciplinaridade, o caráter inovador e a coconstrução. “A população local – pesquisadores e comunidade – deve ser protagonista do uso e da produção do conhecimento. Eles conhecem os impactos da destruição da biodiversidade e dos eventos extremos causados pelas mudanças climáticas. Devem estar envolvidos em discussões sobre soluções”, exemplificou o diretor científico da FAPESP.

“Também é muito importante que os projetos tenham um plano de comunicação científica, porque não queremos que resultem apenas em artigos científicos, mas que tenham impacto. E isso depende fortemente de uma comunicação científica bem estruturada”, avaliou Mello.

A seleção será feita por um painel de especialistas com base no enquadramento das propostas. O resultado será anunciado em 11 de novembro de 2022.

“Sabemos que os prazos da chamada são curtos, mas imprescindíveis para a assinatura dos termos de outorga e a implementação dos projetos selecionados ainda este ano”, disse Carlos Américo Pacheco, diretor-presidente do Conselho Técnico-Administrativo da FAPESP.

 Amazônia: uma “questão nacional”

 “O que possibilitou a convergência de 20 FAPs nessa iniciativa foi o fato de que a Amazônia representa uma questão nacional em função de sua sociobiodiversidade [bens e serviços gerados por meio da conexão entre a diversidade biológica, a prática de atividades sustentáveis e o manejo de recursos extraídos da floresta] e os imensos desafios que envolvem a região”, disse Marcia Perales, diretora-presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) e vice-presidente do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), que participou do evento de apresentação do edital.

Constituída em novembro de 2021, a iniciativa Amazônia+10 é um programa de desenvolvimento de ciência, tecnologia e inovação (C,T&I) para a Amazônia Legal que envolve parceria com os conselhos nacionais de Secretários Estaduais para Assuntos de CT&I (Consecti) e das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap).

Inicialmente composto pela FAPESP e os nove Estados da região amazônica, a iniciativa Amazônia+10 já envolve a participação de 20 FAPs no primeiro edital: São Paulo, Amazonas, Rio de Janeiro, Pará, Paraná, Maranhão, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Amapá, Distrito Federal, Alagoas, Goiás, Paraíba, Pernambuco, Rondônia, Espírito Santo, Piauí, Santa Catarina, Acre e Tocantins.

“Essa iniciativa mostra que, definitivamente, a Amazônia é de interesse de todos e que é preciso desenvolver pesquisas sobre temas relacionados a questões não só acima do dossel [o topo da floresta], como abaixo dele, que são de interesse dos 25 milhões de pessoas que vivem na Amazônia brasileira”, disse Marcelo Botelho, diretor-presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Pará (Fapespa).

A iniciativa, que já conta com R$ 100 milhões da FAPESP para os próximos cinco anos, apoiará projetos de pesquisa em colaboração voltados à conservação da biodiversidade e adaptação às mudanças climáticas, à proteção de populações e comunidades tradicionais, aos desafios urbanos e à bioeconomia como política de desenvolvimento econômico na Amazônia.

A expectativa é que os recursos para o financiamento de pesquisa atinjam a marca dos R$ 500 milhões com a adesão de governos, empresas e organizações sociais.

A chamada está disponível no link.

Com informações: A Crítica

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