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OMS pode declarar surto de ebola como emergência internacional

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Diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus

A Organização Mundial da Saúde (OMS) deve decidir, nesta sexta-feira (18), se declara o surto de ebola identificado na República Democrática do Congo uma emergência em saúde pública de interesse internacional. A reunião foi convocada pelo diretor-geral da entidade, Tedros Adhanom Ghebreyesus, que manifestou preocupação diante do cenário registrado no país africano.

“Baseado na atual situação e nas informações disponíveis, o diretor-geral da OMS vai convocar uma reunião de emergência sob o Regulamento Sanitário Internacional na sexta-feira para definir se o atual surto constitui uma emergência em saúde pública de interesse internacional”, informou a entidade por meio de nota.

Desde o início da semana, mais cinco casos de ebola foram notificados na República Democrática do Congo, incluindo um caso confirmado laboratorialmente em Bandaka. A cidade tem uma população de cerca de 1,5 milhão de habitantes e é motivo de grande preocupação por parte de organismos internacionais que acompanham o surto.

O país registra, ao todo, 44 casos notificados de ebola, incluindo 23 mortes. Entre os casos, três foram confirmados, 20 são considerados casos prováveis e 21, casos suspeitos. Desde a última terça-feira (15), 527 pessoas que tiveram contato direto com pacientes infectados ou sob suspeita de infecção pelo vírus foram identificados e estão sendo monitorados.

“Informações sobre a extensão do surto ainda são limitadas e as investigações estão em progresso. O caso confirmado em Bandaka, grande centro urbano localizado ao longo de um rio de porte nacional e internacional, estradas e rotas de voo doméstico, aumenta o risco de disseminação na República Democrática do Congo e em países vizinhos. A OMS revisou a avaliação de risco para a saúde pública como muito alta em nível nacional e alta em nível regional. O risco global permanece baixo. Na medida em que mais informações forem chegando, a avaliação de risco será revista.”

Por Agência Brasil

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Imprensa mundial chama presidente argentino de “racista” e “vergonha”

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Os periódicos da Argentina e do mundo não pouparam críticas ao presidente Alberto Fernández após o mandatário afirmar, na quarta-feira (9/6), que os “mexicanos saíram dos índios, brasileiros saíram da selva, mas nós, os argentinos, chegamos de barcos que vinham da Europa. E assim construímos nossa sociedade”.

O comentário foi considerado “infeliz” e “desastroso”; e Fernández, uma “vergonha” e “racista”.

O jornalista Eduardo Feinmann, do La Nación, destacou que as declarações de Alberto Fernández foram uma “vergonha nacional”. Para o apresentador, o presidente argentino é o “filósofo racista do século 21″. “É extremamente racista com os brasileiros e com os mexicanos”, assinalou ele.

Com informações: Metrópoles

 

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Mundo

Rússia aprova lei que pode banir das eleições opositores de Navalni a Testemunhas de Jeová

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Os senadores russos aprovaram, nesta quarta-feira, 2, por ampla maioria, uma lei que abre caminho para proibir que qualquer pessoa considerada extremista e opositores do presidente Vladimir Putin, como Alexei Navalni e seus aliados, disputem eleições no País.

O termo “extremismo” tem uma definição muito ampla na lei russa e permite às autoridades lutar contra organizações de oposição, como a Fundação Anticorrupção fundada por Navalni, e facções racistas ou terroristas, bem como grupos religiosos como as Testemunhas de Jeová.

O projeto de lei foi aprovado por 146 senadores, e recebeu apenas um voto contrário e uma abstenção. Para que entre em vigor, falta apenas a assinatura de Putin. Em abril, a Justiça da Rússia – que é nominalmente independente, mas toma decisões frequentemente alinhadas aos interesses do Kremlin – ordenou a suspensão das atividades das organizações ligadas a Navalni.

A medida está vinculada a um processo em que os promotores pedem o banimento definitivo dos grupos sob acusação de extremismo. Assim, além de não poder disputar as eleições, qualquer pessoa ligada ao opositor – que ocupou manchetes no mundo todo depois de sofrer um envenenamento no ano passado – pode ser impedida de concorrer a cargos eletivos na Rússia.

A nova lei se aplica aos líderes das organizações, que perdem o direito de disputa eleitoral por cinco anos, e a ativistas e dezenas de milhares de pessoas que apoiam causas consideradas extremistas por meio de doações, que podem ser proibidos de apresentar candidaturas por três anos.

Veja a matéria completa em: Revista Cenarium encurtador.com.br/ikpSU

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Destaque

Índia se torna o 3º país a superar 300 mil mortes por Covid

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Parentes lamentam a morte de familiar com Covid-19 do lado de fora de um necrotério em Nova Délhi, capital da Índia, nesta segunda (24) — Foto: Money Sharma/AFP

Índia se tornou nesta segunda-feira (24) o terceiro país a superar a marca de 300 mil mortes por Covid-19, depois de Estados Unidos Brasil, em meio a uma agressiva segunda onda da pandemia.

Foram 4.454 óbitos nas últimas 24 horas, segundo dados do Ministério da Saúde indiano, o segundo maior número já registrado pelo país na pandemia (o recorde mundial foi registrado na terça).

O país confirmou mais de 57 mil mortes por Covid-19 nas últimas duas semanas, elevando o total de vítimas para mais de 303 mil. Os EUA têm 589 mil óbitos e o Brasil, 449 mil.

Índia registrou também 222 mil novos casos, o menor patamar diário desde 15 de abril, mas a segunda onda de Covid-19 segue devastando o país há quase dois meses, com hospitais lotados e crematórios que não conseguem atender ao volume de corpos.

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