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Onda de calor deixa ao menos 17 mortos em Quebec, no Canadá

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17 pessoas mortas

Ao menos 17 pessoas morreram em Quebec devido à onda de calor que atinge a parte leste do Canadá desde o fim da semana passada. O balanço foi divulgado por autoridades de saúde na quarta-feira (4). Destas mortes, 12 aconteceram em Montreal, informou a diretora regional de saúde desta cidade, a médica Mylène Drouin.

Outras cinco mortes foram reportadas nas últimas 48 horas na região dos Cantões de Quebec, ao leste da cidade homônima, de acordo com o jornal La Tribune, que cita como fonte autoridades locais de saúde.

A temperatura em Montreal chegava nesta quarta-feira a 34ºC, mas com uma umidade que podia levar a sensação térmica além dos 40ºC. A partir de sexta-feira está prevista uma queda do registro dos termômetros.

“Mantenho contato com os que perderam um ser querido nesta onda de calor. As altas temperaturas vão se manter no centro e no leste do Canadá, de modo que se assegurem de se proteger e de proteger suas famílias”, expressou nesta quarta-feira em um tuíte o primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau.

As vítimas de Montreal são parte de um setor da população “muito vulnerável: pessoas idosas, doentes crônicos ou mentais” que não tinham ar condicionado em suas casas, explicou Drouin durante uma entrevista na televisão pública Rádio-Canadá.

Na província vizinha de Ontário ainda não foram reportadas vítimas fatais por esta onda de calor, embora lá também as temperaturas tenham sido muito altas.

Cerca de 100 pessoas morreram em 2010 na região de Montreal por uma onda de calor.

*Fonte: France Presse

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Imprensa mundial chama presidente argentino de “racista” e “vergonha”

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Os periódicos da Argentina e do mundo não pouparam críticas ao presidente Alberto Fernández após o mandatário afirmar, na quarta-feira (9/6), que os “mexicanos saíram dos índios, brasileiros saíram da selva, mas nós, os argentinos, chegamos de barcos que vinham da Europa. E assim construímos nossa sociedade”.

O comentário foi considerado “infeliz” e “desastroso”; e Fernández, uma “vergonha” e “racista”.

O jornalista Eduardo Feinmann, do La Nación, destacou que as declarações de Alberto Fernández foram uma “vergonha nacional”. Para o apresentador, o presidente argentino é o “filósofo racista do século 21″. “É extremamente racista com os brasileiros e com os mexicanos”, assinalou ele.

Com informações: Metrópoles

 

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Mundo

Rússia aprova lei que pode banir das eleições opositores de Navalni a Testemunhas de Jeová

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Os senadores russos aprovaram, nesta quarta-feira, 2, por ampla maioria, uma lei que abre caminho para proibir que qualquer pessoa considerada extremista e opositores do presidente Vladimir Putin, como Alexei Navalni e seus aliados, disputem eleições no País.

O termo “extremismo” tem uma definição muito ampla na lei russa e permite às autoridades lutar contra organizações de oposição, como a Fundação Anticorrupção fundada por Navalni, e facções racistas ou terroristas, bem como grupos religiosos como as Testemunhas de Jeová.

O projeto de lei foi aprovado por 146 senadores, e recebeu apenas um voto contrário e uma abstenção. Para que entre em vigor, falta apenas a assinatura de Putin. Em abril, a Justiça da Rússia – que é nominalmente independente, mas toma decisões frequentemente alinhadas aos interesses do Kremlin – ordenou a suspensão das atividades das organizações ligadas a Navalni.

A medida está vinculada a um processo em que os promotores pedem o banimento definitivo dos grupos sob acusação de extremismo. Assim, além de não poder disputar as eleições, qualquer pessoa ligada ao opositor – que ocupou manchetes no mundo todo depois de sofrer um envenenamento no ano passado – pode ser impedida de concorrer a cargos eletivos na Rússia.

A nova lei se aplica aos líderes das organizações, que perdem o direito de disputa eleitoral por cinco anos, e a ativistas e dezenas de milhares de pessoas que apoiam causas consideradas extremistas por meio de doações, que podem ser proibidos de apresentar candidaturas por três anos.

Veja a matéria completa em: Revista Cenarium encurtador.com.br/ikpSU

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Destaque

Índia se torna o 3º país a superar 300 mil mortes por Covid

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Parentes lamentam a morte de familiar com Covid-19 do lado de fora de um necrotério em Nova Délhi, capital da Índia, nesta segunda (24) — Foto: Money Sharma/AFP

Índia se tornou nesta segunda-feira (24) o terceiro país a superar a marca de 300 mil mortes por Covid-19, depois de Estados Unidos Brasil, em meio a uma agressiva segunda onda da pandemia.

Foram 4.454 óbitos nas últimas 24 horas, segundo dados do Ministério da Saúde indiano, o segundo maior número já registrado pelo país na pandemia (o recorde mundial foi registrado na terça).

O país confirmou mais de 57 mil mortes por Covid-19 nas últimas duas semanas, elevando o total de vítimas para mais de 303 mil. Os EUA têm 589 mil óbitos e o Brasil, 449 mil.

Índia registrou também 222 mil novos casos, o menor patamar diário desde 15 de abril, mas a segunda onda de Covid-19 segue devastando o país há quase dois meses, com hospitais lotados e crematórios que não conseguem atender ao volume de corpos.

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