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Operação Carnaval mobilizará 17 mil policiais militares no Rio

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Operação Carnaval

Um contingente de 17.110 mil policiais militares será mobilizado pela Operação Carnaval 2018 no Rio de Janeiro, anunciou nesta quinta-feira (8) a Polícia Militar (PM). Acrescentou que policiais do interior e agentes que trabalham em serviços administrativos foram convocados para reforçar o esquema.

No texto em que divulgou as informações sobre o carnaval, a PM frisa que o esquema especial não vai afetar as atividades de rotina, nem o reforço no policiamento da favela da Rocinha. A operação começa na sexta (9) e se estende até a quarta-feira (14).

A região do Sambódromo e do Terreirão do Samba, no centro do Rio, terá 794 policiais militares escalados para trabalhar até as 8h da Quarta-Feira de Cinzas. Já os desfiles dos nove maiores blocos serão acompanhados por 2.130 PMs, que farão policiamento a pé por conta da grande concentração de foliões. Os demais blocos serão policiados pelo restante do contingente.

Esquema inclui vigilância aérea

O Grupamento Aeromóvel (GAM) fará a vigilância aérea na região metropolitana do Rio, com foco na orla, nos blocos, no sambódromo e em rodovias estaduais, dando suporte ao Batalhão de Polícia Rodoviária. Já o Batalhão de Choque vai policiar a área externa do Sambódromo e a apuração das notas recebidas pelas escolas de samba, na Quarta-feira de Cinzas.

O Batalhão de Operações Especiais (Bope) ficará de prontidão, e o Batalhão de Ação com Cães (BAC) será mobilizado para locais de grande circulação como a Cinelândia, o Terreirão do Samba e a Central do Brasil.

O Regimento de Polícia Montada (RPMont) será empregado no entorno do Sambódromo, nos Arcos da Lapa, no Aterro do Flamengo e na Operação Praia. Policiais bilíngues do Batalhão de Policiamento Turístico devem atuar nos principais pontos turísticos, na rodoviária, nos aeroportos e no Sambódromo.

Vias importantes como a Avenida Brasil e as Linhas Vermelha e Amarela serão patrulhadas pelo Batalhão de Policiamento em Vias Expressas (BPVE), com auxílio de policiais cedidos pelos comandos intermediários (CPA – Comando de Policiamento de Área). Esses reforços devem atuar ao longo da Avenida Brasil.

Por Agência Brasil

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Brasil

Relato de mãe: Jairinho agrediu criança em passeio de 10 minutos

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Rio de Janeiro – No relatório do terceiro indiciamento do vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho (sem partido) por crime de tortura majorada contra o enteado, filho de uma ex-namorada, a Polícia Civil revela que o que seria um passeio rápido, de apenas 10 minutos, virou sessão de espancamento contra o menino.

Neste curto período, o tempo ficou longo e trágico, por deixar marcas e lesões em uma das pernas do garoto, que na época, em 2015, tinha apenas 3 anos.

Assim como nos outros casos, Jairinho pediu para passar um tempo com o menino, numa tentativa de suprir a falta que sentia dos filhos, a quem era impedido de ver pela ex-mulher, Ana Carolina.

No depoimento prestado à polícia, Débora conta que Jairinho não fazia questão da presença de sua filha mais velha “demonstrando sempre um interesse especial em se aproximar do menino”.

Aos investigadores, ela contou com detalhes como aconteceu a agressão contra a criança.

“Jairinho ligou e disse que tinha que ir em uma reunião, que aconteceria em uma casa de festas na Barra da Tijuca e pediu para que o deixasse levar o menino, afirmando que ele poderia ficar brincando, pois no local havia brinquedos. Ele não me convidou e não informou se teriam outras crianças no local. Mas disse que que a Ana Carolina, ex-esposa dele, não havia deixado ele levar o seu filho. Por isso, gostaria de levar meu filho e justificou que ele era como pai pro menino e que não teria nenhum problema em deixar que ele o levasse”, lembra.

Débora contou, então, que o passeio durou apenas 10 minutos e que seu filho, durante este tempo, foi agredido e lesionado.

Veja a matéria completa em: Metrópoles http://encurtador.com.br/pIKOW

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Brasil

Proposta prevê pagamento de auxílio emergencial retroativo de R$ 600

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Há uma proposta em trâmite na Câmara do Deputados que prevê o pagamento retroativo do auxílio emergencial. O Projeto de Lei 58/21 deve conceder um benefício de R$ 600 até o dia 30 de junho aos beneficiários dessa nova rodada, visto os meses que ficaram sem receber este ano (janeiro, fevereiro e março).

Para ter direito ao auxílio do PL, o cidadão brasileiro deve:

  • Ser maior de 18 anos, exceto mães adolescentes;
  • Não possuir vínculo empregatício formal;
  • Não receber benefício previdenciário ou assistencial ou beneficiário do seguro-desemprego ou de programa de transferência de renda federal;
  • Ter como renda per capita familiar um saldo inferior até meio salário mínimo ou renda de até três pisos nacional.
  • Não ter recebido, no ano de 2020, rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70; e
  • Não exercer atividade na condição de microempreendedor individual (MEI), ser contribuinte individual do Regime Geral de Previdência Social ou ser trabalhador informal, empregado, autônomo ou desempregado, de qualquer natureza, inclusive o intermitente inativo, inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) até 20 de março de 2020.

O novo projeto limita o recebimento do benefício a dois membros da mesma família. Caso seja vantajoso, o auxílio substituirá, temporariamente, o benefício do Bolsa Família. Além disso, para famílias chefiadas por mulher, a cota será duplicada.

Pagamento do Auxílio Emergencial

auxílio emergencial retroativo será gerenciado e distribuído durante o prazo de vigência estabelecido, por meio de parcelas mensais liberadas por instituições financeiras públicas federais habilitadas, através da conta poupança social digital.

Veja a matéria completa em: SAJ Notícias http://encurtador.com.br/uGLTV

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Amazonas

CPI da Covid: Omar Aziz é eleito presidente; Randolfe Rodrigues, vice; e Renan Calheiros, relator

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O Senado instalou nesta terça-feira (27) a CPI da Covid, Comissão Parlamentar de Inquérito responsável por apurar ações e omissões do governo federal e eventuais desvios de verbas federais enviadas aos estados para o enfrentamento da pandemia.

Durante a sessão, o senador Omar Aziz (PSD-AM) foi eleito presidente, e Randolfe Rodrigues (Rede-AP), vice-presidente. Em seguida, Omar Aziz indicou Renan Calheiros (MDB-AL) relator dos trabalhos.

Com a definição dos três senadores, prevaleceu o acordo feito pela maioria dos parlamentares da CPI, que reuniu as maiores siglas (MDB, PSD), a oposição e independentes. Aliados do governo tentaram impedir que Renan assumisse a relatoria.

Em negociações prévias, senadores que compõem a CPI querem iniciar os trabalhos apurando o processo de aquisição de vacinas contra o coronavírus.

Estão na mira, principalmente, as negociações com a farmacêutica Pfizer, que em agosto do ano passado ofereceu ao governo brasileiro 70 milhões de doses da vacina com previsão de entrega ainda em dezembro daquele ano. A oferta, porém, foi recusada.

Em entrevista à revista “Veja”, o ex-secretário de Comunicação Social Fabio Wajngarten creditou o atraso do governo na aquisição de vacinas à “incompetência” e “ineficiência” do Ministério da Saúde, à época comandado pelo general Eduardo Pazuello.

Membros da CPI trabalham para convocar Wajngarten e Pazuello como uma das ações iniciais da comissão. Uma acareação entre os dois auxiliares do governo Bolsonaro também é estudada.

Fonte: G1

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