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Amazônia

Oxigênio doado pela Venezuela deve chegar hoje à noite a Manaus

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O carregamento com 107 mil m³ de oxigênio doados pela Venezuela deve chegar na noite de hoje a Manaus, de acordo com informações do governo do Amazonas. As carretas, cada uma transportando cerca de 25 mil m³, atravessaram a fronteira do Brasil com a Venezuela na tarde de ontem.

O governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), disse que entrou em contato com o governado de Roraima para dar o apoio necessário à passagem do carregamento pelo estado vizinho.

Hoje, o consumo diário no Amazonas é de 76 mil m³ e a doação espontânea do estado de Bolívar vai ajudar a atender essa demanda. A capacidade de entrega das empresas tem sido somente de 28.200 m³/dia e o déficit é de 48.300m³/dia, segundo o governo amazonense.

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Amazonas

Boca do Acre, no AM, decreta situação de calamidade pública

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A Prefeitura da cidade de Boca do Acre, no Amazonas, decretou na terça-feira (23) situação de calamidade pública em razão da cheia dos rios Acre e Purus. A inundação já compromete o atendimento em unidades de saúde e atividades escolares. São mais de 6 mil pessoas afetadas.

(mais…)

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Amazônia

Rio Branco decreta situação de emergência devido à cheia do Rio Acre

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Foto: Marcos Santos / Agência Pará

A cheia do Rio Acre já prejudica ao menos 13,7 mil pessoas em Rio Branco (AC). Cerca de 200 pessoas tiveram que ser levadas para abrigos provisórios. O transbordamento do rio – o segundo registrado este mês – já atingiu pelo menos 2,9 mil residências de 24 bairros da capital, agravando a crise sanitária decorrente da pandemia do novo coronavírus (covid-19) e o surto de dengue que a cidade já vinha enfrentando.

Ontem (16) à noite, o prefeito Tião Bocalom decretou situação de emergência. O decreto permite ao Poder Público agilizar a aquisição de produtos e serviços necessários ao atendimento às populações afetadas, permitindo à prefeitura contratar serviços temporários e efetuar compras consideradas essenciais sem precisar de licitação. Além disso, o reconhecimento da gravidade da situação possibilita aos gestores municipais pedir recursos emergenciais aos governos estaduais e federal para ações de assistência e de restabelecimento e manutenção de serviços essenciais.

Até a noite desta terça-feira, ao menos 24 bairros de Rio Branco já tinham sido afetados pela cheia do rio. Segundo o coordenador da Defesa Civil, Cláudio Falcão, ao menos 2.740 residências foram atingidas. “É uma situação grave que justifica a decretação de situação de emergência pela inundação do Rio Acre”.

A prefeitura montou “módulos habitacionais” provisórios dentro do Parque de Exposições Wildy Viana, onde algumas famílias desabrigadas começaram a ser instaladas ontem à tarde.

Conforme o Boletim de Alerta Hidrológico da Bacia do Rio Acre, do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), no fim da tarde de ontem o nível do Rio Acre atingiu, às 18h, 1,74 metros acima da cota de transbordamento do curso d´água, que é de 14 metros – o alerta de risco de transbordamento é disparado quando a água chega a 13,50 metros.

O boletim da CPRM aponta para uma redução gradual do volume d´água no Rio Acre a partir de hoje (17).

Emergência

O governador do Acre, Gladson Cameli, a também declarou situação de emergência em áreas afetadas por inundações e enxurradas em Rio Branco e em mais nove cidades acrianas (Cruzeiro do Sul; Feijó; Jordão; Mâncio Lima; Porto Walter; Rodrigues Alves; Santa Rosa do Purus; Sena Madureira e Tarauacá).

Também por decreto, o governo estadual criou um gabinete de crise para integrar os esforços de diversas secretarias e órgãos de governo para atender não só às pessoas prejudicadas pelas enchentes e enxurradas, mas também pela covid-19 e pela dengue.

 

*Por Alex Rodrigues / Agência Brasil

*Edição: Fernando Fraga

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Amazonas

Amazonas ultrapassa marca de 10 mil mortos de Covid-19

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O Estado do Amazonas ultrapassou, nesta terça-feira (16), a triste marca de 10 mil mortos pela Covid-19. Ao todo, o Estado possui 10.100 mortes confirmadas pela doença (com mais 108 óbitos incluídos nesta terça), e mais de 297 mil casos registrados desde o início da pandemia.

Na batalha contra o novo coronavírus, não são apenas atualizações diárias sobre casos e óbitos confirmados. Por trás dos números, há tristes histórias e relatos de familiares que perderam pais, mães, filhos, irmãos e amigos, e agora lutam para superar o luto e conviver com a saudade.

Em menos de um ano, a primeira morte pelo novo coronavírus foi registrada no Amazonas, em março de 2020, dias após a confirmação do primeiro caso da doença no Estado.

Desde lá, o cenário piorou tanto em hospitais quanto em cemitérios. O estado enfrentou a primeira onda da Covid entre abril e maio do ano passado. Após meses com comércio totalmente aberto e recorrentes aglomerações, o Amazonas se deparou com outra triste realidade: a segunda onda da Covid, ainda mais mortal.

Em janeiro deste ano, houve recorde de mortes por Covid. Por conta do surto, os hospitais voltaram a ficar superlotados e faltou oxigênio nas unidades. Foram cenas de caos e ainda mais mortes, e o estado, até esta segunda (15), ainda envia pacientes para tratamento em outros estados e tenta contornar a crise sanitária instalada.

Fonte: G1

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