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Para roubar carro e terminar relacionamento, homem simula sequestro e faz amante refém em SC

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Simula sequestro

Um homem de 19 anos foi preso no domingo (3) em Jaraguá do Sul, no Norte catarinense, por ter fingido ser vítima de um sequestro em Dionísio Cerqueira, no Oeste catarinense. Conforme a Polícia Civil, ele confessou ter planejado o crime para acabar o relacionamento com a amante, de 22 anos, e roubar o carro dela. A mulher foi feita refém e trancada no porta-malas, abandonada desacordada em Clevelândia (PR) no sábado (2).

Outro homem que participou do falso sequestro, de 29 anos, foi preso. Um adolescente de 16 anos está foragido, segundo a Polícia Civil.

O crime ocorreu no sábado durante a tarde, por volta das 16h. Segundo o delegado Regis Stang, responsável pela investigação, o homem e a amante estavam em uma rua de Dionísio Cerqueira, dentro de um Corsa, quando foram abordados por duas pessoas.

“Inicialmente ele teria fingido ser vítima, inclusive falando para levar só ele, não ela. Ele dirigiu o carro. Tudo indica que ele ficou dentro do veículo o tempo todo, mas depois permaneceu calado para dar a entender que já tinha sido executado. A mulher não conseguia mais escutar do porta-malas”, disse o delegado Stang.

Segundo a Polícia Civil, a jovem foi trancada no porta-malas e ameaçada de morte em diversas paradas do grupo na estrada, sob a mira de arma de fogo na cabeça.

Por volta das 21h de sábado, já em Clevelândia, ela foi abandonada na rodovia após ser asfixiada por um dos criminosos. A jovem desmaiou e, ao acordar, procurou ajuda.

Os suspeitos levaram o carro da jovem, o Corsa, para Jaraguá do Sul. No município, o suspeito de planejar o falso sequestro foi encontrado chegando na casa da mulher dele, de 19 anos.

“Tínhamos informações que a mulher dele tinha mudado de Dionísio Cerqueira para Jaraguá do Sul há uma semana, por isso avisamos a Polícia Militar sobre o possível paradeiro. Ele teria dito que ia se mudar para a cidade também. Pela investigação, a mulher dele não tinha envolvimento com o caso”, disse Stang.

No carro roubado foram presos dois dos suspeitos, mas o adolescente não estava mais no veículo. Na delegacia de Polícia Civil de Jaraguá do Sul, o homem não confirmou ter planejado e executado o crime, mas disse que “pretendia devolver o veículo à vítima”.

A operação contou com investigação da Polícia Civil de Dionísio Cerqueira e apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Civil de Pato Branco e Clevelândia, bem como Polícia Militar de Dionísio Cerqueira, Jaraguá do Sul e Clevelândia.

 

*Com informações: Portal G1

 

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Amazonas

CPI da Covid: Omar Aziz é eleito presidente; Randolfe Rodrigues, vice; e Renan Calheiros, relator

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O Senado instalou nesta terça-feira (27) a CPI da Covid, Comissão Parlamentar de Inquérito responsável por apurar ações e omissões do governo federal e eventuais desvios de verbas federais enviadas aos estados para o enfrentamento da pandemia.

Durante a sessão, o senador Omar Aziz (PSD-AM) foi eleito presidente, e Randolfe Rodrigues (Rede-AP), vice-presidente. Em seguida, Omar Aziz indicou Renan Calheiros (MDB-AL) relator dos trabalhos.

Com a definição dos três senadores, prevaleceu o acordo feito pela maioria dos parlamentares da CPI, que reuniu as maiores siglas (MDB, PSD), a oposição e independentes. Aliados do governo tentaram impedir que Renan assumisse a relatoria.

Em negociações prévias, senadores que compõem a CPI querem iniciar os trabalhos apurando o processo de aquisição de vacinas contra o coronavírus.

Estão na mira, principalmente, as negociações com a farmacêutica Pfizer, que em agosto do ano passado ofereceu ao governo brasileiro 70 milhões de doses da vacina com previsão de entrega ainda em dezembro daquele ano. A oferta, porém, foi recusada.

Em entrevista à revista “Veja”, o ex-secretário de Comunicação Social Fabio Wajngarten creditou o atraso do governo na aquisição de vacinas à “incompetência” e “ineficiência” do Ministério da Saúde, à época comandado pelo general Eduardo Pazuello.

Membros da CPI trabalham para convocar Wajngarten e Pazuello como uma das ações iniciais da comissão. Uma acareação entre os dois auxiliares do governo Bolsonaro também é estudada.

Fonte: G1

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Amazonas

MPF processa ex-ministro Pazuello e secretário de Saúde do AM por responsabilidade na crise de oxigênio

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O Ministério Público Federal (MPF) no Amazonas ajuizou, nesta quarta-feira (14), ação de improbidade administrativa contra o ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e o secretário estadual de Saúde do Amazonas, Marcellus Campelo, por omissão no combate à pandemia entre dezembro de 2020 e janeiro de 2021, quando o Amazonas registrou colapso de oxigênio nas unidades de saúde e aumento de mortes por covid-19.

Entre 14 e 15 de janeiro, falta de oxigênio nos hospitais de Manaus levou a cidade de Manaus a um cenário de caos. Com recordes nos casos de Covid, a capital precisou enviar pacientes que dependiam do insumo para outros estados.

A ação, encaminhada à Justiça Federal no Amazonas, cita, também, três secretários do Ministério da Saúde e o coordenador do Comitê de Crise do Amazonas, Francisco Ferreira Máximo Filho.

No documento, o MPF identificou atos de improbidade administrativa em cinco situações distintas:

  • atraso e lentidão do Ministério da Saúde no envio de equipe para diagnosticar e minorar nova onda de covid-19 no Amazonas;
  • omissão no monitoramento da demanda de oxigênio medicinal e na adoção de medidas eficazes e tempestivas para evitar seu desabastecimento;
  • realização de pressão para utilização de ‘tratamento precoce’;
  • demora na adoção de medidas para transferência de pacientes que aguardavam leitos;
  • e ausência de medidas de estímulo ao isolamento social.
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Brasil

Mãe de Henry Borel passa mal em presídio e é internada

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Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, foi encaminhada para atendimento médico na madrugada desta segunda-feira (12). A informação foi confirmada pela Secretaria Estadual de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro (Seap). Ela está presa no Instituto Penal Ismael Sirieiro, em Niterói, na Região Metropolitana.

De acordo com o órgão, Monique sentiu dores abdominais após urinar e solicitou atendimento médico. Ela foi encaminhada ao Hospital Penal Hamilton Agostinho, dentro do próprio Complexo Penitenciário de Gericinó.

Após ser diagnosticada com uma infecção urinária, a previsão é de que Monique siga internada por pelo menos três dias no local para acompanhamento e para receber a medicação recomendada.

Na quinta-feira (8), o vereador carioca Dr. Jairinho (sem partido), padrasto da criança, e Monique foram presos por suspeita de homicídio duplamente qualificado –com emprego de tortura e sem chance de defesa para a vítima –, por atrapalharem as investigações e por ameaçarem testemunhas para combinar versões.

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