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Parada LGBT de Madureira reúne milhares de pessoas no Rio

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A 17ª Parada LGBT de Madureira, na zona norte do Rio de Janeiro, movimentou as ruas do bairro. Segundo os organizadores, cerca de 800 mil pessoas estavam concentradas no local. A Polícia Militar informou à Agência Brasil que não faz cálculos sobre o número de participantes.

A previsão da coordenação do encontro foi de que, quando começasse o desfile dos trios elétricos pelas principais vias de Madureira, às 19h, atingissem um público de 1,2 milhão de pessoas. Até lá estavam previstos vários shows, entre eles das cantoras Ludmila e Lexa.

Este ano, o tema é ‘A união nos une, mas a nossa luta nos fortalece’. A presidente do Grupo Movimento de Gays, Travestis e Transformistas (MGTT), que há 17 anos organiza a Parada, Loren Alesxander, disse que o tema foi escolhido para reforçar a ideia de que com toda a sociedade há um combate mais efetivo contra o preconceito.

Para a transsexual, a questão não é de falta de conhecimento sobre a diversidade. “Na dificuldade nós nos unimos mais. Os governos têm que entender que somos muitos, somos bons filhos e pagamos os nossos impostos e merecemos respeito”, ressaltou.

Por dificuldades de patrocínio, a data da marcha foi alterada três vezes. Loren revelou que só se tornou possível após a liberação de R$ 150 mil pela empresa de bebidas Ambev, mais R$ 175 mil da Uber e R$ 40 mil da Prefeitura, sem contar as isenções feitas pela administração do município do pagamento de alvarás para a realização da programação.

“A dificuldade ainda existe porque há preconceito sobre a questão LGBT. O preconceito existe sobre isso. Essa é a nossa causa e a nossa luta para resolver esta questão”, afirmou ela.

Mas para chegar a esses valores para que a tradição fosse mantida e a parada ocorresse este ano, os organizadores tiveram que levar a frente um intenso processo de negociação para garantir os recursos necessários. O coordenador especial de Diversidade Sexual da Prefeitura do Rio, Nélio Geogini, disse que até a metade do ano não havia qualquer patrocínio garantido. A partir daí, uma força tarefa foi montada para conseguir os recursos incluindo os dos governos federal, estadual e municipal.

“Não foi tão fácil, mas teve todo um caminho que movimentou estado, união, município e empresas privadas. Foi um trabalho muito legal. Tenho certeza que essa Parada de Madureira, vai ser a parada da paz, de todo mundo junto”, completou.

Monitoramento

O Centro de Operações monitorou a região em tempo real, por meio de 18 câmeras, agentes nas ruas e coletas de informações de usuários do aplicativo Waze e de GPS dos ônibus, para facilitar o acionamento de equipes se houvesse necessidade.

Limpeza

A empresa de limpeza urbana Comlurb atuou com uma equipe de 90 garis, 10 fiscais e agentes de limpeza urbana, que trabalharam em três turnos, das 7h de domingo até as 6h desta segunda-feira (27). Aproximadamente 100 contêineres de 240 litros estavam disponíveis no percurso principal para que o público pudesse depositar o lixo.

Segurança

Além da Polícia Militar, a Guarda Municipal apoiou o patrulhamento com 52 guardas, que atuaram no ordenamento urbano e na fiscalização do trânsito, controlando os pontos de bloqueios ao tráfego definidos pela Companhia de Engenharia de Trânsito do Rio (CET-Rio).

Por Agência Brasil

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Amazonas

Omar propõe à Comissão de Segurança Pública da Câmara Municipal a realização de audiências públicas itinerantes

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A intenção do parlamentar é aproximar o novo colegiado das comunidades e debater as principais questões no âmbito da segurança pública

A implantação de audiências públicas itinerantes para ouvir as principais demandas da sociedade foi uma das sugestões feitas pelo senador Omar Aziz (PSD) aos membros da Comissão Técnica Permanente de Segurança Pública Municipal (COMSEGPM), da Câmara Municipal de Manaus (CMM), durante reunião, nesta quinta-feira, 15/04. Participaram do encontro, o presidente do colegiado, vereador Capitão Carpê (Republicanos), e os também membros, vereadores Dr. Eduardo Assis (Avante), Lissandro Breval (Avante) e William Alemão (Cidadania).

A comissão, que foi instalada no último dia 12 deste mês e que altera o Regimento Interno da CMM, tratará do combate à violência e à insegurança, em Manaus, bem como da reestruturação e a criação de um plano de carreiras para a Guarda Municipal. O novo colegiado possui 14 membros, dos quais sete são titulares e sete são suplentes.

De acordo com o Senador Omar, é importante que a comissão promova audiências públicas itinerantes com as comunidades e representantes locais nos bairros, para ouvir quais são as principais demandas, sugestões e insatisfações em cada zona da cidade. “A atividade fim de vocês (comissão) é nos bairros, é lá onde estão os problemas. Lá que vocês vão debater com a população e líderes locais o que é possível ser feito para tentar mitigar a sensação de insegurança que se espalhou pela cidade. Eu me coloco a disposição para ajudar no que for preciso”.

O parlamentar também destacou que poderá destinar emendas para compra de armamentos e viaturas. Omar também apoiou a intenção do colegiado de fortalecer e ampliar a Guarda Municipal.

O presidente da comissão, vereador Capitão Carpê, afirmou que o encontro com o senador Omar foi uma visita cordial com o intuito de estreitar as relações com o parlamentar, devido às articulações que o senador tem no âmbito federal, bem como por ser o presidente da Comissão de Segurança Pública (CSP) do Senado. “Viemos colocar a comissão à disposição (do senador), para que juntos possamos garantir mais recursos e trabalhar em prol de Manaus”.

O vereador ressaltou, ainda, que a comissão da CMM trabalhará para desenvolver políticas públicas voltadas para a prevenção e combate à violência dentro das comunidades. “Segurança pública vai muito além do que é repressão. Nós não vemos hoje, por exemplo, jovens e crianças com projetos sociais voltados para a comunidade. Enquanto o Estado se faz ausente, infelizmente, o crime impera e se faz presente”.

Informações assessoria de comunicação

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Amazonas

Após assalto, cinegrafista persegue ladrões em moto e é baleado em Manaus

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O cinegrafista Renê Silva, de 45 anos, foi baleado após perseguir ladrões que assaltaram a equipe de reportagem, no bairro Coroado, Zona Leste de Manaus. Ele foi atingido por dois tiros e está internado.

Segundo a jornalista Natasha Pinto, que acompanhava o cinegrafista, a equipe foi fazer uma gravação em uma quadra do bairro Coroado sobre um caso de tentativa de homicídio que ocorreu na noite de quarta-feira (14). Após a gravação, ao tentarem retornar para o carro, os jornalistas foram abordados por dois assaltantes em uma motocicleta.

Os suspeitos fugiram e levaram dois celulares. Com um celular reserva, a repórter avisou a produção do jornal. A equipe de reportagem deixou o local, e o cinegrafista, que também dirige o carro, avistou a dupla de assaltantes próximo ao Clube do Trabalhador, o Sesi.

A repórter disse que tentou anotar a placa da motocicleta, mas percebeu que o cinegrafista acelerou e jogou o carro para cima dos assaltantes, que caíram em via pública.

Ela relatou que o cinegrafista saiu do carro para tentar pegar os assaltantes, entrou em luta corporal, mas um deles atirou. O cinegrafista foi então atingido por dois tiros. A repórter disse que, ao ouvir os disparos, se escondeu atrás do carro.

Os assaltantes fugiram com os celulares da equipe, que acionou a polícia e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, mas as equipes de socorro não compareceram ao local.

Um motorista que passava pela via ajudou a repórter a levar o cinegrafista até o Hospital João Lúcio.

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Amazonas

MPF processa ex-ministro Pazuello e secretário de Saúde do AM por responsabilidade na crise de oxigênio

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O Ministério Público Federal (MPF) no Amazonas ajuizou, nesta quarta-feira (14), ação de improbidade administrativa contra o ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e o secretário estadual de Saúde do Amazonas, Marcellus Campelo, por omissão no combate à pandemia entre dezembro de 2020 e janeiro de 2021, quando o Amazonas registrou colapso de oxigênio nas unidades de saúde e aumento de mortes por covid-19.

Entre 14 e 15 de janeiro, falta de oxigênio nos hospitais de Manaus levou a cidade de Manaus a um cenário de caos. Com recordes nos casos de Covid, a capital precisou enviar pacientes que dependiam do insumo para outros estados.

A ação, encaminhada à Justiça Federal no Amazonas, cita, também, três secretários do Ministério da Saúde e o coordenador do Comitê de Crise do Amazonas, Francisco Ferreira Máximo Filho.

No documento, o MPF identificou atos de improbidade administrativa em cinco situações distintas:

  • atraso e lentidão do Ministério da Saúde no envio de equipe para diagnosticar e minorar nova onda de covid-19 no Amazonas;
  • omissão no monitoramento da demanda de oxigênio medicinal e na adoção de medidas eficazes e tempestivas para evitar seu desabastecimento;
  • realização de pressão para utilização de ‘tratamento precoce’;
  • demora na adoção de medidas para transferência de pacientes que aguardavam leitos;
  • e ausência de medidas de estímulo ao isolamento social.
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