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PC investiga estudantes que combinavam cometer estupros na UFRA, no PA

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Quatro alunas da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra) procuraram a Polícia Cívil nesta terça-feira (7) para denunciar rapazes que insinuaram que iriam cometer abusos sexuais na instituição.

De acordo com os relatos, os jovens tinham um grupo em aplicativo de mensagens instantâneas para combinar quando seriam os assédios e quais seriam as vítimas. O histórico das conversas vazou nas redes sociais e causou revolta.

A denúncia foi registrada na Divisão de Prevenção e Repressão a Crimes Tecnológicos (DPRCT). Segundo a Polícia Civil, as meninas levaram apenas “prints” das conversas e, para o andamento das investigações, o delegado pediu para que levassem os aparelhos celulares.

O histórico das conversas vazou no último domingo (5) nas redes sociais e causou revolta. Segundo a denúncia, o grupo reunia alunos de vários cursos da universidade. Além disso, durante a conversa, imagens de alunas nuas também teriam sido compartilhadas. As mensagens possuíam teor machista e faziam incitação ao estupro.

Em um trecho é possível ver relatos como “Bora logo meter o estupro” e “Come ela por todos nós”. Outra pessoa retruca e fala “Estupro não. Sexo surpresa”. Em outros comentários é possível ler frases de teor racista como “Aí depois me perguntam por que não gosto de preto” e “Tô querendo comprar um anão. Acho que branco deve tá caro. Um negro deve ser mais barato”.

Protestos

Na última segunda-feira (6) após a divulgação das conversas, estudantes da Ufra realizaram um protesto no restaurante universitário da instituição. Foram colados nas paredes do prédio cartazes com trechos das conversas. Após o ato, uma reunião entre os estudantes foi marcada para debater o assunto.

manifestação na Ufra

Foto: Reprodução

Alunos da universidade fizeram outro protesto na tarde desta terça-feira (7) em frente ao prédio da reitoria, exigindo um posicionamento efetivo da administração da universidade sobre o caso. Segundo os estudantes, alguns pontos foram reivindicados. Entre eles está a expulsão dos envolvidos, a criação de uma ouvidoria e a criação de um regimento interno dos Centros Acadêmicos, já que alguns discentes envolvidos no caso eram de centro acadêmicos.

Uma das manifestantes, que preferiu não ser identificada, disse que esse caso expõe a insegurança que as mulheres sofrem na instituição. “Isso não é fofoca. Isso coloca em risco a vida dessas garotas. É deprimente essa situação numa universidade. Estamos sem proteção. Em um ambiente universitário essas coisas ainda acontecem infelizmente”, afirmou.

Nota

A UFRA disse em nota que repudia ações de apologia a crimes feitas por meio de aplicativos de celular, pelos quais incorrem em comentários de cunho capcioso, ilegal e indignos à pessoa humana, além de apresentarem-se inadequados ao ambiente acadêmico. A nota diz que não cabe a Universidade controlar conteúdos exauridos por alunos em aparelhos telefônicos pessoais, mesmo não compactuando com tais conteúdos.

A UFRA disse ainda que tem agido para prevenir e apurar infrações, prestando devido apoio psicossocial aos alunos e realizando encaminhamentos cabíveis.

*Fonte: Portal G1

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Amazonas

MPF processa ex-ministro Pazuello e secretário de Saúde do AM por responsabilidade na crise de oxigênio

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O Ministério Público Federal (MPF) no Amazonas ajuizou, nesta quarta-feira (14), ação de improbidade administrativa contra o ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e o secretário estadual de Saúde do Amazonas, Marcellus Campelo, por omissão no combate à pandemia entre dezembro de 2020 e janeiro de 2021, quando o Amazonas registrou colapso de oxigênio nas unidades de saúde e aumento de mortes por covid-19.

Entre 14 e 15 de janeiro, falta de oxigênio nos hospitais de Manaus levou a cidade de Manaus a um cenário de caos. Com recordes nos casos de Covid, a capital precisou enviar pacientes que dependiam do insumo para outros estados.

A ação, encaminhada à Justiça Federal no Amazonas, cita, também, três secretários do Ministério da Saúde e o coordenador do Comitê de Crise do Amazonas, Francisco Ferreira Máximo Filho.

No documento, o MPF identificou atos de improbidade administrativa em cinco situações distintas:

  • atraso e lentidão do Ministério da Saúde no envio de equipe para diagnosticar e minorar nova onda de covid-19 no Amazonas;
  • omissão no monitoramento da demanda de oxigênio medicinal e na adoção de medidas eficazes e tempestivas para evitar seu desabastecimento;
  • realização de pressão para utilização de ‘tratamento precoce’;
  • demora na adoção de medidas para transferência de pacientes que aguardavam leitos;
  • e ausência de medidas de estímulo ao isolamento social.
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Brasil

Mãe de Henry Borel passa mal em presídio e é internada

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Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, foi encaminhada para atendimento médico na madrugada desta segunda-feira (12). A informação foi confirmada pela Secretaria Estadual de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro (Seap). Ela está presa no Instituto Penal Ismael Sirieiro, em Niterói, na Região Metropolitana.

De acordo com o órgão, Monique sentiu dores abdominais após urinar e solicitou atendimento médico. Ela foi encaminhada ao Hospital Penal Hamilton Agostinho, dentro do próprio Complexo Penitenciário de Gericinó.

Após ser diagnosticada com uma infecção urinária, a previsão é de que Monique siga internada por pelo menos três dias no local para acompanhamento e para receber a medicação recomendada.

Na quinta-feira (8), o vereador carioca Dr. Jairinho (sem partido), padrasto da criança, e Monique foram presos por suspeita de homicídio duplamente qualificado –com emprego de tortura e sem chance de defesa para a vítima –, por atrapalharem as investigações e por ameaçarem testemunhas para combinar versões.

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Brasil

Homem surta e faz comissária de bordo refém no Aeroporto de Guarulhos

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Na noite de domingo (11), um homem que se identificou como “soldado Resende” e estudante de medicina fez uma comissária de bordo da Gol refém no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. Segundo informações de passageiros que estavam no terminal, o suspeito exigia a presença da Polícia Federal.

Após alguns minutos de tensão, ele foi preso e, a mulher, libertada sem ferimentos. Enquanto segurava a empregada da empresa aérea pelos braços, a ameaçava de morte com um objeto cortante rente ao pescoço, uma caneta. Ele exigia a presença da Polícia Federal (PF) e da “imprensa internacional”.

Em outro momento, dizia estar sendo ameaçado de morte e avisava a quem se aproximava que carregava uma bomba dentro da mochila. De acordo com pessoas que presenciaram a cena, o homem parecia transtornado. Não foi encontrado nenhum explosivo na mochila do mesmo.

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