Conecte-se conosco

Ciência e Tecnologia

Pesquisadores da UFF desenvolvem sistema para diagnóstico médico a distância

Avatar

Publicado

em

Pesquisadores da Universidade Federal Fluminense (UFF) desenvolveram um projeto que permite diagnóstico médico a distância. O chamado Sistema de Saúde Holográfica permite que uma junta médica acompanhe o atendimento prestado a milhares de quilômetros, por meio de imagens em cores dos pacientes.

O sistema inclui um consultório virtual, que, além da maca, mesa e cadeira da sala de consultas tradicional, contará com uma webcam, microfone, iluminação especial e computador para transmissão de imagem holográfica do paciente.

Haverá um médico junto com o paciente, mas as imagens holográficas poderão ser transmitidas a uma junta médica, que pode estar localizada a quilômetros de distância. Ao receber as imagens, os médicos que estão a distância poderão avaliar o caso e interagir com o paciente.

A ideia é beneficiar os moradores de áreas mais remotas do país, como os da Amazônia, permitindo que seus casos sejam avaliados por profissionais especializados, localizados em um centro médico mais equipado.

“Imagina um cenário em que você tem um médico numa região remota do país e esse médico é um clínico ou um recém-formado. E ele tem uma questão em que precisa de apoio de um especialista. O sistema serve como um apoio para esse profissional de saúde. Na verdade, essa é uma iniciativa de interiorização da medicina”, diz o coordenador do Núcleo de Estudos de Tecnologias Avançadas da Escola de Engenharia (Netav/UFF), Ricardo Carrano.

O sistema foi desenvolvido pelos pesquisadores do Netav/UFF, em parceria com o Corpo de Saúde do Hospital Universitário Antonio Pedro. Ele já foi testado pela Marinha, na operação do navio de apoio às atividades na Antártida, e teve a sua utilização avaliada para os navios-hospitais que atendem a populações ribeirinhas da Amazônia.

Segundo a UFF, cada consultório virtual tem custo estimado de menos de R$ 10 mil e utiliza equipamentos simples. Já o centro de saúde holográfica, onde será feita a projeção para a junta médica, tem custo estimado de R$ 700 mil.

Por Agência Brasil

Continue lendo
Propaganda
Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Brasil

Brasileiro é um dos mais jovens advogados aprovados para atuar nos EUA

Avatar

Publicado

em

Por

No dia 15 de abril, a Corte Suprema de Nova York vai receber o juramento de um dos advogados mais jovens já credenciados no Estado. Ele é o brasiliense Mateus de Lima Costa Ribeiro, de 21 anos, aprovado em exame do New York State Bar Association — equivalente à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

“É o resultado de muita dedicação. O que você colhe está completamente ligado a coisas que você fez em 7, 8, 10 anos”, disse Mateus ao G1.

Em 2019, o brasiliense foi aprovado para um mestrado na Universidade Harvard, nos Estados Unidos, considerada uma das melhores do mundo. Segundo ele, a experiência o fez “rever todas as premissas”.

“Quando cheguei lá, percebi que havia muita demanda por pessoas que entendem tanto o universo jurídico brasileiro quanto o americano, e o mestrado em Harvard abre a porta para você fazer a prova do Bar”, conta.

Mateus reconhece que faz parte de uma exceção. “A realidade de estudar fora, de aprender e falar bem inglês, de ter acesso a um país diferente é um negócio que precisa crescer cada vez mais, que precisa, cada vez mais, deixar de ser a exceção”, disse.

Na família, Mateus não foi o único a seguir o direito e se formar cedo. Ele foi quem quebrou o recorde do irmão, João Costa Ribeiro Neto, que conquistou a carteira da OAB aos 20 anos. A irmã, Clarissa Costa Ribeiro, foi graduada em direito aos 20 anos.

A prova do “Bar”, em New York, ocorreu em outubro de 2020, quando ele tinha 20 anos. No mesmo mês, Mateus voltou ao Brasil e, atualmente, ele trabalha em um escritório de advocacia em São Paulo, que presta apoio jurídico a empresas brasileiras que fazem operações internacionais.

“Pretendo trabalhar e ajudar a economia do Brasil justamente como uma ponte entre as empresas daqui e o mercado financeiro de Nova York. Empresas que estão se financiando para crescer, contratar pessoas. Sinto esse chamado, de ser essa ponte [entre os dois países]”, conta.

Fonte: G1

Continue lendo

Amazonas

Butantan estudará efeito da Coronavac em pessoas com comorbidades em Manaus

Avatar

Publicado

em

Por

O Instituto Butantan aplicará a CoronaVac em pessoas com comorbidades em Manaus em um estudo clínico para medir os efeitos da vacina contra Covid-19 na população com problemas de saúde pré-existentes, informou o instituto paulista nesta quarta-feira.

Para o estudo com pessoas do chamado grupo de risco para o coronavírus serão enviadas a partir de quinta-feira 10.156 doses da CoronaVac à capital do Amazonas para serem aplicadas em profissionais de educação e da segurança pública da rede estadual, com idade entre 18 e 49 anos. Este grupo, que terá a vacinação antecipada, será acompanhado pela equipe de pesquisadores que participa do estudo.

Dez mil pessoas participarão do estudo, sendo que 5 mil receberão a vacina do laboratório chinês Sinovac e 5 mil farão parte do grupo controle. A capital do Amazonas foi escolhido pois lá predomina a variante P1 do coronavírus, originada na cidade e que é mais transmissível.

Também nesta quarta o Butantan iniciou a segunda fase do estudo clínico com a CoronaVac na cidade de Serrana, no interior de São Paulo. A ideia é vacinar toda a população adulta da cidade com a vacina para medir os efeitos do imunizante na pandemia na cidade.

Fonte: UOL

Continue lendo

Pesquisa e Inovação

“Super-Terra” pode ter pistas sobre atmosferas em planetas distantes

Avatar

Publicado

em

Por

Foto: Reuters

Cientistas encontraram um planeta que orbita uma estrela relativamente próxima ao nosso sistema solar e que pode oferecer uma grande oportunidade para estudar a atmosfera de um planeta rochoso e semelhante à Terra, o tipo de pesquisa que poderia auxiliar na busca por vida extraterrestre. 

Os pesquisadores afirmaram na quinta-feira que o planeta, chamado Gliese 486 b e classificado como uma “Super-Terra” não é em si um candidato promissor como um refúgio para a vida. Imagina-se que ele seja inóspito –quente e seco como Vênus, com possíveis rios de lava fluindo em sua superfície.

Mas a proximidade com a Terra e as características físicas o tornam um bom candidato para um estudo de atmosfera com os telescópios espaciais e terrestres de nova geração, começando com o Telescópio Espacial James Webb, que a Nasa deve lançar em outubro.  Esses devem fornecer aos cientistas dados para decifrar as atmosferas de outros exoplanetas –planetas que ficam além do nosso sistema solar– incluindo os que podem abrigar vida.

“Nós dizemos que o Gliese 486 b irá se tornar instantaneamente a Pedra de Rosetta da exoplanetologia –pelo menos para os planetas semelhantes à Terra”, disse o astrofísico e co-autor do estudo José Caballero, do Centro de Astrobiologia da Espanha, em referência à antiga placa de pedra que ajudou pesquisadores a decifrar os hieróglifos egípcios.

Cientistas descobriram mais de 4.300 exoplanetas. Alguns deles são gigantes de gás, similares a Júpiter. Outros são menores, rochosos, planetas mais parecidos com a Terra, o tipo que é considerado um potencial mantenedor da vida, mas os instrumentos científicos disponíveis atualmente nos dizem pouco sobre suas atmosferas.

“O exoplaneta precisa ter as configurações físicas e orbitais corretas para que seja elegível para investigação atmosférica”, disse o cientista planetário Trifon Trifonov, do Instituto Max Planck para Astronomia, na Alemanha, principal autor da pesquisa publicada na revista Science.

 

*Fonte: Reuters

Continue lendo

Facebook

Propaganda
Propaganda
Propaganda

Mais Lidas

Copyright © 2021 Portal do Minuto. Todos Direitos Reservados. Portal - Manaus