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Em operação, Polícia Civil do MT e AM prende quadrilha que aplicava ‘Golpe da UTI’

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Operação Jaleco Preto

A Polícia Civil do Estado do Mato Grosso cumpriu, na manhã desta quinta-feira (23), 11 mandados de prisão nas cidades de Rondonópolis e Cuiabá, durante operação chamada ‘Jaleco Preto’. De acordo com a polícia, a quadrilha é suspeita de coletar informações de pacientes internados nas UTIs de todo o país, aplicando os golpes por meio de ligações telefônicas feitas para os familiares das vítimas. 

O início da investigação ocorreu através da Polícia Civil do Amazonas, que conseguiu identificar a quadrilha responsável por aplicar esse tipo de estratagema criminoso (conhecido como ‘Golpe da UTI’). A operação foi composta pelas polícias do Amazonas e Mato Grosso.

Golpe da UTI

O golpe funcionava da seguinte maneira: os criminosos se passavam por médicos, a fim de conseguir informações dos pacientes através de ligações para as famílias dos internados, inventando procedimentos de urgência que deveriam ser pagos o quanto antes.

Os integrantes da quadrilha, que não tiveram as identidades divulgadas, já estão presos no presídio Mata Grande, situada em Rondonópolis (MT). Eles são apontados como os responsáveis pelos golpes aplicados.

Sete pessoas que disponibilizaram números de contas para receber depósitos das famílias das vítimas são alvo dos mandados de prisão. Até o início desta tarde, somente cinco pessoas foram presas.

Ao todo, 10 vítimas do golpe foram identificadas em Manaus. Também há vítimas nos estados de Goiás, Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro e Pará. O caso continua sendo investigado pela polícia.

*Com informações da fonte: Portal G1

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Amazonas

Batalhão Ambiental bate recorde de apreensão de madeira ilegal no AM

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De janeiro até setembro deste ano, as operações realizadas pelos policiais resultaram em uma apreensão de 12 vezes mais metros cúbicos de madeira oriunda de área de desmatamento ilegal. FOTO: Divulgação/PM

O Batalhão de Policiamento Ambiental (BPAmb), da Polícia Militar do Amazonas, alcançou apreensão recorde de madeira ilegal no estado. De janeiro até setembro deste ano, as operações realizadas pelos policiais que trabalham na proteção ao meio ambiente resultaram em uma apreensão de 12 vezes mais metros cúbicos de madeira oriunda de área de desmatamento ilegal, em comparação com o ano passado.

Subordinado ao Comando de Policiamento Ambiental (CPAmb), o Batalhão reforçou as operações de fiscalização em 2020, o que gerou aumento expressivo nos dados de produtividade. Até setembro, foram apreendidos 8,3 mil metros cúbicos de madeira irregular, entre madeiras serradas e toras de árvores. No mesmo período do ano passado, as ações policiais localizaram 678,9 metros cúbicos.

As apreensões estão embasadas na Lei Federal nº 9.605/1998, que prevê sanções penais e administrativas para quem cometer crimes ambientais. De acordo com o comandante do Batalhão, major Wallasson Lira, a ordem é intensificar as fiscalizações no estado.

“O principal motivo dessa apreensão é o aumento da fiscalização e a participação do batalhão em operações no sul do estado, e no programa Vigia. Nos últimos meses tivemos uma produtividade muito acentuada em relação a madeiras ilegais. Quem comete esse crime ambiental pode pegar detenção de seis meses a um ano, e multa”, disse o major.

O transporte da madeira sem a comprovação do Documento de Origem Florestal (DOF) é considerado crime ambiental. Se o condutor do veículo for flagrado com documentos adulterados pode ser preso em flagrante.

Entre as madeiras apreendidas estão espécies do tipo louro, angelim, ipê, tauari, assacu, muiracatiara e cedrinho.

Maior apreensão

Em uma das ações policiais realizadas este ano, as equipes do Batalhão Ambiental da PMAM apreenderam 900 toras de madeira, uma embarcação de grande porte e uma pá carregadeira, em Manacapuru, próximo à Comunidade Santo Antônio. A apreensão é a maior dos últimos quatro anos em ações contra crimes ambientais. Três suspeitos foram detidos e uma serraria que atuava em situação irregular foi interditada.

Denúncias

Para relatar crimes contra o meio ambiente, a população pode entrar em contato com a linha direta do Batalhão Ambiental, por meio do telefone (92) 98842-1553, que também recebe mensagens no aplicativo Whatsapp. É possível, ainda, fazer denúncias ao 181, o disque-denúncia da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM).

 

*Com informações de assessoria de imprensa

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Destaque

PC apreende adolescente de 17 anos por tráfico de drogas em Manacapuru

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Delegada Roberta Merly - Divulgação/PC-AM

Nesta terça-feira (20), por volta das 11h30, policiais civis da Delegacia Especializada de Polícia (DEP) de Manacapuru (distante 68 quilômetros em linha reta da capital), sob a coordenação da delegada Roberta Merly, titular da unidade policial, apreenderam um adolescente de 17 anos, por ato infracional análogo aos crimes de tráfico de drogas e receptação. A apreensão ocorreu na rua Cinco, bairro Morada do Sol.

A autoridade policial informou que, a vítima, que não teve a idade revelada, compareceu ao prédio da DEP para registrar um Boletim de Ocorrência (BO). Na ocasião, ela informou que teve seu aparelho celular roubado por um indivíduo identificado apenas como “Fusca”, na segunda-feira (19/10), e o mesmo já estava detido naquela unidade policial.

“Com base nessa informação, interrogamos ‘Fusca’, que confessou a autoria do delito e relatou que vendeu o aparelho para o adolescente de 17 anos. Seguimos em diligências até a casa dele no bairro Morada do Sol, e conseguimos apreendê-lo. Durante revista no imóvel, localizamos o aparelho celular fruto do roubo, quatro trouxinhas de cocaína e R$ 370 em espécie, provenientes da venda de entorpecentes”, disse a delegada Roberta Merly.

Procedimentos

O adolescente irá responder por ato infracional análogo aos crimes de tráfico de drogas e receptação. Após os trâmites cabíveis, ele permanecerá apreendido na delegacia à disposição da Justiça.

 

*Com informações de assessoria

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Brasil

Mulher é obrigada pelo ex a gravar vídeo sendo violentada no litoral de SP

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Avenida das Palmeiras, em Itanhaém (SP), onde o homem foi encontrado pela polícia — Foto: Reprodução

Neste domingo (18), um homem de 39 anos, que não teve o nome divulgado, foi preso em flagrante por estuprar e manter a ex-namorada, uma jovem de 23 anos, em cárcere privado por cinco dias em Itanhaém, no litoral de São Paulo. A jovem foi obrigada a gravar um vídeo enquanto era estuprada e a dizer que merecia tudo o que estava passando.

Segundo a Polícia Civil informou ao G1 nesta terça-feira (20), o ex-companheiro gravava todos os estupros que cometia contra a mulher. O filho da vítima, de 5 anos, também estava no cativeiro e presenciou os estupros. O suspeito está preso.

As imagens já estão sob posse da Polícia Civil, que irá anexá-las ao inquérito que investiga o caso. De acordo com o que foi apurado pelo G1, os vídeos eram todos gravados pelo suspeito no celular da mulher, já que ele não tinha aparelho telefônico.

Além dos vídeos dos estupros, a polícia achou um vídeo em que o agressor a obriga a vítima a dar depoimento justificando porque ela estava sendo mantida em cárcere. Nas imagens, a mulher foi coagida a dizer coisas ruins de sua personalidade, humilhar-se, justificar o que estava vivendo e afirmar que merecia toda a situação. Ela também era constantemente xingada pelo suspeito.

Segundo o que foi relatado pela polícia, a tática do agressor era fazer parecer que ele era a vítima, por isso fazia a ex-namorada se sentir moralmente baixa e dizer coisas negativas sobre si.

A Polícia Civil relatou que na gravação o rapaz afirmou que mandaria o vídeo para conhecidos. Os investigadores ainda acreditam que o homem seja de uma facção criminosa, por algumas referências que fazia no vídeo.

Sequestro e cárcere

A vítima, que é de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, viajou para o litoral no dia 9 de outubro, a convite de uma amiga, para passar o fim de semana em Mongaguá. Ao chegar à cidade, foi surpreendida pelo ex-namorado, com quem tinha tido um relacionamento por seis meses.

Segundo a polícia, o homem a segurou pelo cabelo, arrastou-a para um veículo e a levou, junto com o filho, para uma casa no bairro Chácara São Fernando, em Itanhaém. Lá, os dois foram mantidos trancados, e a mulher foi obrigada a manter relações sexuais com o ex-namorado.

Cinco dias depois, a jovem conseguiu escapar e avisou a polícia, que, na sexta-feira (14), prendeu o homem e libertou a criança, que permanecia na casa.

A Polícia Civil informou ao G1 nesta terça-feira que o suspeito segue preso. Logo após o flagrante, as autoridades policiais realizaram o pedido da medida protetiva para a vítima e solicitação de assistência social psicológica a ela e o filho.

*Fonte: G1

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