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Ciência e Tecnologia

Por que a cerveja congela se pegarmos no meio da garrafa?

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cerveja congelada

A cerveja está lá, paradinha no freezer, perfeita para saciar a sede. Na pressa, você pega a garrafa de qualquer jeito, se esquecendo daquela aula de química em que o professor disse que, ao serem estimuladas por fatores como calor ou movimento, as moléculas de uma substância reagem. No caso da cerveja, elas reagem muito mal, passando de líquidas para sólidas, agitadas pela proximidade da mão de quem vai servir (veja abaixo).

Claro, as garrafas de cerveja não são as únicas sujeitas ao congelamento instantâneo. Acontece que, diferentemente de sucos, refrigerantes ou mesmo latinhas de cerveja, elas costumam ser armazenadas em lugares que marcam menos de 0º – é essa exigência por uma loira tão gelada que a deixa sempre a perigo. Mas calma: não precisa começar a beber cerveja quente. É só lembrar de pegar a garrafa sempre pelo gargalo.

Entenda a pegada que congela a cerveja

1. Abaixo de zero
Se a cerveja é feita basicamente de água, deveria congelar em uma temperatura negativa, não? Ou aquele -5º do freezer do bar é só decoração? Calma, não estão enganando você. Acontece que, por ficarem paradinhas dentro da garrafa, as moléculas “esquecem” de virar cristais de gelo. Aí vem a sua mão quentinha para lembrá-las.

2. Mão boba
Quando você encosta na garrafa, sua mão esquenta o vidro, o que não é nada bom. Há duas opções melhores: pegar pelo gargalo, onde não há contato com o líquido, ou pela parte de baixo, onde o vidro mais grosso funciona como isolante, dificultando o congelamento.

3. Estupidamente gelada
O gás carbônico presente na cerveja se solta das paredes da garrafa, causando uma agitação interna. Um único cristal se forma, e vai dando origem a muitos outros, que originam outros… que transformarão toda a água em gelo. A saideira?

*Fonte: Revista Super Interessante

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Amazonas

Campanha para vacinação de adolescentes entre 12 a 17 anos começa na sexta-feira (13)

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O Governo do Amazonas anunciou, no início da noite desta segunda-feira (9), que a vacinação contra Covid para jovens de 12 a 17 anos, com comorbidades, grávidas e puérperas, deve iniciar na sexta-feira (13), em Manaus.

No sábado (14), será a vez de pessoas de 12 a 17 anos que não possuem doenças preexistentes. O governo também anunciou a aplicação da segunda dose para profissionais de educação a partir desta terça (10).

O comunicado foi feito pelo governador Wilson Lima, por meio das redes sociais, que informou que novas doses serão entregue à Prefeitura de Manaus. O prefeito David Almeida informou que o número de postos de vacinação será ampliado para essa faixa etária, mas os endereços ainda não foram divulgados.

Atualmente, pessoas com 18 anos ou mais, sem doenças preexistentes, podem buscar a vacina contra Covid em Manaus.

Para receber a primeira dose é necessário apresentar:

  • documento de identidade original, com foto
  • CPF
  • comprovante de residência, com cópia.

 

Para a segunda dose, é preciso levar o documento de identidade, o CPF e o cartão de vacinação com o registro da primeira dose.

A Secretaria de Saúde orienta a quem ainda vai tomar a primeira dose que faça o cadastro prévio na plataforma Imuniza Manaus, que agilizará o atendimento nos postos, e a consulta ao Filômetro, que indica o movimento nos locais de vacinação.

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Amazonas

Projeto instala sistema de energia solar em comunidade ribeirinha no Amazonas

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O dia 15 de junho de 2021 vai ficar marcado na história das 32 famílias que moram na Comunidade Santa Helena dos Ingleses, localizada na Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Rio Negro, município de Iranduba, na Região Metropolitana de Manaus (RMM). É que depois de 32 anos convivendo com o vai e vem na energia elétrica, os moradores finalmente vão ter o serviço 24 horas por dia e sem interrupções.

O benefício foi viabilizado pelo projeto “Sempre Luz”, resultado da parceria entre a Fundação Amazônia Sustentável (FAS) e a empresa Unicoba da Amazônia S.A, que implantou o sistema de energia solar na comunidade ribeirinha. Santa Helena dos Ingleses é a primeira comunidade do Brasil em que todas as casas, propriedades privadas, igrejas, centro comunitário e escola são abastecidas pela energia solar.

Assistir à TV, um sonho antigo

Na casa do seu Dorval Rodrigues, que mora com a esposa e dois enteados na comunidade há 10 anos, tem apenas dois eletrodomésticos: um freezer e um ventilador. Com a chegada da energia solar ele vai conseguir realizar um sonho antigo: comprar uma TV para acompanhar o noticiário nacional.

“Agora eu vou poder comprar uma televisão para assistir aos programas que eu e minha família gostamos e também uma geladeira, porque, agora, com energia direta aqui na comunidade, vamos poder fazer isso”, revela o agricultor de 37 anos.

Veja a matéria completa em: Revista Cenarium http://encurtador.com.br/fEKX1

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Ciência e Tecnologia

Caso de infecção por “fungo preto” é investigado no Amazonas

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Fungo Mucor, ilustrado na imagem, é um dos responsáveis pela mucormicose que acomete os pacientes com Covid-19 na Índia — Foto: Getty Images via BBC

Um caso de mucormicose, infecção causada por fungo chamado popularmente de “fungo preto”, está sendo investigado em um paciente em Manaus, segundo informou no domingo (30) a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas.

O fungo foi diagnosticado em um homem, de 56 anos, residente em Manaus. Com histórico de diabetes tipo 2, usuário de insulina, o paciente foi internado em 12 de abril, no Hospital e Pronto-Socorro Dr. João Lúcio, na zona leste da capital. Depois, ele foi transferido para o hospital da Fundação de Medicina Tropical Dr. Heitor Vieira Dourado (FMT), onde morreu em 16 de abril.

Ao ser internado, o paciente apresentou sintomas gripais, mas o teste RT-PCR teve resultado negativo para Covid-19. Ele apresentou prurido no olho direito, que avançou para uma infecção.

A comunicação de risco foi feita pelas autoridades responsáveis do Amazonas ao Centro de Informações Estratégicas e Resposta em Vigilância em Saúde nacional, após o recebimento do resultado de exames informado pela Fundação de Medicina Tropical na última sexta-feira (28). A investigação será concluída após análise de material coletado pelo Laboratório Central de Saúde Pública, que será enviado também para a Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro.

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