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Presidente peruano nega acusações de ter trabalhado para a Odebrecht

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O presidente do Peru, Pedro Pablo Kuczynski, garantiu nesta quarta-feira (15) que é falsa a acusação de que a construtora brasileira Odebrecht, envolvida em escândalos de corrupção na América Latina, o contratou como consultor financeiro há uma década.

Em breve mensagem pela televisão, ele negou ter recebido dinheiro da Odebrecht em suas campanhas para as eleições presidenciais de 2011 e 2016.

O maior jornal do Peru, El Comercio, informou na segunda-feira (13) que o ex-presidente da empresa brasileira Marcelo Odebrecht acusou Kuczynski de ter trabalhado para a construtora após o governo de Alejandro Toledo (2001 a 2006), quando Kuczynski foi um dos ministros da Economia.

De acordo com o jornal, Marcelo Odebrecht, que foi interrogado por promotores peruanos no Brasil, destacou que a empresa havia financiado campanhas de candidatos presidenciais peruanos.

“Afirma que depois de ter sido ministro, me contratou como consultor financeiro de tal empresa. Essa suposta afirmação também é falsa”, disse Kuczynski. “Não recebi nenhum repasse de tal empresa em nenhuma de minhas campanhas eleitorais”, acrescentou o presidente peruano, de 79 anos.

A Reuters não conseguiu confirmar o que Marcelo Odebrecht disse a promotores peruanos em Curitiba.

“Como chefe de Estado, apoio a luta contra a corrupção em todos os níveis”, afirmou Kuczynski. “É fundamental que todos lutem contra a corrupção, essa luta tem meu compromisso”.

Kuczunski, que assumiu em julho do ano passado para um mandato de cinco anos, rejeitou qualquer vínculo profissional com a Odebrecht, no âmbito de uma investigação feita pelo Congresso, dominado pela oposição.

*É proibida a reprodução total ou parcial desse material. Direitos Reservados.

Por Agência Brasil

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Imprensa mundial chama presidente argentino de “racista” e “vergonha”

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Os periódicos da Argentina e do mundo não pouparam críticas ao presidente Alberto Fernández após o mandatário afirmar, na quarta-feira (9/6), que os “mexicanos saíram dos índios, brasileiros saíram da selva, mas nós, os argentinos, chegamos de barcos que vinham da Europa. E assim construímos nossa sociedade”.

O comentário foi considerado “infeliz” e “desastroso”; e Fernández, uma “vergonha” e “racista”.

O jornalista Eduardo Feinmann, do La Nación, destacou que as declarações de Alberto Fernández foram uma “vergonha nacional”. Para o apresentador, o presidente argentino é o “filósofo racista do século 21″. “É extremamente racista com os brasileiros e com os mexicanos”, assinalou ele.

Com informações: Metrópoles

 

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Mundo

Rússia aprova lei que pode banir das eleições opositores de Navalni a Testemunhas de Jeová

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Os senadores russos aprovaram, nesta quarta-feira, 2, por ampla maioria, uma lei que abre caminho para proibir que qualquer pessoa considerada extremista e opositores do presidente Vladimir Putin, como Alexei Navalni e seus aliados, disputem eleições no País.

O termo “extremismo” tem uma definição muito ampla na lei russa e permite às autoridades lutar contra organizações de oposição, como a Fundação Anticorrupção fundada por Navalni, e facções racistas ou terroristas, bem como grupos religiosos como as Testemunhas de Jeová.

O projeto de lei foi aprovado por 146 senadores, e recebeu apenas um voto contrário e uma abstenção. Para que entre em vigor, falta apenas a assinatura de Putin. Em abril, a Justiça da Rússia – que é nominalmente independente, mas toma decisões frequentemente alinhadas aos interesses do Kremlin – ordenou a suspensão das atividades das organizações ligadas a Navalni.

A medida está vinculada a um processo em que os promotores pedem o banimento definitivo dos grupos sob acusação de extremismo. Assim, além de não poder disputar as eleições, qualquer pessoa ligada ao opositor – que ocupou manchetes no mundo todo depois de sofrer um envenenamento no ano passado – pode ser impedida de concorrer a cargos eletivos na Rússia.

A nova lei se aplica aos líderes das organizações, que perdem o direito de disputa eleitoral por cinco anos, e a ativistas e dezenas de milhares de pessoas que apoiam causas consideradas extremistas por meio de doações, que podem ser proibidos de apresentar candidaturas por três anos.

Veja a matéria completa em: Revista Cenarium encurtador.com.br/ikpSU

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Destaque

Índia se torna o 3º país a superar 300 mil mortes por Covid

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Parentes lamentam a morte de familiar com Covid-19 do lado de fora de um necrotério em Nova Délhi, capital da Índia, nesta segunda (24) — Foto: Money Sharma/AFP

Índia se tornou nesta segunda-feira (24) o terceiro país a superar a marca de 300 mil mortes por Covid-19, depois de Estados Unidos Brasil, em meio a uma agressiva segunda onda da pandemia.

Foram 4.454 óbitos nas últimas 24 horas, segundo dados do Ministério da Saúde indiano, o segundo maior número já registrado pelo país na pandemia (o recorde mundial foi registrado na terça).

O país confirmou mais de 57 mil mortes por Covid-19 nas últimas duas semanas, elevando o total de vítimas para mais de 303 mil. Os EUA têm 589 mil óbitos e o Brasil, 449 mil.

Índia registrou também 222 mil novos casos, o menor patamar diário desde 15 de abril, mas a segunda onda de Covid-19 segue devastando o país há quase dois meses, com hospitais lotados e crematórios que não conseguem atender ao volume de corpos.

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