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Saúde, educação e segurança jogada às “traças”: ainda temos governo no Amazonas?

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Ausente dos últimos quatro debates organizados por grandes veículos de comunicação da capital amazonense, o governador Amazonino Mendes (PDT), candidato à reeleição no pleito deste ano, também parece estar ausente do posto de governador do Amazonas.

Na última semana foi divulgado que nossos estudantes estão entre os piores do país. Ainda na mesma semana, outra chacina foi orquestrada em um bairro da capital, onde três pessoas foram mortas e duas ficaram feridas durante uma partida de futebol.

No início deste mês, o Portal do Minuto foi procurado para denunciar o descaso do governo com a Saúde Pública: um homem está em coma há quatro dias, em um SPA, à espera de um leito em algum grande hospital da capital.

Diante desses acontecimentos, do crescimento da violência, do descaso com a educação e da iminente falta de compromisso com a saúde, eis a dúvida: ainda temos governo no Amazonas?

Educação

O quadro da educação no Estado, a cada dia, demonstra não haver perspectivas boas para o futuro, uma vez que as bases – que devem ser construídas no presente – carecem de melhor atenção da parte poder público. Sendo assim, mais uma vez, voltamos a ser notícia nacional de forma negativa e vergonhosa. Estar entre os priores do país não é uma posição desejada, nem tão pouco nossa gente merece passar por isso.

De acordo com os dados do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb), divulgados na última quinta-feira (30), os estudantes amazonenses do Ensino Médio ficaram entre os piores resultados do país. De 2015 a 2017, os alunos apresentaram uma piora – considerável – em duas disciplinas fundamentais: Língua Portuguesa e Matemática [mais um escândalo advindo de uma triste realidade que está exposta para quem quiser ver].

O fato é preocupante e atinge, de forma cruel, todas as outras áreas de desenvolvimento do Estado. Não se pode gerar expectativas melhores com a educação sendo levada a níveis tão baixos. O avanço da violência e do desemprego são frutos podres, oriundos de tal descaso com o conhecimento e com a formação do indivíduo enquanto profissional.

Com as perspectivas reduzidas, o mundo do crime se torna cada vez mais atraente para aqueles – em especial, adolescentes e jovens – que já perderam tudo, inclusive, a esperança. Estão roubando nossos sonhos, destruindo nossas perspectivas de um Amazonas melhor e minando, há décadas, a riqueza do nosso povo.

Segurança

No dia 1º de janeiro de 2017, o Amazonas vivenciou um dos momentos mais tristes na segurança pública do Estado. O Massacre do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), ceifou cerca de 50 vidas em decorrência do estopim da guerra entre as facções criminosas que comandam o tráfico de drogas na região. Desde então, o que já era caótico, tornou-se insuportável: a população se encontra amedrontada e trancada dentro de suas próprias residências, totalmente refém da violência.

Diariamente, Manaus vira palco desta guerra cruel que tira e destrói milhares de vidas. Na última sexta-feira (31), um tiroteio causou pânico nos moradores do bairro Compensa, situado na zona oeste da capital. Na ocasião, cinco pessoas foram alvejadas: três foram a óbito e outras duas foram encaminhadas para o Hospital e Pronto-Socorro 28 de Agosto, na zona centro-sul.

Diante dos números alarmantes e da crescente sensação de insegurança que atinge a população, o governo do Estado continua sem propostas para combater o crime organizado e, assim, oferecer a segurança necessária para o povo amazonense [ou, talvez, apenas tenha decidido não fazer nada mesmo].

Nossa cidade, nos últimos anos, tem atingido um patamar ingrato e se transformado em uma das capitais mais violentas do país. Este é o resultado de um (des)governo que comanda o Estado há mais de três décadas. Em toda eleição, os mesmos que não foram capazes de resolver o problema da segurança, mesmo estando há muito tempo no poder, ainda se apresentam como “novidade”, e incrivelmente conseguem convencer milhares de pessoas acerca de sua suposta “competência” e do “pseudo comprometimento” com a causa pública.

Ora, essa mesma gente que não conseguiu apresentar nenhuma proposta que mudasse tal situação da Segurança Pública no Amazonas, são os reais responsáveis pelo assombroso quadro que estamos vivendo atualmente.

A falta de políticas sérias, que visam o desenvolvimento do Estado a partir da educação e formação de profissionais qualificados para o dinâmico mercado de trabalho, são a origem do problema. Adolescentes, jovens e adultos sem perspectivas melhores de vida se tornam presas fáceis para o tráfico de drogas. E com o tráfico ganhando espaço, logicamente, a violência se propaga de forma rápida e atinge a todas camadas sociais.

O cidadão virou refém do crime, vive enjaulado dentro de casa. Enquanto isso, quem deveria estar preso, caminha livremente pelas ruas, cometendo verdadeiras atrocidades. E o governo, o que está fazendo diante desta situação? Bom, se alguém tiver uma reposta, então, sinta-se à vontade para compartilhar conosco.

Saúde

Na segunda-feira (3), a equipe do Portal do Minuto recebeu uma denúncia de que um homem, de 44 anos, havia dado entrada no SPA Joventina Dias, localizado no bairro Compensa, zona oeste da capital, desde sábado (1º) e até então, não pôde ser transferido para um dos grandes hospitais da cidade por conta da falta de leitos. Segundo a família, o homem se encontra há quatro dias sem demonstrar reação alguma, e só na noite de terça-feira (4), ele havia sofrido quatro paradas cardíacas.

Diante disto, vale ressaltar tal atrocidade vivida pelo nosso povo. As pessoas estão morrendo nos locais onde deveriam receber tratamento adequado; um lugar que deveria salvar vidas acaba se transformando numa espécie de “circo dos horrores”. Um paradoxo vergonhoso, triste e revoltante. Enquanto isso, o governo continua omisso, paralisado por sua própria incompetência.

Educação, saúde e segurança – direitos fundamentais de todo cidadão brasileiro, dos quais não estão sendo respeitados. Temos um governo omisso, fraco e incapaz de propor soluções para resolver os problemas que parecem institucionalizados por esta classe política que nunca teve o povo como prioridade. A única preocupação dessa gente parece ser a de se perpetuar no poder e repassar este legado para filhos e netos, e assim, manter a família inteira sendo amamentada pela caridosa e lucrativa “teta” do Estado.

As eleições estão chegando… E esse mesmo povo que está – e sempre esteve – de mãos atadas para os problemas da população, querem novamente se reeleger para os seus respectivos cargos e, assim, continuarem sua batalha incansável na arte de sugar as forças vitais, produtivas e as riquezas do povo trabalhador.

Ainda temos governo?

Depois de todos esses relatos, a sensação que fica na maioria da população é a de que, no Amazonas, a educação, a segurança e a saúde pública estão jogadas às “traças”, e o governo que foi eleito para cuidar destas áreas sociais praticamente não existe – pelo menos, quando o assunto é a promoção de políticas públicas que promovam o bem comum, além de uma gestão melhor e mais eficiente dos recursos públicos.

Nossa capital vivencia um verdadeiro caos em todas estas áreas, enquanto o homem que deveria estar tomando medidas e buscando soluções, que deveria estar “governando”, não é capaz de mostrar a cara para transmitir às pessoas algum sinal de esperança. É justo com o nosso povo?

Este mesmo homem que vem buscando a reeleição, meus caros, faz parte do grupo político que desgoverna o Estado há mais de três décadas. Mas parece que lhe falta coragem para encarar seus eleitores, uma vez que não participou dos debates que foram promovidos nos últimos dias.

E não participar dos debates, que tem como intuito discutir ideias e apresentar propostas para a população, pode ser um sério sintoma de que o candidato não tem nada de “novo” para mostrar – ou tem muita vergonha de expor sua incompetência, incoerência e descompromisso com o bem estar público. Pode ser que seja medo também ou, ainda, a mesclagem de todos esses fatores.

Por fim, caríssimo leitor, se o Amazonas está sendo governado, eu sinceramente desconheço. Já passou da hora de colocarmos ordem na casa, de moldar o presente para construir um futuro cheio de esperanças… Está na hora dos inúmeros ‘Davis’ se levantarem novamente e, mais uma vez, derrotarem os gigantes que amedrontam e destroem o nosso povo.

É preciso dar um basta nesta situação! Que tal darmos a essa turma um belo e longo período de férias? De preferência, para sempre.

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Mente calma e racional: como o estoicismo pode nos ajudar a viver melhor

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Imperador Romado Marco Aurélio - Foto: Reprodução

O estoicismo é uma escola filosófica prática fundada na Grécia, por Zenão de Cítio, no início do século III a.C, que ensina que é possível viver uma vida boa quando focamos naquilo que pode ser controlado. Os estoicos prezam por manter a mente calma e racional, independente das distintas situações humanas, e pregam que não devemos deixar ser conduzidos por crenças e paixões doentias de desejo, medo, dor ou prazer, uma vez que tais sentimentos são irracionais. O pensador estoico entende como natural sentir tais emoções, mas é preciso agir com racionalidade: a ação deve ser regida pela razão e não pela emoção.

Ainda que tenha nascido na Grécia, o estoicismo foi popularizado em Roma, e seus conceitos prevalecem até os dias atuais. Na visão estoica, manter a mente calma e racional para viver bem, significa que o homem precisa se concentrar naquilo  que pode ser controlado, e ao invés de se preocupar com o incontrolável, precisa aceitar que há coisas que não podem ser controladas. A realidade existe como ela é, e não como a queremos.

No pensamento de Epicteto, filósofo grego estoico do século I d.C, o mundo é como é, independente daquilo que queremos que ele seja, e isso precisa ser aceito. Há coisas que estão sob o nosso controle e outras não. Olhar o mundo com essa perspectiva pode ser valiosa, quanto mais trazemos para os dias atuais, onde a pressão social pelo sucesso profissional, por uma vida amorosa estabilizada e pelo acúmulo de bens materiais, criam expectativas em demasia nas diferentes realidades humanas.

Com o advento da televisão e da internet, por exemplo, padrões de estética, família e pensamentos foram pré-fabricados e transmitidos a uma massa que parece ter esquecido a imprevisibilidade do mundo. A vida real não vem pronta como nos roteiros das telenovelas, que no fim tudo acaba bem, ainda que a trama tenha sido pautada por situações indesejadas no decorrer da história. Por vezes somos vítimas do imprevisível, de situações que fogem do nosso controle, e não há nada que podemos fazer para reverter a situação.

De acordo com o pensamento estoico, o que está sob controle são nossas opiniões, ações e a própria perspectiva do mundo ao nosso redor. Para os estoicos, quando passamos a acreditar que as coisas fora do nosso controle nos trarão a felicidade desejada, nos tornamos meros expectadores, terceirizamos o próprio desejo, e quando isso acontece, essa felicidade passa a não depender mais de nós, e sim dos outros, algo inaceitável no estoicismo.

Os estoicos valorizam a ação, e não as palavras. Outro importante ensinamento é a prática de fazer o bem sem olhar a quem, ou fazer o bem sem esperar nada em troca. Para o estoicismo, é da natureza humana agir de bondade com os semelhantes, e isso independe do gesto ser valorizado ou não, pois a verdadeira beleza está no caráter, valores e personalidade de uma pessoa.

A escola estoica acredita que a personalidade ideal que devemos perseguir é a do “sábio estoico”, não para idealizar alguém acima dos demais, mas para agirmos racionalmente, e assim maximizar o bem-estar pessoal e da coletividade.

Quatro lições que podemos aprender com os estoicos 

1ª Lição – “Não espere que o mundo seja como você deseja, mas sim como realmente ele é. Dessa forma você terá uma vida tranquila.”

2ª Lição – Existem mais coisas, Lucílio, susceptíveis de nos assustar do que existem de nos derrotar; sofremos mais na imaginação do que na realidade.” Sêneca, Carta a Lucílio.

3ª Escolha não ser prejudicado e você não se sentirá prejudicado. Não se sinta prejudicado e você não o será.” Marco Aurélio, Meditações.

4ª “O homem vive preocupado em viver muito, não em viver bem, mas na realidade o viver muito não depende dele, mas o viver bem sim.” Sêneca, Sobre a Brevidade da Vida.

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“Viver baseado nas próprias virtudes”: o que podemos aprender com os cínicos

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Cinismo é derivação da palavra grega Kynismós, que traduzido para o português significa, ''igual a um cão''

O cinismo é uma corrente filosófica criada no século V a.C., por Antístenes, que ensina que o ser humano deve viver baseado em suas virtudes, ou seja, aceitando quem realmente é. Para isso, é necessário também, viver desprendido de julgamentos alheios e dos padrões estabelecidos pela sociedade.

Cinismo é a derivação da palavra grega kynismós, que em tradução para o português seria algo como: ”igual a um cão”; o termo é atribuído aos cínicos porque de fato, eles viviam como cães. Despojados de bens materiais e totalmente desprendidos dos padrões sociais, os pensadores cínicos viviam a filosofia na prática.

Os cínicos se declaravam cidadãos do mundo e por acreditar neste pensamento, contestavam  a vida em sociedade e o matrimônio, que segundo eles, tiravam a autonomia humana. Acreditavam que o homem deve ser autônomo e autossuficiente tratando o mundo com indiferença, pois a felicidade brota do seu interior.

Dentre eles, o que mais se destacou foi Diógenes de Sínope, filósofo da Grécia Antiga nascido em 413 a.C. Diógenes foi aluno de Antístenes, destacou-se entre os cínicos por viver de forma radical a sua filosofia. Ele passou a viver dentro de um barril na mais completa miséria, para mostrar aos homens que não é preciso de muito para viver.

Diógenes buscava um homem que vivesse segundo a sua essência. Procurava um homem que vivesse sua vida superando as normas impostas pelas sociedades, padrões como comportamento, dinheiro, luxo ou conforto. Ele buscava um homem que tivesse encontrado a sua verdadeira natureza, que vivesse conforme ela e que fosse feliz, sem as extravagâncias que uma vida baseada na superficialidade dos bens materiais condicionam o ser humano.

Um fato curioso sobre a vida de Diógenes foi quando Alexandre, O Grande, foi ao seu encontro. O homem mais poderoso do mundo, até então, solicitou que Diógenes pedisse o que quisesse que ele o daria. Diógenes pediu que Alexandre saísse de sua frente pois estava tapando o sol, com isso ele demonstrava o quão pouco ele necessitava para viver bem conforme sua natureza. Além disso, ele demonstrava na prática os valores fundamentais do filosofia cínica.

Ilustração do encontro entre Alexandre, o Grande e Diógenes de Sínope

Valores do cinismo

O cinismo é atrelado a três valores fundamentais, que tendem a conduzir o ser humano a um estado de profunda paz, chamado de ataraxia. São eles:

  • Autarquia – na prática significa o governo de si mesmo, quando o homem se torna incapaz de ser dominado por paixões e instintos. De acordo com o cinismo, esta capacidade só pode ser alcançada quando se tem uma vida ordenada;
  • Liberdade – é necessário que o homem se desprenda dos padrões estabelecidos pela sociedade. Há um forte aversão a governos e suas normativas, fatores peculiares como economia, comércio e crises, por exemplo, não devem dominar o pensamento e as ações humanas. Há ainda um profundo zelo pela liberdade de expressão;
  • Apatia – não se sentir afetado pelas dificuldades da vida, assim, torna-se possível alcançar a ataraxia, ou seja, a profunda paz de espírito.

Esses três valores se personificam na ação prática de Diógenes durante o encontro com Alexandre: 1) Ser dono de si, mesmo quando o homem mais poderoso do mundo oferece tudo o que uma vida repleta de bens materiais pode oferecer, e ainda assim, não sucumbir aos desejos e mostrar que precisa-se de muito pouco para viver bem e conforme a própria essência; 2) Liberdade, poder de expressar sua opinião mesmo que ela contrarie e conteste o poder temporal do Estado. Total desprendimento de luxos e demais bens materiais, que para o cínico, não passam de coisas supérfluas e não necessariamente garantem a felicidade; e 3) Ter uma apatia tão forte, que o que vem de fora não é capaz de atingir, nem modificar a  paz de espírito do homem que alcançou a ataraxia.

 

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O Brasil que eu faço!

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A celebração da Semana da Pátria é a oportunidade que todo brasileiro tem para vestir sua camisa verde e amarela e reverenciar as cores da nossa bandeira! Mas, acima de tudo, é uma semana para debates e reflexões sobre os rumos da nossa pátria, para nos questionarmos sobre o que realmente estamos fazendo pelo nosso país.

Lembro do quadro do programa ‘Fantástico’ em que os internautas faziam vídeos curtos questionando “O Brasil que eu quero!”, mas eu prefiro questionar “O BRASIL QUE EU FAÇO!”

Você não precisa ser político para entender de política, você precisa apenas exercer seu dever como cidadão para cobrar dos políticos. Sejamos exemplos que inspirem as crianças e os jovens; sejamos o reflexo que nossos filhos enxergam no espelho, façamos o bem independente do mal; sejamos caridosos sem se importar com o avarento; que possamos manter a humildade perante o arrogante, e que nossa fé se fortaleça todos os dias, mesmo nos dias ruins.

Não adianta de nada sermos um “povo heroico com brado retumbante”, se o filho vive fugindo à luta. De que serve a “paz no futuro e a glória no passado”, se no PRESENTE os teus risonhos lindos campos não têm mais flores e os bosques estão sem vida?

Então, que essa semana de celebração à nossa Pátria Amada Brasil seja diferente de todas as outras, principalmente pela mudança social, política e econômica que tivemos nos últimos anos por, infelizmente, estarmos atravessando uma crise de pandemia mundial – e que, apesar de todas as vidas perdidas, mostrou que o nosso povo é, sim, um povo GUERREIRO e BATALHADOR, que faz jus à sua história. Por isso, eu contemplo o horizonte acreditando na mudança dessa terra adorada entre outras mil.

Ó Pátria Amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!

*Carpegiane Andrade é Capitão da Polícia Militar e Bacharel em Direito.

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