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Seap prende mulheres com 256 gramas de entorpecentes introduzidos em seus corpos, em Manaus

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Uma denúncia anônima ajudou os agentes da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) a identificar duas mulheres tentando entrar com produtos ilegais em presídio neste fim de semana.

No sábado (6/4), a irmã e a esposa de um interno do Centro de Detenção Provisório de Manaus (CDPM 1) levavam em suas partes íntimas 90 e 72 gramas de entorpecentes, respectivamente, quando foram flagradas durante revista no equipamento de escaneamento corporal (Body Scan).

O coordenador do Sistema Penitenciário (Cosipe) da Seap, Major Renan Carvalho, disse que o Departamento de Inteligência recebeu a informação de que as visitantes levariam drogas no dia de visitação. “Ao chegarem na unidade, ambas passaram no raio X corporal, e detectamos os ilícitos introduzidos em seus corpos, conforme denúncia”, informou.

Carvalho afirmou que as denúncias podem ser feitas pelo WhatsApp 99297-3068. As informações são mantidas em sigilo.

Ainda neste domingo (7/4), na Unidade Prisional do Puraquequara (UPP), a irmã de um interno tentou entrar no presídio com 15 chips de celular e um cartão de memória de 2G enrolados na mão, sendo barrada por agentes de ressocialização da unidade.

No Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), uma visitante escondia 256 gramas de entorpecentes nas partes íntimas.
As quatro visitantes foram encaminhadas para o 19º Departamento Integrado de Polícia (DIP) e poderão ter o registro de visitas suspenso ou cancelado.

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Neto exuma corpo da avó, dança na rua e avisa que vai para hospital doar órgãos para ressuscitar a idosa

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Na madrugada desta quinta-feira (2), um homem de 32 anos desenterrou o corpo da avó, uma idosa de 61 anos. Segundo informações, o neto quebrou o túmulo, retirou o corpo da sepultura, colocou nos ombros e saiu caminhando pela rua. Depois dele ser visto dançando com o cadáver no meio de uma via, a polícia informou que o homem queria levá-lo até o hospital para que pudesse doar os próprios órgãos e trazer a avó de volta à vida.

A idosa morreu em 2018 e estava enterrada no cemitério Morro da Liberdade, na Zona Sul da capital. De acordo com informações da 2ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), familiares informaram que o homem possui problemas psiquiátricos e costuma ir até o cemitério para conversar com a avó e outros parentes enterrados no local.

“Ele estava completamente transtornado e dizia o tempo todo que queria fazer na avó um transplante para trazê-la de volta à vida porque sentia muita saudade. Ele disse que iria doar todos os seus órgãos a ela”, afirma o tenente Paulo Araújo, da 2ª Cicom.

O rapaz caminhou do cemitério com a avó até uma área conhecida como Beco dos Pretos, no Centro de Manaus. Moradores da região avistaram o homem dançando abraçado ao cadáver e acionaram a polícia. Ele chegou a ser amarrado a um poste por moradores e familiares, para que pudesse ser contido.

Ainda de acordo com a Polícia Militar, testemunhas informaram que o homem já havia tentado retirar o cadáver da avó do cemitério em outras ocasiões.

“Recebemos o chamado e acionamos uma viatura. Ao chegar no local, o rapaz foi encontrado amarrado. O cadáver estava no chão. Familiares informaram que ele tem um laudo médico informando que ele tem transtornos mentais e ele tinha interesse em resgatar, além da avó, outros familiares”, contou.

O caso foi encaminhado ao 1° Distrito Integrado de Polícia (DIP), mas o delegado plantonista, que preferiu não se identificar, disse que o homem não tinha condições de ser ouvido. Ele foi levado ao Pronto-Socorro 28 de Agosto para receber atendimento médico.

Assim que ele receber alta, deve retomar à delegacia para prestar depoimento. De acordo com o delegado, se comprovado o transtorno psiquiátrico, o homem não deve ser responsabilizado.

“Ele não é passível de responsabilidade penal porque um dos requisitos para isso é a culpabilidade. O indivíduo em questão não tem essa condição de receber uma sanção penal. Talvez receba uma medida de segurança”, disse.

Ainda segundo o delegado, o homem não possui passagem ou antecedentes criminais. A polícia informou que o corpo da idosa foi devolvido à sepultura.

Fonte: G1

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Brasil

Polícia Federal prende a ativista Sara Winter em investigação sobre atos antidemocráticos, em Brasília

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A Polícia Federal prendeu a ativista Sara Winter e cumpre mandado de prisão de outras cinco pessoas investigadas por exercerem atos antidemocráticos, em Brasília, na manhã desta segunda-feira (15). A prisão foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

Winter é chefe do grupo 300 do Brasil, de apoio ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido), e os outros que tiveram prisão autorizada pelo STF, também são ligados ao grupo. Segundo a investigação do caso, eles são suspeitos de organizar e captar recursos para atos antidemocráticos, e de crimes contra a Lei de Segurança Nacional.

A prisão ocorre dentro do inquérito que investiga o financiamento de protestos antidemocráticos e não tem relação com a investigação sobre a produção fake news.

Fonte: G1 Amazonas

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Menino de 6 anos morre de fome após ser trancado no armário pelos pais

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Um menino de 6 anos morreu de fome após ser trancado pelos próprios pais dentro de um armário em um apartamento em Flagstaff, no estado de Arizona, nos Estados Unidos.

A criança, identificada como Deshaun Martinez, morreu no início de março, mas o exame de autópsia foi publicado apenas nesta semana. As informações são da agência AP.

Deshaun ficava trancado no armário, junto a um irmão mais velho, 16 horas por dia. Quanto foi encontrado morto, pesava pouco mais de 8 quilogramas, o mesmo peso de quando tinha 1 ano.

Os pais do menino, Elizabeth Archibeque e Anthony Martinez, e a avó, Ann Martinez, foram acusados ​​de assassinato, sequestro e abuso de crianças.

Eles se declaram inocentes. A mãe disse à polícia que Deshaun foi “alimentado muito”, mas ganhou pouco peso. O pai alegou orçamento limitado da família para comprar alimentos.

O menino tinha um “estado de fome que não sustenta a vida”, disse um médico legista. Os promotores têm até o final de julho para decidir se aplicam pena de morte no caso.

Fonte: Metrópoles https://bit.ly/2zxD6vQ

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