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Separatistas catalães ainda tentam acordo para formar governo

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Os dois partidos separatistas mais fortes da Catalunha, JuntsXCat (Juntos pela Catalunha) e ERC (Esquerda Republicana da Catalunha), continuam tentando chegar a acordo para formar um governo efetivo. O desafio ainda é encontrar uma maneira de que Carles Puigdemont, ex-presidente destituído e principal candidato a reassumir o cargo, possa ser investido estando autoexilado em Bruxelas.

As negociações entre os dois partidos parecem estar evoluindo e há nova estratégia: empossar a deputada Elsa Artadi, aliada de Puigdemont, para presidir a instituição. A ideia é que Puigdemont seja o presidente e siga governando desde Bruxelas, enquanto Elsa faria a parte executiva em nome dele.

Não há ainda a confirmação de que essa estratégia será posta em prática, apesar de deputados do JuntsXCat terem afirmado que sim.

O desafio dos separatistas é conseguir que Puigdemont mantenha a direção política do governo, mesmo estando em uma situação jurídica complicada: autoexilado na Bélgica, com ordem de detenção na Espanha.

Uma saída que foi sugerida pelos independentistas para conseguir manter Puigdemont como líder da Catalunha é a criação de um Conselho da República, que teria de ser criado por meio de uma reforma na Lei da Presidência e do governo da região. Como a oposição certamente votaria contra uma iniciativa dessa natureza, os separatistas já pensaram em criar um conselho puramente simbólico, para dificultar que o Tribunal Constitucional se manifeste contra.

As negociações a respeito dessas possibilidades de investidura seguirão durante o dia de hoje. Puigdemont, ao que parece, não desistirá de assumir a presidência da Generalitat (governo da Catalunha) e seguirá buscando meios para realizar seu objetivo, mesmo estando na Bélgica.

Por Agência Brasil

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Influencer do TikTok é encontrada morta aos 18 anos, nos EUA

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Foto: Reprodução

Dazharia Shaffer, conhecida como “Dee” no TikTok, morreu aos 18 anos, nesta segunda-feira (8), em Luisiana, nos EUA. De acordo com a revista People, a polícia trata o caso como suicídio.

Raheem Alla, pai da jovem, confirmou a morte da filha através de um vídeo publicado na plataforma.

“Só quero agradecer a todos por seu amor e apoio à minha filha. Infelizmente ela não está mais conosco e foi para um lugar melhor”, afirmou Alla.

“Nossa filha nos deixou cedo e foi chamada para voar com os anjos. Ela era minha pequena melhor amiga e eu não estava preparado, de forma alguma, para enterrar minha filha.”

Jennifer Shaffer, mãe de Dazharia, também lamentou a morte da filha nas redes sociais.

“Estou com o coração partido. Eu realmente não posso acreditar que você se foi.”

Dazharia somava mais de 1,4 milhão de seguidores no TikTok. Ela também tinha um canal no YouTube. Um dia antes de ser encontrada morta, a influenciadora publicou uma série de vídeos na plataforma nos quais escreveu: “Último post”.

*Fonte G1

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Vacina de Oxford pode reduzir transmissão do coronavírus substancialmente após uma dose, diz estudo

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A vacina contra a covid-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford e a biofarmacêutica AstraZeneca pode ter “impacto substancial” na redução da transmissão do vírus, segundo estudo publicado nesta terça-feira, 2, que também revelou que a eficácia o imunizante pode chegar a 82,4%, quando suas duas doses são aplicadas com intervalo de três meses ou mais.

Apesar de estudos anteriores já terem indicado a capacidade de redução de casos graves, moderados e leves da doença, ainda existem dúvidas sobre o potencial de transmissão do vírus após a vacinação. No estudo, os participantes foram submetidos semanalmente a testes do tipo PCR – feitos com swabs, cotonetes que coletam amostras do nariz e da garganta. Os pesquisadores detectaram redução de 67% nos testes positivos após a primeira dose da vacina e 49.5% após a segunda. Uma vez que o vírus não é detectado nos exames PCR, mesmo que uma pessoa esteja infectada, ele não pode ser transmitido.

O estudo, realizado em Oxford, que ainda deve passar pela revisão dos pares antes de sua publicação, indica que as pessoas vacinadas não estão apenas protegidas contra sintomas graves da doença, mas têm menos probabilidade de infectar outras pessoas.

“Se não houvesse impacto da vacina nas infecções assintomáticas, seria esperado que uma vacina eficaz simplesmente convertesse casos severos para leves e casos leves para assintomáticos, sem mudanças nos índices de PCR positivos”, dizem os pesquisadores na publicação.

A vacina pode, portanto, ter grande impacto em termos de transmissão, disse nesta quarta-feira, 3, o diretor do projeto, Andrew Pollard, à rede BBC, embora tenha especificado que os testes foram realizados antes do aparecimento as novas variantes

O estudo mostra uma eficácia de 76% da vacina contra casos sintomáticos após a primeira dose, que se mantém por três meses. A eficácia sobe para 82,4% após uma segunda dose injetada três meses depois.

Esses elementos reforçam a estratégia do governo do Reino Unido que, para poder vacinar mais pessoas rapidamente, decidiu adiar a segunda injeção para até 12 semanas depois.

 

*Com informações da AFP

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Investigadores da OMS visitam instituto de virologia em Wuhan, na China

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Investigadores da Organização Mundial de Saúde (OMS) visitaram nesta quarta-feira, 3 (no horário local da China, noite de terça-feira no Brasil) o Instituto de Virologia de Wuhan, centro de pesquisa que, segundo alegações não comprovadas, estaria relacionado à origem do coronavírus. A visita faz parte de uma missão de coleta de dados que busca entender como o vírus surgiu e se disseminou.

Um dos principais laboratórios de pesquisa de vírus da China, o instituto construiu um arquivo de informações genéticas sobre coronavírus em morcegos após o surto de Síndrome Respiratória Aguda Grave em 2003. Esse levantamento levou às alegações de que o centro poderia estar ligado ao surto original de covid-19 em Wuhan, iniciado no final de 2019.

A China negou veementemente a possibilidade. O país promoveu teorias de que o vírus pode ter se originado em outro lugar ou ter vindo do exterior através da importação de frutos do mar congelados, uma hipótese rejeitada por cientistas e agências internacionais.

A vice-diretora do instituto é Shi Zhengli, uma virologista que trabalhou com Peter Daszak, zoólogo na missão da equipe da OMS, para rastrear as origens da SARS que se originou na China e levou ao surto de 2003. Ela se empenhou em derrubar as teorias defendidas pelo ex-presidente dos EUA Donald Trump de que o vírus seria uma arma biológica ou um “vazamento de laboratório” do instituto.

Após duas semanas em quarentena, a equipe da OMS, que inclui especialistas de dez países, visitou hospitais, institutos de pesquisa e um mercado tradicional vinculado a muitos dos primeiros casos de covid-19 em Wuhan. A visita ocorreu após meses de negociações, enquanto a China busca manter um controle rígido sobre as informações sobre o surto e a investigação de suas origens, possivelmente para evitar a culpa por supostos erros em sua resposta inicial.

A confirmação das origens do vírus pode levar anos. Uma das possibilidades é que um caçador de animais selvagens tenha passado o vírus a comerciantes que o levaram para Wuhan.

Os primeiros “clusters” de covid-19 foram detectados em Wuhan no final de 2019, levando o governo a colocar a cidade de 11 milhões de habitantes sob estrito bloqueio por 76 dias. Desde então, a China relatou mais de 89 mil casos e 4.600 mortes.

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