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Brasil

Sobe para 13 o número de casos suspeitos de sarampo em Roraima

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Vacinação contra sarampo em Boa Vista (RR)

A Secretaria Estadual de Saúde de Roraima atualizou o número de casos suspeitos de sarampo no estado, passando de 12 para 13. Desses, um foi confirmado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro.

O caso confirmado na semana passada foi o de uma menina venezuelana de 1 ano de idade, sem histórico vacinal. “Na Fiocruz, foi identificado que o vírus que infectou a paciente coincide com o que circula na Venezuela, caracterizando o caso como importado”, diz a secretaria.

Entre os casos suspeitos, sete são do sexo feminino e seis do masculino, com faixa etária de cinco meses a 10 anos, nove deles crianças procedentes da Venezuela. Há quatro casos de brasileiros residentes em Boa Vista.

Em todos os casos não houve registro de vacinação. Cinco pacientes foram hospitalizados, desses um se agravou, o de uma criança venezuelana, desnutrida, de 1 ano de idade, com peso de cinco quilos.

O órgão de saúde informa ainda que, no período de 13 a 23 de fevereiro, foram aplicadas mais de 2 mil doses de vacina contra o sarampo pelas equipes de vigilância epidemiológica estadual e municipal, em ações de bloqueio e intensificação vacinal.

Foram realizadas ações nos abrigos instalados nos ginásios dos bairros Tancredo Neves e Pintolândia e nos postos de vacinação nas praças de Boa Vista, como Capitão Clóvis e Simon Bolívar.

“No Brasil, os últimos casos de sarampo ocorreram no período de 2013 a 2015, sendo confirmados 1.310 casos em todo o país. Nesse período, Roraima registrou um caso de sarampo, de uma pessoa procedente do estado do Ceará. Em setembro de 2016, a circulação do vírus do sarampo na região das Américas tinha sido declarada eliminada”, diz a secretaria.

*Informações do site da Secretaria Estadual de Saúde de Roraima

Por Agência Brasil

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Amazonas

Festa de aniversário com cerca de 50 pessoas é encerrada no Tarumã

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Cerca de 60 pessoas foram presas, na noite deste sábado (27), enquanto participavam de uma festa clandestina na Chácara Moura Lima, no bairro Tarumã, zona Oeste de Manaus. De acordo com a polícia, entre os participantes do evento, também haviam menores de idade. Foram apreendidas várias bebidas alcoólicas e um veículo.

O Amazonas enfrenta colapso com hospitais lotados por conta da pandemia da Covid-19 e, por isso, todo e qualquer tipo de evento está suspenso. Até este sábado (27), o estado registra mais de 315,5 mil casos confirmados e mais de 10,8 mil óbitos.

Neste sábado (27), foram prorrogadas as medidas de restrição de circulação de pessoas, de 19h às 6h, no Amazonas até 7 de março. O novo decreto publicado pelo Governo do Amazonas autorizou apenas o funcionamento de academias e similares, no horário das 6h às 11h, de segunda a sábado, com limite de 50% da capacidade.

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Brasil

Brasil começa distribuição de 3,2 milhões de doses da vacina contra covid-19

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Foto: Marcelo Camargo

O Ministério da Saúde apresentou nesta quarta-feira (24) o quantitativo de distribuição dos 3,2 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 entregues ontem (23) à pasta pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)e pelo Instituto Butantan. Do total recebido, 2 milhões de doses são da vacina da AstraZeneca/Oxford, importadas da Índia, e 1,2 milhão, do imunizante do Instituto Butantan. A distribuição dos imunizantes deve ocorrer nos próximos dias.

De acordo com a pasta, a chegada de mais vacinas vai permitir a ampliação da vacinação para outros grupos prioritários: agora, terão prioridade pessoas nas faixas de 85 a 89 anos e de 80 a 84 anos, 3.837 indígenas e 8% dos trabalhadores da Saúde.

Até então, a Campanha Nacional de Vacinação previa a incorporação dos idosos de 90 anos ou mais (100%); trabalhadores da Saúde (73%); pessoas idosas (60 anos ou mais) residentes em instituições de longa permanência institucionalizadas (100%); pessoas com deficiência, a partir de 18 anos, moradores em residências inclusivas institucionalizadas (100%); indígenas vivendo em terras indígenas com 18 anos, ou mais, atendidos pelo Subsistema de Atenção à Saúde Indígena (100% do quantitativo inicial repassado pela Secretaria de Saúde Indígena – Sesai).

Ainda segundo o Ministério da Saúde, o envio das doses aos estados vai ocorrer de forma proporcional e igualitária, conforme estabelece o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a covid-19, que prevê os grupos prioritários.

Entretanto, devido à situação epidemiológica, a Região Norte receberá 5% do total de doses de vacinas em cada fase de distribuição. “Desse total, 70% [destinam-se] ao Amazonas, 20% ao Pará e 10% Acre, para também atender aos seguintes grupos prioritários: Amazonas: 86.667 pessoas entre 60 e 69 anos; Pará: 24.762 na faixa entre 80 e 84 anos; e Acre, 12.381 pessoas entre 70 e 84 anos”, informou o ministério.

A Secretaria de Vigilância Sanitária (SVS) do Ministério da Saúde disse que a nova remessa de doses de vacina recebidas pelo Butantan corresponde à entrega de duas doses. Com isso, estados e municípios devem fazer a reserva do imunizante para aplicação da segunda dose, conforme o prazo recomendado de duas a quatro semanas.

Já a vacina da AstraZeneca corresponde à entrega da primeira dose. O ministério informou que a segunda dose será distribuída em outro momento, já que o imunizante tem prazo maior para realizar a outra aplicação. O quadro de distribuição das vacinas está contido no informe técnico da SVS sobre o plano de vacinação.

No caso da CoronaVac, está prevista a aplicação de duas doses por pessoa, no espaço de duas a quatro semanas. No informe técnico divulgado hoje, os técnicos da Coordenação-Geral do Programa Nacional de Imunizações alertam os estados sobre a necessidade de reservar a quantidade suficiente de CoronaVac para aplicar a segunda dose.

“Tendo em vista o intervalo entre a Dose 1 e Dose 2 (duas a quatro semanas), e considerando que ainda não há um fluxo de produção regular da vacina, orienta-se que a D2 fique reservada para garantir que o esquema vacinal seja completado dentro desse período, evitando prejuízo nas ações de vacinação”, diz o documento.

Os 2 milhões de doses da vacina da Astrazeneca/Oxford poderão ser usados para ampliar o número de pessoas que receberão a primeira dose da vacina, pois a pasta assegura que receberá novo lote do imunizante a tempo de garantir a segunda dose, que, no caso da Astrazeneca, deve ser aplicada em 12 semanas.

 

*Por Alex Rodrigues e Luciano Nascimento / Agência Brasil

*Edição: Nádia Franco

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Brasil

Agente paga passagens de avião para casal surdo e filhos ao ver que caíram em golpe: ‘Pedi licença e fui chorar’

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Por alguns segundos, o agente de aeroporto Raphael Cavaleiro, de 35 anos, pôde se esquecer da pandemia de Covid-19 para curtir um abraço coletivo recebido de um casal de surdos com os filhos pequenos, em Campo Grande, no início de fevereiro.

(mais…)

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