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Wesley Coelho e sua arte na Kangaço Tattoo

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Weslley Coelho Garcias trabalha como tatuador há  17 anos, e é dono da loja Kangaço Tatto, localizada na Avenida 24 de Maio, Edifício Rio Negro Center sala 14, térreo – Centro de Manaus.

Nordestino da cidade de Crato, município do interior do estado do Ceará, situada no Cariri cearense, conhecido por muitos como o “Oásis do Sertão” pelas características climáticas mais úmidas e favoráveis à agropecuária. Faz divisa com o estado de Pernambuco, constituindo também um entroncamento rodoviário que a interliga ao Piauí, Paraíba e Pernambuco, além da capital do Ceará, Fortaleza.

Weslley Coelho veio para Manaus a convite de um amigo, que lhe prometeu muitas oportunidades no ramo de tatuagem na cidade, promessas que após um ano de trabalho não foram cumpridas, então Weslley teve que começar seu próprio negócio do zero, até conseguir montar sua primeira loja, que já funciona há dois anos.

” A tatuagem é um ramo muito bom para quem deseja empreender, pois além de você trabalhar como tatuador, também tem a opção de montar sua própria loja, vender produtos e oferecer outros serviços voltados para o ramo da tatuagem, já que temos uma diversidade enorme de materiais com preços  acessíveis.” Acrescenta Weslley.

A desconfiança da família e a necessidade de montar um negócio de qualidade para que pudesse fidelizar seus clientes, foram as principias barrerias enfrentadas pelo tatuador no inicio de sua carreira, que começou aos 16 anos de idade, depois veio outra dificuldade, que era justamente conseguir se firmar como um profissional respeitado pela sua marca, ou seja, a Cangaço Tatto.

Hoje o tatuador é uma das referências na cidade, e consegue manter a fidelidade dos seus clientes graças ao excelente trabalho e profissionalismo que exerce em sua loja, prezando sempre pela segurança e a perfeição para prestar o melhor serviço aos seus clientes.

“As dificuldades sempre vão existir, mas enquanto estivermos de pé a gente tem como lutar” finaliza Weslley.

Contatos:

Fone: (92) 99384-7345

Instagramhttps://www.instagram.com/weslleycoelhogarcias/

Veja alguns trabalhos do tatuador:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Saúde Mental

Se queres ser curado de suas dores, então comece a falar

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Foto antiga da senhora Anna O. Através dessa mulher, iniciou-se a Cura pela fala (talking Cure)

Deixe-me primeiro falar sobre uma mulher chamada Bertha Pappenheim, apelidada de ANNA O, a inspiração da psicanálise.

Sigmund Freud era um médico de grande inteligência fascinado pelos enigmas da mente humana. Ele foi o criador da psicanálise e isso mudou completamente o que era conhecido até então. Dentro de seu extenso trabalho, uma paciente se destacaria e entraria para a história: o caso de Anna O.
Freud tinha uma curiosidade particular pelos casos que a medicina da época chamava de “inexplicáveis”. Havia vários pacientes dessa natureza no famoso Hospital de la Salpetrière. Pessoas que estavam cegas ou paralisadas sem uma origem física identificada e casos semelhantes.

Naquela época, vários desses casos foram tratados através da hipnose. Freud fez o mesmo. Ele aprendeu as técnicas necessárias para realizá-la e praticá-la em seu consultório. No entanto, notou que seus pacientes se curavam, mas recaíam com os mesmos sintomas mais tarde. Ou desenvolviam outros como substituição. Para ele e para Josef Breuer, seu professor, tudo parecia uma encruzilhada até que seus caminhos se cruzaram com o caso de Anna O.

Anna O, Breuer e Freud

Josef Breuer era especialista em temas de histeria. Ele também era a figura mais proeminente na hipnose clínica naquela época. Freud tornou-se seu aprendiz e o admirava profundamente. Juntos, eles escreveram as primeiras linhas no que seria a história da psicanálise. O caso de Anna O. foi decisivo para ambos avançarem na compreensão da mente humana.
Naquela época, a histeria era vista como uma doença de mulheres. Elas fingiam ter problemas físicos apenas para chamar a atenção. Breuer estava convencido de que elas não estavam mentindo e Freud pensava o mesmo. Ou seja, nenhum deles pensou que eram simulações.

Anna O. era uma jovem austríaca de 21 anos de uma família rica. Ela era uma garota particularmente inteligente e culta. No entanto, começou a apresentar sintomas extravagantes, diferentes. Ela entrou em uma espécie de “transe” que ela chamava de “nuvens”. Sofria de alucinações em que via cobras e crânios. Ficava muda. Ficava paralisada. Não podia beber líquidos. Às vezes, esquecia sua língua materna, o alemão, e só podia falar em inglês ou francês.

Breuer começou a tratá-la quando teve uma tosse persistente que a deixou cansada. Ela também teve paralisia em seu rosto, em um braço e em uma perna. Seu pai sofria de um abscesso tuberculoso e era ela quem cuidara dele durante a doença. No entanto, ela mesma começou a ficar doente.

A CURA PELA FALA
Josef Breuer a hipnotizou, mas percebeu que só obtinha relatos muito caóticos. Na segunda vez que ele a hipnotizou, perguntou-lhe se algo a incomodava. Anna respondeu com esta frase: “ajamáis acht nobody bella mió please lieboehn nuit“. Era algo louco e inusitado. Uma única oração dita em cinco línguas. Breuer decidiu, intuitivamente, que trataria Anna O sem hipnose.

Desde então, Breuer focou o tratamento usando a escuta como sua principal ferramenta. Ele incentivou Anna O. a falar e dizer o que quer que viesse à mente. Os sintomas melhoraram e as bases do que seria a associação livre ou o método de associação livre apareceram.

LIMPEZA DA CHAMINÉ

Ela começou a chamar essas sessões de “limpeza de chaminé” ou “cura pela palavra”. Sob este último significado foi identificada a psicanálise na história. Breuer, por sua vez, chamou esse procedimento de “método catártico”. Certa vez em uma de suas consultas com Anna O. E que Freud não parava de falar e ela disse: “cale a boca porque eu quero esvaziar minha chaminé”.

Bom, já contei um pouco da história dessa mulher de grande importância para a psicanálise. E quero destacar a cura pela fala! Você já pensou o quanto você tem coisas escondidas, caladas? Fica se remoendo, ruminando o que está ai guardada no mais profundo abismo da sua alma. o FALAR aliviará suas angústias e espantarão seus fantasmas.

O falar acalma a tensão e angústia. Através da fala, é dada ao paciente a oportunidade de se conectar com ideias recalcadas que produzem os sintomas atuais. Assim, ele passa a ter uma nova compreensão desta memória. Supõe-se que, na medida em que o paciente mantém ideias recalcadas de eventos ligados ao passado, este passado torna-se presente, uma vez que é constantemente atualizado através dos sintomas. Quando a reação é reprimida, o afeto permanece ligado à lembrança e produz o sintoma. Eu deixo sempre meus pacientes à vontade, e uso a mesma técnica que Freud nos deixou para nós psicanalistas, a “associação livre”, onde o paciente fala o que vem à mente, lógico que sempre faço algumas intervenções. 

Falar não é brincadeira, demanda urgência, demanda desejo de fazer saber o que se passa na cabeça de um aconselhando. É algo da ordem do estranhamento, além de ser uma das últimas linguagens que o ser humano desenvolve. Quando se convoca a dor à prosa, o preço a ser pago, não monetário, mas por princípios de responsabilidades. Nunca esconda sua dor, não leve para o abismo do inconsciente, pois você estrá fadado (a) às dores e da agonia em seu corpo. Ponha pra fora, “limpe sua chaminé”, esvazie sua mente, assim como disse Anna O. disse ao Freud… . Agora claro nunca exponha com pessoas que não são capazes e não tem a técnica de ouvir pessoas, procure um profissional.

Edicão de texto: Narel Desiree

Elias Moura

Psicanalista, logoterapeuta e teólogo

Consultório à rua Pará, 161 – Vieralves (Nossa Senhora das Graças)

Telefones: (92) 991672558 (whatsapp) e 982598730

Atendimentos presenciais e online

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Saúde Mental

Professores passam a contar com apoio emocional durante pandemia

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A professora Mariana Gonçalves, que dá aulas de idiomas em uma escola particular de São Paulo (SP), conta que viveu meses turbulentos até se adaptar às aulas remotas, depois do início da quarentena em todo o país. Segundo ela, foi uma mudança brusca, praticamente da noite para o dia.  

“Os alunos da série até tinham e-booke-mail, mas toda a metologia e os materiais sempre foram muito pensados para a aula presencial. Por causa disso, minha demanda de trabalho aumentou muito até a gente entrar no ritmo de organização da aula, com formato, quantidade. A gente testou muita coisa”, relata. Mariana chegou a trabalhar em jornadas que começavam às 7h e terminavam perto das 22h, montando todo o cronograma do dia seguinte.

“A impressão que eu tinha até a pandemia era de trabalhar oito horar por dia, agora tenho a impressão que trabalho as 24 horas”, desabafa Lia Rodrigues Lessa, professora bilíngue de educação infantil em uma escola privada de Mossoró (RN). A sobrecarga de trabalho é apenas a face mais visível dos problemas e desafios que os professores do ensino básico no Brasil vêm enfrentando nesse período de crise, mas há outros que nem sempre são aparentes, entre eles o abalo psicológico.

“A maioria dos professores não tinha uma experiência anterior de ensino remoto. Com isso, ficaram muito inseguros, porque além do desafio técnico, tinha a pressão. Junto com o aluno, estavam também os pais e responsáveis acompanhando”, avalia a pedagoga Virgínia Garcia, diretora de produto da International School, uma empresa que atua com programas bilíngues em mais de 340 escolas por todo o país.

“O bom professor tem essa questão de querer que o aluno aprenda, e isso não estava funcionando no começo, às vezes os alunos não apareciam na aula virtual, existem alunos excelentes em sala de aula, mas que na aula a distância não rendem tanto. Tudo isso deixa a gente muito angustiada”, afirma Mariana Gonçalves.

Uma pesquisa do Instituto Península, realizada com 7.734 mil professores e professoras de todo o Brasil, entre os dias 13 de abril e 14 de maio deste ano, mostrou que 83% ainda se sentem pouco ou nada preparados para o ensino remoto, e 50% indicaram que estão preocupados com a saúde mental. E não são apenas os desafios pedagógicos que abalam a categoria. Os efeitos colaterais da pandemia também mexem com a parte psicológica. “Muitos pais tiveram o orçamento fragilizado, houve muitos cancelamentos de matrícula, daí a gente vai dormir e acorda com essa incerteza sobre até quando a escola vai conseguir segurar o nosso emprego”, diz Lia Lessa.

De olho no agravamento desse cenário, a International School passou a oferecer apoio emocional especializado para cerca de 1,6 mil professores e coordenadores das escolas parceiras do seu programa bilíngue, por meio da plataforma Zenklub. O benefício é mensal e dá direito a duas consultas online gratuitas, durante três meses, que começaram no dia 6 de agosto.

“Criamos essa parceria com o Zenklub para que os professores possam ter esse apoio emocional, seja por meio de sessões com psicólogos, seja por meio de meditação ou yoga. Eles vão escolher o meio pelo qual querem ter esse apoio. A ansiedade causa impacto na motivação, e sem motivação o processo de ensino e aprendizagem não se sustenta. Tem que ser uma motivação sustentada”, afirma Virgínia Garcia.

“Muitos professores não podem contar com esse suporte emocional e agora terão essa oportunidade. Isso é importante”, afirma a professora Lia Lessa, de Mossoró (RN), que diz já ter lidado com depressão e saber a importância do apoio terapêutico.

Na pesquisa do Instituto Península com docentes, cerca de 55% deles declararam que gostariam de suporte emocional e psicológico neste momento. Por causa disso, o instituto, organização social que atua com educação, também fechou parceria com 24 estados para oferecer apoio emocional aos professores da rede pública durante o ensino remoto na pandemia. A parceria é feita por meio do Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed) e promete disponibilizar, com a plataforma Vivescer , cursos certificados e gratuitos que ajudam professores e professoras a desenvolverem técnicas de equilíbrio da mente, do corpo e das emoções. Além disso, há uma comunidade de suporte na qual os docentes podem trocar experiências e materiais.

Retorno incerto

Por enquanto, o “novo normal” na educação é o ensino remoto. O Mapa de Retorno das Atividades Educacionais presenciais no Brasil, elaborado diariamente pela Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep), mostra que, até essa segunda-feira (10), havia no país apenas dois estados (Maranhão e Amazonas) com a reabertura das escolas autorizada. Mesmo assim, no caso do Maranhão, apenas a rede particular voltou. No caso da rede pública, cujo retorno presencial seria a partir do dia 10 de agosto, o governador Flávio Dino decidiu suspender a volta das aulas presenciais, após uma pesquisa com estudantes e responsáveis revelar que 58% das famílias e quase 43% dos alunos não consideram viável o retorno às aulas na data estipulada.

A maioria dos estados, 17 no total, segue sem data de retorno prevista, e mais oito unidades da Federação apresentaram proposta de data de reabertura parcial das escolas. “Para ser seguro, teria que ter vacina, esse seria o melhor cenário, mas não vai acontecer agora. Mesmo com protocolos, há contato, a gente tem medo desse contato em um possível retorno, e fazer a infecção progredir”, afirma Mariana Gonçalves. Com tanto tempo em outro modelo de ensino, algumas mudanças vieram para ficar. É o que diz Virgínia Garcia, da International School.

“Essa crise trouxe também uma oportunidade, que é a da educação 4.0 finalmente sair do papel e funcionar. Não acredito que vamos voltar ao modelo antigo de forma confortável. Eu acredito que o próximo passo na educação é desenvolver esse modelo híbrido para atender a diferentes formas de aprendizagem”, comenta.

“A questão das famílias descobrirem novas formas de comunicação com a escola foi importante. No futuro, espero que a gente faça as reuniões de pais e filhos remotas, com maior participação”, afirma Lia Lessa.

 

*Fonte: Agência Brasil

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Destaque

Em momento de crise a “solidão é o meu pior castigo”

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Em tempo de COVID-19, onde estamos em quarentena, algumas pessoas que moram sozinhas, digo sem a família por perto, estão passando por uma solidão apertada. Estamos todos enclausurados pelo menos uma boa parte do povo.

Para o psicanalista Christian Dunker, de 54 anos, a pandemia do novo coronavírus criou três perfis de comportamento diante da ameaça: o tolo, o desesperado e o confuso. E eu concordo em gênero grau o número com o psicanalista.

Em entrevista à BBC News BrasilDunker afirma que o tolo tende a negar a situação dramática como maneira de enfrentar o medo; o perfil desesperado se angustia ainda mais com a situação; já o confuso transita entre esses dois polos, sem saber direito como deve agir e pensar. “Se você não está confuso nesse momento, procure um psicanalista porque você tem um problema, e ele não é o coronavírus“, disse.

E essa pandemia que estamos vivendo hoje, muitas pessoas estão se redescobrindo como pessoa, outras dando mais valor a sua família, estão passando mais tempo juntos. Alguns tem que passar de fato por um grande solidão, e passaram a viver numa grande escuridão por causa do isolamento social, obrigatoriamente por causa desse vírus.

Depois dessa quarentena muita coisa em nós vai mudar, lógico que nem todas pessoas, mas um grande maioria dará muita importância ao ABRAÇO ao APERTO DE MÃO. E de certeza por um bom tempo pelo menos a higiene está nas mãos de quase todos.

MEDO, DEPRESSÃO, ANGÚSTIA, ANSIEDADE

Mas quais lições vamos tirar de tudo isso que estamos vivendo? Essa resposta deixo para você escrever em sua história ou se quiser deixar logo ao término deste artigo.

A OMS previu que 2020 seria o ano da DEPRESSÃO, mas claro, não por causa da COVID-19, era porque o mundo estava seguindo seu percurso natural das coisas. Agora imagine que ainda este ano pelo menos metade da população do mundo entrará em colapso emocional PÓS-COVID-19, mas claro que essa agonia de hoje ela é coletiva.

 

DICAS PARA CUIDAR DA SUA SAÚDE MENTAL

1. Filtre as informações sobre o assunto

Um dos principais fatores de ansiedade é o excesso de informação que recebemos em tempo real sobre a pandemia. A mídia está aí, pronta para trazer os fatos, mas cabe a cada um de nós filtrar o que consumir.

O ideal é evitar manter os noticiários da televisão ligados o dia todo, caso contrário, isso pode gerar muita angústia e pânico. Procure separar um período do dia no qual irá se informar sobre o que está acontecendo e quais são as atualizações.

Por mais que seja importante saber o que acontece no mundo em relação à pandemia, coloque a sua saúde mental em primeiro lugar nesses momentos. Com isso, queremos dizer que nada te impede também de, um dia ou outro, evitar receber as notícias sobre o coronavirus.

Com o celular sempre em mãos, evite abrir as redes sociais o tempo todo, pois as informações estarão lá. A dica é também separar um momento do dia para abrir Facebook, Instagram, Twitter e LinkedIn e outras redes.

Por fim, mas muito relevante, não se esqueça de que existem muitas fake news por aí, portanto, não saia acreditando em tudo o que lê. Priorize fontes confiáveis e evite espalhar notícias duvidosas pelo WhatsApp.

Aqui, não estamos dizendo que você deve se alienar sobre a situação e sim ser capaz de evitar um bombardeio de informações desnecessárias, afinal, todos os veículos de comunicação só falam disso. O que você precisa saber é o essencial.

2. Leia livros e assista filmes

A literatura e o cinema têm o poder de nos transportar para outras realidades, ou seja, são perfeitos para este momento de quarentena.

Ao se sentir muito estressado, com medo excessivo e ansioso, procure se desconectar um pouco da realidade. Isso quer dizer mergulhar em novas histórias, capazes de acalmarem a sua mente por alguns instantes.

Se você não sabe como lidar com a ansiedade, saiba que ler um livro e assistir a um filme podem ser bastante eficazes, contanto que você realmente se entregue à atividade. Não adianta abrir o livro e ficar pensando na pandemia, é preciso realmente se deixar levar.

Caso ainda não tenha experimentado, fica a dica. Aliás, vários serviços de streaming e editoras estão liberando filmes, séries e livros neste período. É, portanto, uma maneira barata e simples de trabalhar a sua ansiedade.

3. Seja solidário

Que tal usar um pouco do seu tempo para ajudar quem mais precisa? As pessoas do grupo de risco, como os idosos, precisam de uma atenção especial nesse período.

Atitudes solidárias já viralizaram na internet, como é o caso das pessoas mais jovens que se ofereceram para ajudar seus vizinhos idosos com as compras de mercado.

Ao exercitar a empatia, se colocando no lugar do outro, você se sente melhor consigo mesmo e tem a certeza de que está fazendo a sua parte nesta luta. É mais fácil ficar sentado no sofá o dia todo? Com certeza, mas no fundo, ao ajudarmos o próximo, nos sentimos menos impotentes e passamos menos tempo ruminando nossas angústias.

4. Compartilhe histórias positivas

O que mais vemos por aí são histórias ruins sobre as mortes, os ricos e os dados alarmantes. Que tal virar esse jogo e ser um disseminador de histórias boas?

Isso quer dizer compartilhar casos de recuperação e de boas ações que estão acontecendo no mundo todo (como o caso citado no item anterior). Dessa forma, renovamos as esperanças e ajudamos a espalhar a esperança entre as pessoas.

Muitas vezes, o bombardeio de tragédias faz com que a gente acredite que tudo o que existem são notícias ruins, no entanto, há coisas boas acontecendo também. O problema é que as pessoas ficam tão vidradas no lado ruim que se esquecem do poder da positividade.

5. Expresse o que você sente por meio de atividades

Às vezes, tudo o que você precisa para aprender como lidar com a ansiedade é incluir na sua rotina atividades que te ajudem a expressar o que sente.

Ao invés de ser apenas um consumidor passivo de conteúdos, utilize o seu tempo de uma maneira mais enriquecedora, como um produtor de conteúdos. O que isso significa?

Escreva, pinte, desenhe, cante. Todas essas atividades são a expressão do que você pensa e sente e podem te ajudar a eliminar a angústia e o medo. Além disso, você ocupa seu tempo e não fica apenas sentado em frente à televisão ouvindo as notícias.

6. Crie uma rotina

Você deve estar se perguntando: “Mas como vou criar uma rotina dentro de casa?”. A princípio, pode parecer impossível, mas é sim viável ter uma rotina mesmo em quarentena — a diferença é que você precisará fazer algumas adaptações.

É importante criar horários de trabalho, intervalos, refeições e também ter momentos de lazer e descanso. A rotina é muito importante para organizar a sua mente ao longo do período de isolamento social.

Caso você não crie uma rotina, pode ser que acabe passando o dia todo de pijamas trabalhando na cama, o que a longo prazo não é saudável. Lembre-se de que você passará muitos dias em casa, portanto, deve fazer com que estes dias sejam os mais saudáveis possíveis.

7. Faça exercícios físicos

Não é novidade que a prática de exercícios físicos é uma ótima maneira de combater o estresse, a ansiedade e a depressão. Além disso, também melhora a autoestima, a qualidade do sono e a concentração.

Muita gente não vive sem exercícios físicos e está se descabelando nessa quarentena, mas a boa notícia é que há muitas iniciativas que têm como objetivo ajudar as pessoas a continuarem se exercitando mesmo em casa.

Além dos aplicativos de treinos, muitos profissionais também estão oferecendo aulas online gratuitas. Não é difícil encontrar algum estúdio de Yoga, por exemplo, transmitindo aulas todos os dias — para quem tem pouco espaço em casa, essa é uma ótima maneira de se exercitar.

Já se tiver um jardim ou espaço maior, procure fazer circuitos e exercícios aeróbicos também. No geral, qualquer atividade física é bem-vinda para aliviar a tensão e o estresse.

8. Faça exercícios de respiração

Nem todo mundo sabe, mas a respiração é bem poderosa, pois é capaz de diminuir nossos níveis de ansiedade. Já percebeu como a respiração fica ofegante quando você está nervoso e tenso? Nesses momentos, ela fica curta e muito rápida.

Existem formas de controlar a sua respiração, ou seja, técnicas simples que podem ser adotadas no seu dia a dia para ajudar a lidar com a ansiedade.

O mais importante é se lembrar sempre de que a respiração deve ser feita utilizando a musculatura do diafragma, ou seja, por meio da movimentação do abdômen.

A respiração diafragmática funciona de maneira simples: coloque uma mão no abdômen e a outra no peito, mantendo os ombros eretos; respire profundamente pelo nariz, levando o ar até o diafragma (abdômen) e não permitindo que ele se limite apenas até o peito; expire pela boca. Repita o processo de maneira lenta de 6 a 10 vezes.

Outra técnica é a respiração alternada pelas narinas, que ocorre da seguinte maneira: pressione a narina direita com o polegar direito; inspire o ar pela narina esquerda de forma profunda; segure a respiração por alguns segundos e depois pressione a narina esquerda para expirar pela direita. Vá repetindo o processo ao contrário.

Existem muitas outras técnicas de respiração e, caso se interesse pelo assunto, vale procurar também algumas meditações guiadas com foco na respiração.

9. Faça terapia

Se você não sabe como lidar com a ansiedade e sente que precisa de auxílio psicológico para trabalhar todas as suas questões, não hesite em procurar um profissional.

Se o seu caso for leve, talvez todas as dicas anteriores sejam o suficiente, no entanto, se for mais acentuado você deve buscar ajuda na terapia.

Neste momento, a maioria dos profissionais da área estão trabalhando remotamente também, atendendo os pacientes online.

Não há vergonha nenhuma em cuidar da sua saúde mental durante a quarentena. A ansiedade e o medo excessivos podem ser prevenidos e tratados, ou seja, você pode e deve buscar suporte.

Um profissional especializado te ajudará a enfrentar esse momento com mais segurança e de maneira saudável.

Elias Moura

Elias Moura

Psicanalista e teólogo

É especialista em logoterapia

Atendimento à rua Pará, 161 – Vieiralves (Nossa Senhora das Graça)

Telefones: 991672558 (whatsapp) – 982598730

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