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Zé Roberto e João Branco são ameaçados de morte pelo PCC

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A facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), considerada como sendo uma das maiores do Brasil, postou recentemente um suposto recado – que está rolando nas redes sociais – onde ameaçam publicamente o narcotraficante Zé Roberto, líder da facção rival Família do Norte (FDN), bem como seus companheiros, seu filho Luciano e toda sua família.

O recado surgiu nas redes sociais logo após a chacina da última terça-feria (13), que aconteceu no CSU da Compensa, da qual vitimou seis pessoas, deixando outras nove feridas.

Em um dos trechos da nota, os criminosos afirmam que o PCC é a facção criminosa que manda no país, desdenhando da rival FDN, citando os nomes de Zé Roberto e João Branco, prometendo que estes serão mortos dentro do presídio onde ambos se encontram.

O tiroteio que aconteceu na noite de terça feira (13) pode ter sido a mando do PCC, pois as vítimas jogavam no T5 Jamaica, time fundado por Zé Roberto.

A suposta mensagem que está circulando nas mídias sociais já está sendo investigada pelas autoridades.

João Branco está preso desde 2014 no Presidio Federal de Catanduva (PR) e Zé Roberto no Presídio Federal de Campo Grande (MS). Segundo a polícia, é provável que as duas ameaças atribuídas aos líderes da FDN sejam falsas, mas isso não diminui o medo e a angústia de toda a sociedade amazonense que, nos últimos dias, está constantemente presenciando o crescimento do crime organizado em toda a região – seja a queima de fogos com mais de 30 minutos para comemorar aniversário de traficante, seja um massacre envolvendo jogadores de futebol e pessoas inocentes.

Segue abaixo um trecho da suposta ameaça:

“Chegou a hora FDN maldita, vamos dar uma verdadeira lição em todos vcs, vcs levaram 28 irmãos de nossos bravos guerreiros e o alto comando já determinou a morte de todos os seus líderes e familiares.

Zé Roberto, quem manda no Brasil inteiro é o PCC e vcs são um mísero grupinho de merda, vcs acham que nesses presídios federais estão a salvo, mas todos os irmãos já sabem que foram vcs e seus lacraios que determinaram a morte de nossos irmãos.

Zé Roberto, Gelson, Nanico, João Branco, os dias para vcs estão acabando. Vcs têm esposas e filhos, e todos irão pagar por tudo que fizeram com nossos irmãos.

Zé Roberto, seu filho Luciano irá pagar, vamos tirar o cérebro dele na sua frente, sua esposa loira irá ser estuprada e morta.

Vamos na sua casa na Cidade Nova para matar toda a sua família e na Compensa matar seus irmãos…”

*Informações da fonte: Portal Em Tempo

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Amazonas

Omar propõe à Comissão de Segurança Pública da Câmara Municipal a realização de audiências públicas itinerantes

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A intenção do parlamentar é aproximar o novo colegiado das comunidades e debater as principais questões no âmbito da segurança pública

A implantação de audiências públicas itinerantes para ouvir as principais demandas da sociedade foi uma das sugestões feitas pelo senador Omar Aziz (PSD) aos membros da Comissão Técnica Permanente de Segurança Pública Municipal (COMSEGPM), da Câmara Municipal de Manaus (CMM), durante reunião, nesta quinta-feira, 15/04. Participaram do encontro, o presidente do colegiado, vereador Capitão Carpê (Republicanos), e os também membros, vereadores Dr. Eduardo Assis (Avante), Lissandro Breval (Avante) e William Alemão (Cidadania).

A comissão, que foi instalada no último dia 12 deste mês e que altera o Regimento Interno da CMM, tratará do combate à violência e à insegurança, em Manaus, bem como da reestruturação e a criação de um plano de carreiras para a Guarda Municipal. O novo colegiado possui 14 membros, dos quais sete são titulares e sete são suplentes.

De acordo com o Senador Omar, é importante que a comissão promova audiências públicas itinerantes com as comunidades e representantes locais nos bairros, para ouvir quais são as principais demandas, sugestões e insatisfações em cada zona da cidade. “A atividade fim de vocês (comissão) é nos bairros, é lá onde estão os problemas. Lá que vocês vão debater com a população e líderes locais o que é possível ser feito para tentar mitigar a sensação de insegurança que se espalhou pela cidade. Eu me coloco a disposição para ajudar no que for preciso”.

O parlamentar também destacou que poderá destinar emendas para compra de armamentos e viaturas. Omar também apoiou a intenção do colegiado de fortalecer e ampliar a Guarda Municipal.

O presidente da comissão, vereador Capitão Carpê, afirmou que o encontro com o senador Omar foi uma visita cordial com o intuito de estreitar as relações com o parlamentar, devido às articulações que o senador tem no âmbito federal, bem como por ser o presidente da Comissão de Segurança Pública (CSP) do Senado. “Viemos colocar a comissão à disposição (do senador), para que juntos possamos garantir mais recursos e trabalhar em prol de Manaus”.

O vereador ressaltou, ainda, que a comissão da CMM trabalhará para desenvolver políticas públicas voltadas para a prevenção e combate à violência dentro das comunidades. “Segurança pública vai muito além do que é repressão. Nós não vemos hoje, por exemplo, jovens e crianças com projetos sociais voltados para a comunidade. Enquanto o Estado se faz ausente, infelizmente, o crime impera e se faz presente”.

Informações assessoria de comunicação

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Amazonas

Após assalto, cinegrafista persegue ladrões em moto e é baleado em Manaus

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O cinegrafista Renê Silva, de 45 anos, foi baleado após perseguir ladrões que assaltaram a equipe de reportagem, no bairro Coroado, Zona Leste de Manaus. Ele foi atingido por dois tiros e está internado.

Segundo a jornalista Natasha Pinto, que acompanhava o cinegrafista, a equipe foi fazer uma gravação em uma quadra do bairro Coroado sobre um caso de tentativa de homicídio que ocorreu na noite de quarta-feira (14). Após a gravação, ao tentarem retornar para o carro, os jornalistas foram abordados por dois assaltantes em uma motocicleta.

Os suspeitos fugiram e levaram dois celulares. Com um celular reserva, a repórter avisou a produção do jornal. A equipe de reportagem deixou o local, e o cinegrafista, que também dirige o carro, avistou a dupla de assaltantes próximo ao Clube do Trabalhador, o Sesi.

A repórter disse que tentou anotar a placa da motocicleta, mas percebeu que o cinegrafista acelerou e jogou o carro para cima dos assaltantes, que caíram em via pública.

Ela relatou que o cinegrafista saiu do carro para tentar pegar os assaltantes, entrou em luta corporal, mas um deles atirou. O cinegrafista foi então atingido por dois tiros. A repórter disse que, ao ouvir os disparos, se escondeu atrás do carro.

Os assaltantes fugiram com os celulares da equipe, que acionou a polícia e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, mas as equipes de socorro não compareceram ao local.

Um motorista que passava pela via ajudou a repórter a levar o cinegrafista até o Hospital João Lúcio.

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Amazonas

MPF processa ex-ministro Pazuello e secretário de Saúde do AM por responsabilidade na crise de oxigênio

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O Ministério Público Federal (MPF) no Amazonas ajuizou, nesta quarta-feira (14), ação de improbidade administrativa contra o ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e o secretário estadual de Saúde do Amazonas, Marcellus Campelo, por omissão no combate à pandemia entre dezembro de 2020 e janeiro de 2021, quando o Amazonas registrou colapso de oxigênio nas unidades de saúde e aumento de mortes por covid-19.

Entre 14 e 15 de janeiro, falta de oxigênio nos hospitais de Manaus levou a cidade de Manaus a um cenário de caos. Com recordes nos casos de Covid, a capital precisou enviar pacientes que dependiam do insumo para outros estados.

A ação, encaminhada à Justiça Federal no Amazonas, cita, também, três secretários do Ministério da Saúde e o coordenador do Comitê de Crise do Amazonas, Francisco Ferreira Máximo Filho.

No documento, o MPF identificou atos de improbidade administrativa em cinco situações distintas:

  • atraso e lentidão do Ministério da Saúde no envio de equipe para diagnosticar e minorar nova onda de covid-19 no Amazonas;
  • omissão no monitoramento da demanda de oxigênio medicinal e na adoção de medidas eficazes e tempestivas para evitar seu desabastecimento;
  • realização de pressão para utilização de ‘tratamento precoce’;
  • demora na adoção de medidas para transferência de pacientes que aguardavam leitos;
  • e ausência de medidas de estímulo ao isolamento social.
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